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Dominando o “this” em JavaScript

A palavra-chave “this” em JavaScript confunde desenvolvedores novos e experientes. Leia este artigo e domine o “this” em JavaScript!

A palavra-chave this em JavaScript confunde desenvolvedores JavaScript novos e experientes. Este artigo pretende elucidar a questão de uma vez, deixando claro como usar this corretamente em todos os cenários, incluindo situações mais peculiares em que normalmente this se revela mais difícil de ser compreendido.

Em JavaScript, usa-se this de forma semelhante ao uso de pronomes em linguagens naturais, como o inglês ou francês. Escreve-se: “João está correndo rápido porque ele está tentando pegar o trem”. Note o uso do pronome “ele”. Poderia se ter escrito: “João está correndo rápido porque João está tentando pegar o trem”. Não se reutiliza “João” dessa maneira, pois se assim fosse, nossa família, amigos e colegas nos abandonariam… De uma maneira graciosamente semelhante, em JavaScript se usa a palavra-chave this como um atalho, um referente; ou seja, o sujeito no contexto ou o sujeito do código em execução.

Exemplo:

Se se usa person.firstName e person.lastName, tal como no último exemplo, o código se torna ambíguo. Considere que poderia haver outra variável global (você estando ciente dela ou não) com o nome “person”. Em seguida, as referências a person.firstName poderiam tentar acessar a propriedade firstName da variável global person e isso poderia levar a erros difíceis de serem depurados. Portanto, usa-se a palavra-chave this não apenas para fins “estéticos” (isto é, como um referente), mas, também, para fins de precisão. Seu uso realmente torna o código mais inequívoco, assim como o pronome “ele” tornou a frase mais clara, informando que se estava referindo ao João específico do início da frase.

Assim como o pronome “ele” é usado para se referir ao antecedente (substantivo a que um pronome se refere), a palavra-chave this é similarmente usada para se referir a um objeto a que a função (onde this é usado) está vinculada. Esta palavra-chave não se refere apenas ao objeto, mas também contém o valor do objeto. Assim como o pronome, isso pode ser pensado como um atalho (ou um substituto razoavelmente não-ambíguo) para se referir ao objeto no contexto (o “objeto antecedente”).

O básico sobre this em JavaScript

Primeiramente, é preciso saber que todas as funções em JavaScript têm propriedades, assim como os objetos têm propriedades. E quando uma função é executada, ela obtém a propriedade this — uma variável com o valor do objeto que invoca a função na qual this é usado.

A referência ao this sempre se refere a (e contém o valor de) um objeto — um objeto singular — e normalmente é usado dentro de uma função ou método, embora possa ser usado fora de uma função no escopo global.

Quando em modo estrito (strict mode), this mantém o valor undefined em funções globais e em funções anônimas que não estão vinculadas a nenhum objeto.

this é usado dentro de uma função (digamos função “A”) e ele contém o valor do objeto que invoca a função A. Isso é preciso para acessar métodos e propriedades do objeto que invoca a função A, especialmente porque nem sempre é possível saber o nome do objeto invocador e, às vezes, não há nenhum nome para usar para se referir ao objeto invocando. Na verdade, this é realmente apenas um atalho-referência ao “objeto antecedente” (ou o objeto invocador).

Reflita sobre este exemplo básico que ilustra o uso de this em Javascript:

E também considere este exemplo em jQuery:

Explicando melhor o exemplo jQuery anterior: o uso de $( this ), que é a sintaxe da jQuery para esta palavra-chave em JavaScript, é usado dentro de uma função anônima, que é executada no “on click” do botão. A razão pela qual $( this ) está vinculado ao objeto de botão é porque a jQuery vincula $( this ) ao objeto que invoca o método de clique. Portanto, $( this ) terá o valor do objeto jQuery ($( 'button' )) mesmo que $( this ) seja definido dentro de uma função anônima que não pode acessar a variável “this” na função externa.

Importante ressaltar que o botão é um elemento DOM na página HTML e também é um objeto; neste caso, é um objeto jQuery porque está envolvido na função jQuery $().

A maior pegadinha com this em JavaScript

Se você entender este princípio de JavaScript, você entenderá a palavra-chave “this”: não é atribuído um valor a this até que um objeto invoque a função na qual this é definido.

Para fins didáticos, considere onde this está definido como “Função this”. Mesmo que pareça que this se refere ao objeto onde ele é definido, isso só acontece quando um objeto chama a “Função this” a que this está atualmente atribuído. E o valor atribuído é baseado exclusivamente no objeto que invoca a “Função this”.

this tem o valor do objeto sendo invocado na maioria das circunstâncias. No entanto, existem alguns cenários nos quais this não tem o valor do objeto sendo invocado. Cenários estes visto mais à frente.

O uso de this em escopo global

No escopo global, quando o código está sendo executado no navegador, todas as variáveis globais e funções são definidas no objeto window. Portanto, quando se usa this em uma função global, ele se refere a (e tem o valor de) o objeto window global — não no strict mode, como observado anteriormente –, que é o contêiner principal de toda a aplicação JavaScript ou página da web.

Deste modo:

Quando this é mal compreendido e se torna complicado

A palavra-chave this é mais mal compreendida em “métodos emprestados”; quando se atribui um método que usa this para uma variável; quando uma função que usa this é passada como uma função de callback e; quando this é usado dentro de uma closure (uma função interna).

Um pouco sobre “contexto” antes de continuarcontexto em JavaScript é semelhante ao assunto de uma frase na escrita normal. Na frase “João é o vencedor quem devolveu o dinheiro.” o sujeito da sentença é João e é possível afirmar que o contexto da sentença também é João porque o foco da sentença está nele neste momento particular da sentença. Mesmo o pronome “quem” está se referindo a João, o antecedente. E tal como é possível usar um ponto-e-vírgula para mudar o assunto da frase, também é possível ter um objeto que é o contexto atual e mudar o contexto para outro objeto invocando a função com outro objeto.

Similarmente, em código JavaScript:

Ajustando this quando usado em um método callback

As coisas ficam um pouco cabeludas quando passamos um método (que usa this) como um parâmetro para ser usado como uma função de retorno (callback). Por exemplo:

No código acima, uma vez que o botão ($( 'button' )) é um objeto e se está passando o método user.clickHandler() no clique como um callback, sabe-se que this dentro do método user.clickHandler() não mais se refere ao objeto userthis agora se refere ao objeto em que o método user.clickHandler é executado porque este é definido dentro do método user.clickHandler. E o objeto que invoca user.clickHandler é o objeto de botão — user.clickHandler será executado dentro do método de clique do objeto-botão.

Importante observar que, mesmo que se esteja chamando o método clickHandler() através de user.clickHandler (o que é preciso fazer, já que “clickHandler” é um método definido no “user”), o método clickHandler() será executado com o objeto button como contexto para que “this” agora se refere. Então, this agora se refere ao objeto de botão ($( 'button' )).

Neste ponto, deve ser claro quando o contexto muda — quando se executa um método em algum outro objeto do qual o objeto foi originalmente definido, a palavra-chave this já não se refere ao objeto original, no qual this foi originalmente definido, mas se refere ao objeto que invoca o método onde this foi definido.

Solução para corrigir this quando um método é passado como uma função de callback

Como realmente se quer que this.data faça referência à propriedade de dados no objeto “user”, é possível usar os métodos bind()apply() ou call() para definir especificamente o valor de this.

Ao invés dessa linha:

Deve-se usar bind() para clickHandler, assim:

Ajustando this dentro de um closure

Outro exemplo de quando this é mal compreendido é quando se usa um método interno ou closure. É importante observar que closures não podem acessar a função externa dessa variável usando a palavra-chave this porque essa variável é acessível somente pela própria função e não por funções internas. Por exemplo:

this dentro da função anônima não pode acessar o this da função externa, então ele se refere ao objeto global window (quando o strict mode não está sendo usado).

Solução para manter this dentro de funções anônimas

Para sanar a questão, usa-se uma prática comum em JavaScript: atribuir o valor de this a uma variável antes de entrar no forEach:

É bastante comum na comunidade JavaScript escolher o nome “that” para este tipo de “contorno”, caso em que a atribuição da variável (e posteriores referências) ficariam como:

Ajustando this quando método é atribuído a uma variável

Se se atribui um método que usa this a uma variável, o valor de this quase escapa à imaginação. Como em:

Solução para manter this quando um método é atribuído a uma variável

É possível sanar a questão definindo especificamente o valor de this com o método bind:

Ajustando this em “métodos emprestados”

“Métodos emprestados” é uma prática comum no desenvolvimento em JavaScript. Veja o exame da relevância de this no contexto de métodos emprestados.

this do método avg não se referirá ao objeto gameController; ele se referirá ao objeto appController porque está sendo chamado no appController.

Solução para manter this quando um método é atribuído a uma variável

Para corrigir o problema com a garantia de que o this dentro do método appController.avg() se refere a gameController, usa-se o método apply() assim:

O objeto gameController toma emprestado o método avg() de appControllerthis dentro do método appController.avg() será definido para o objeto gameController porque se passa o objeto gameController como o primeiro parâmetro de apply() — o primeiro parâmetro no método apply() sempre define o valor de this explicitamente.

Palavras finais sobre o this em JavaScript

Como visto, this fica um pouco problemático em situações onde o contexto original muda, especialmente em funções de callback, quando invocado com um objeto diferente ou em métodos emprestados. Lembre-se: this é atribuído ao valor do objeto que invocou a função. Mas, ao terminar de ler este artigo, certamente você aprender e/ou revisou o suficiente sobre this em JavaScript e agora tem as ferramentas e técnicas necessárias para trabalhar nos cenários mais inóspitos.

Até lá, bons códigos e boa sorte!


HTTP 503: a maneira correta para SEO

Considerações a respeito do status code HTTP 503: o que significa, suas implicações de uso e como usar o HTTP 503 em períodos de manutenção de um site.

Você dá a devida importância aos códigos de status que são enviados nos cabeçalhos HTTPdas páginas de seu site? Saiba que enviar um cabeçalho de resposta HTTP com um código errado pode ser fatal… Principalmente quando alguma manutenção está sendo feita no site ou sistema. Neste artigo, breves considerações a este respeito e quais medidas tomar em relação ao status code 503 quando seu site entrar em manutenção.

Códigos de status HTTP e mecanismos de busca

Um mecanismo de busca constantemente verifica se o conteúdo que ele está indexando ainda existe e/ou não mudou. Geralmente, mecanismos de busca verificam 2 coisas:

  • Se o conteúdo está sendo “encabeçado” com o código HTTP 200;
  • Se o conteúdo ainda é o mesmo.

Um código 200 de HTTP significa: “Tudo está bem, aqui está o conteúdo que você pediu”. É o único status que indica que tudo está bem com o conteúdo. Se o conteúdo foi movido, você pode redirecioná-lo – permanentemente, com um HTTP 301 ou; temporariamente, com um HTTP 302 ou 307.

Se o servidor retorna qualquer outro código de status HTTP, significa que o mecanismo de busca já não pode encontrar o conteúdo. Se um servidor retorna um HTTP 200, mas a página é, de fato, um erro e diz algo como “Arquivo não encontrado” ou tem muito pouco conteúdo, o Google vai classificá-la como um “soft 404” no Google Webmaster Tools.

Como mecanismos de busca lidam com o tempo de inatividade do servidor (downtime)

Se, durante um rastreamento, um motor de busca encontra algum conteúdo que não existe mais, por exemplo, ele retorna um status code HTTP 404 que, geralmente, remove o conteúdo dos resultados de pesquisa até que o crawler possa voltar e verificar se ele está lá novamente. Se isso acontece, geralmente vai demorar um pouco para que o conteúdo volte a aparecer nos índices de busca novamente.

O que você deve fazer é garantir que um código de status HTTP 503 será retornado! Esta é a definição do código de status 503 da RFC (que define esses códigos de estado):

O servidor atualmente é incapaz de lidar com o pedido devido a uma sobrecarga temporária ou manutenção do servidor. A implicação é que esta é uma condição temporária que será aliviado após algum atraso. Se conhecido, o tempo de atraso PODE ser indicado em um cabeçalho Retry-After. Se nenhum Retry-After é fornecido, o cliente DEVE lidar com a resposta como seria para uma resposta 500.

Então, você tem que enviar um código de status 503 em combinação com um cabeçalho Retry-After. Basicamente, você está dizendo: “Espere! Estamos fazendo alguma manutenção, por favor, volte em X minutos”. Isso soa muito melhor do que um erro que diz: “Not Found”. Um código de status 404 literalmente significa que o servidor não pode encontrar qualquer recurso para retornar à URL acessada.

Como enviar um cabeçalho HTTP 503?

A maneira como se envia um código HTTP 503 como resposta a uma requisição depende da linguagem server-side que você está trabalhando. Por exemplo, em PHP, envia-se esse HTTP 503 assim:

O tempo de atraso do exemplo, 3600, é dado em segundos, de modo que 3600 segundos corresponde a 60 minutos (ou 1 hora). Você também pode especificar o tempo exato em que o visitante deve voltar enviando uma data em GMT ao invés do número em segundos. Algo como:

Quando preferir usar GMT, faça isso com muita cuidado e consciência! Especificar uma data errada pode causar resultados inesperadamente desastrosos!

“Meu site nunca está em manutenção, eu uso WordPress!”

Bobagem. Toda vez que você atualiza o core do WordPress ou quando você está atualizando plugins, o WP fornece uma página de manutenção. Essa página, por padrão, envia um cabeçalho HTTP 503 adequado.

Você pode substituir essa página de erro padrão com um arquivo maintenance.php na sua pasta wp-content, mas, se fizer isso, você tem que ter certeza de que o arquivo envia os cabeçalhos HTTP 503 apropriados! Na dúvida, você pode dar uma olhada no código da função wp_maintenance().

Se seu banco de dados caiu, o WordPress envia um erro interno do servidor usando a função dead_db(). Se você está fazendo uma manutenção planejada no banco de dados, é preciso criar uma página personalizada com uma mensagem de erro – usando o arquivo db-error.phpem ​​sua pasta wp-content, que envia o cabeçalho HTTP 503 adequado.

Cuidado com o cache!

Se você está trabalhando com algum tipo de sistema de cache, muito cuidado ao realizar essas mudanças! Tenha absoluta certeza de que o código HTTP 503 está sendo enviado corretamente durante o tempo em que a manutenção está sendo realizada.

Se não tomar cuidado, o código HTTP 500 (“Internal Server Error”, um erro genérico) pode ser enviado e, definitivamente, isso é algo que você não vai querer que aconteça.

HTTP 503 através do robots.txt

Segundo este post de Pierre Longe no Google+, se você enviar um código de status HTTP 503 para o arquivo robots.txt, o Google vai parar todo o rastreamento no domínio até que seja autorizado a rastrear o robots.txt novamente. Essa é uma forma muito útil de prevenir uma eventual sobrecarga no servidor ao fazer manutenções.

Usar essa técnica ainda exige que você envie um HTTP 503 para cada URL do site, incluindo as que apontam para recursos estáticos, mas, depois que o Google tiver acesso ao robots.txt novamente, provavelmente vai parar de martelar seu servidor por um tempo.

Conclusão: saiba que cabeçalhos HTTP você está enviando

Em suma, você deve ter ciência do que está acontecendo em seu site/sistema e saber, exatamente, quais códigos de status HTTP são enviados em quais situações e por quanto tempo.

tweet de Vanessa Fox reforça bem essa ideia:

It’s about more than number of pages crawled – you need to know about important pages & what response code they return @vanessafox

Quer dizer: É muito mais do que sobre o número de páginas indexadas – você precisa saber a respeito das páginas importantes e qual código de resposta elas retornam.

É a mais pura verdade!


Pixels, pixels ou pixels? Dicas de Web Mobile com viewport

Foi-se o tempo em que pixel significava apenas o menor ponto na tela. Bastava dizer que uma imagem tinha 200px, e então ela ocuparia 200 pontos, ou seja, 25% de uma tela de tamanho padrão 800×600.

Mas o mundo mobile mudou completamente o jogo e, hoje, o conceito de pixel pode significar várias coisas.

(Atualização: escrevi mais detalhadamente sobre esses aspectos dos pixels diferentes e viewport, incluindo telas retina, no meu livro A Web Mobile, publicado pela editora Casa do Código. Se você estuda design responsivo, sites mobile, e assuntos relacionados, vai gostar desse livro.)

Os primeiros Smartphones

Era muito comum que os smartphones da Nokia lá pelos idos de 2007 tivessem uma resolução de 240×320 pixels, como um N95.

Quando surgiu o primeiro iPhone, sem teclado e só touch, a Apple decidiu explorar um tamanho maior de tela, 320×480 pixels. Era o dobro dos pixels normalmente usados na época, com um tamanho físico mais ou menos também com o dobro do tamanho.

Esses valores representam o tamanho físico do aparelho, o número de pixels físicos existentes. Na prática, um iPhone conseguia exibir páginas com mais que 320 pixels de largura. O truque era trabalhar com a ideia de zoom.

Na imagem anterior, abrimos o site da Caelum, que tem 960px de largura, em um iPhone de 320px. Repare como, apesar de menor, o Site está sendo renderizado corretamente.

Mas nosso HTML e CSS não foi codificado pensando em 320px, e sim em 960px. Quando colocamos a imagem do logotipo, por exemplo, nosso HTML diz <img src=".." width="160" height="50">. E, obviamente, o logo não está sendo renderizado a 160px, senão ocuparia metade da tela de 320px do iPhone. Se você medir, verá que o logo está sendo renderizado em mais ou menos 52px, ou 1/6 da tela do iPhone.

CSS pixels e o layout viewport

Repare que usamos uma medida de pixels no HTML/CSS que difere do pixel real usado na tela. O navegador do iPhone, na verdade, se comporta como se tivesse 980px de largura, embora o aparelho tenha apenas 320px. Isso é feito para que o usuário possa ver páginas feitas para Desktop sem problemas.

Nossa página funciona como se tivéssemos 980px disponíveis. Quando escrevemos “245px” no CSS, estamos nos referindo a 1/4 dessa tela imaginária de 980px. Na hora de exibir, porém, os 980px serão encaixados nos 320px reais, aplicando um zoom out.

Essa tela imaginária de 980px é o que chamamos de layout viewport. É o tamanho com o qual trabalhamos no nosso HTML/CSS, sem nos preocuparmos com a renderização no aparelho. Repare que um pixel no layout viewport tem outro significado do pixel físico do aparelho. É comum chamá-lo de CSS pixel.

Zoom e o visual viewport

Mas navegar no celular nessa página gigante sem zoom é praticamente impossível. A grande diferença da navegação mobile com a Desktop é o frequente uso do zoom e o scroll em todas as direções.

Na imagem acima, demos um zoom para ver mais detalhes. Repare que a o layout da página continua o mesmo. Um elemento de “245px” continua ocupando 1/4 do total do nosso layout viewport. A diferença é que, agora, só estamos visualizando uma parte do layout viewport; o restante está fora da tela, e precisaríamos fazer scroll para ver.

Isso nos leva para outro conceito importante: o visual viewport, que representa o tanto do layout viewport que conseguimos visualizar no momento.

Geralmente não estamos interessados no tamanho do visual viewport. Lembre que os CSS pixels são sempre relativos ao layout viewport.

Sites mobile e a meta tag viewport

Abrir um site Desktop no celular é uma experiência pouco agradável. Frequentemente, vamos querer criar uma página otimizada para mobile, que não demande tanto zoom e já mostre o conteúdo em tamanho e formato interessantes para uma tela tão pequena.

Como fazer? Obviamente, não podemos deixar a página com layout fixo em, por exemplo, 960px. Podemos tentar um width:100% no elemento principal, pensando em se adaptar a diversos tamanhos de tela.

Nosso layout viewport é considerado como 980px e o site é mostrado como se fosse de Desktop, com zoom mínimo e conteúdo praticamente ilegível. Que tal colocar width:320px, o tamanho real do dispositivo?

O layout viewport continua em 980px mas o conteúdo fica em 320px. O usuário precisa dar zoom para visualizar e, pior, a página fica com um imenso espaço em branco.

O que precisamos é uma forma de redimensionar o layout viewport para que ele seja mais adequado a tela pequena do mobile. A Apple introduziu uma meta tag viewport no iPhone que, depois, foi adotada em praticamente todas as plataformas móveis – Android, Opera, Windows Phone etc.

<meta name="viewport" content="width=320">

Isso indica ao navegador que o layout viewport deve ser 320px. Agora, colocar width:100% vai significar 320px, deixando a visualização mais confortável.

Viewport flexível com device-width

Deixar “320” fixo na nossa tag de viewport pode não ser uma boa ideia. Há diversos aparelhos diferentes no mercado, cada um com tamanho diferente. E mobile agora também inclui tablets, como o iPad, que tem largura de 800px.

É possível deixar a meta tag viewport com tamanho flexível, baseado no tamanho do aparelho. Basta usarmos:

<meta name="viewport" content="width=device-width">

Isso assumirá o valor, por exemplo, de 320px no iPhone e 800px no iPad. Outros aparelhos poderão assumir outros valores.

Altíssimas resoluções

Antes de aparecerem os Androids de alta resolução e, depois, o iPhone 4, toda a história dos pixels se resumia a diferença entre os CSS pixels e os device pixels. Isso porque um device pixel no iPhone clássico significava um pixel físico na tela.

A retina display mudou isso. O iPhone 4 passou a vir com resolução de 640×960 pixels, melhorando a renderização de textos e imagens. Outros celulares foram até além. O Galaxy Nexus, por exemplo, tem resolução HD de 720x1280px.

Como ficam nossas páginas mobile então que assumiam uma resolução bem menor? Com resolução tão alta quanto um Desktop, os celulares mais modernos vão renderizar as páginas bem pequenas, como um site Desktop? Nossas páginas continuam funcionando porque esses dispositivos de alta resolução continuam reportando um device-width de 320px, pra manter a compatibilidade.

A ideia de reportar um device-width diferente do tamanho de pixels físicos surgiu no Android e depois foi copiada pelo iOS e outras plataformas.

Dessa forma, conseguimos evoluir a resolução da tela com densidades de pixels maiores (dpi) sem afetar a forma como o usuário usa nosso Site mobile, que continua otimizado para telas pequenas.

Os três pixels

Um pixel, pode então, representar três conceitos diferentes quando lidamos com mobile:

Pixel físico: número real de pixels na tela. Nos celulares modernos, é um número altíssimo, com ótima resolução, geralmente com densidade acima de 300 dpi.

Device pixel: é o número de pixels reportado pelo aparelho como sendo seu tamanho. É pensado pra ser um valor que ofereça conforto visual para o usuário olhando para aquele tamanho de tela. É comum que esse valor seja 320px em celulares, copiado do iPhone original.

CSS pixel: é o que usamos no HTML/CSS como px, representando um tamanho dentro do layout viewport. Quando colocamos a meta tag viewport com valor width=device-width, estamos dizendo que nosso CSS pixel é igual a um Device pixel.

Hoje, no Desktop, esses três pixels são equivalentes**. Mas, em breve, teremos que lidar com esse tipo de diferença também no Desktop com a chegada das telas de alta densidade também aos computadores.

Lidando com zoom

Mesmo otimizando nossa página para 320px, o usuário ainda pode dar zoom na página. Em alguns cenários, pode ser interessante desabilitar o zoom, o que pode ser feito na tag viewport com user-scalable:

<meta name="viewport" content="width=device-width, user-scalable=no">

De maneira geral, é interessante deixar o usuário dar zoom caso queira, já que este é um gesto comum ao usar a Web no celular. Podemos, porém, controlar os níveis de zoom com as propriedades minimum-scale e maximum-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, minimum-scale=0.5, maximum-scale=4">

O código acima indica que o usuário pode aumentar até 4x a página e diminuir até pela metade.

Podemos controlar também o nível padrão de zoom quando a página é aberta, com initial-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0">

O valor 1.0 é muito comum quando trabalhamos com device-width e significa o zoom padrão. Se tivermos uma página Desktop não otimizada pro viewport de mobile, podemos usar essa propriedade para controlar o zoom inicial (lembre que o inicial é mostrar todo o layout viewport de 980px, o que pode não ser interessante).

Por fim, é importante citar um bug do iOS que afeta o zoom e o viewport quando rotacionamos o dispositivo em uma página com width=device-width que permita zoom. Se você abre a página no modo retrato, ele vai assumir o scale como 1.0, deixando o visual viewport igual ao layout viewport. Ao rotacioná-lo para modo paisagem, o dispositivo mantém o visual viewport no valor antigo, mas aumentando o layout viewport. Na prática, a página dá zoom automático e o lado direito da página não fica visível. O usuário, que não deu zoom, precisa diminuir o zoom para ver tudo.

É um bug famoso que acontece só no Mobile Safari do iOS, não existindo no Android e outras plataformas. A solução mais direta é desabilitar o zoom por completo, algo que é feito em diversos sites mobile por causa desse bug. Mas não é a solução ideal, já que poder dar zoom é uma feature que interessa ao usuário mobile. Existem alguns hacks para tentar resolver esse problema no iOS.

Conclusão

Trabalhar com telas diferentes é um grande desafio. O uso da meta tag viewport procura facilitar a padronização das páginas nos mais diversos tamanhos de telas e densidades de pixels. Compreender os diferentes significados de viewports e pixels é essencial para se desenvolver para mobile.

E, usando ainda media queries, podemos criar páginas que se adaptem facilmente a diversos dispositivos.

O curso WD-43 da Caelum, de desenvolvimento Web, trata também de tópicos de Web Mobile. Mostramos o uso do viewport e media queries para criação de uma página responsiva. Além disso, meu livro A Web Mobile, aprofunda em diversos assuntos de design responsivo e aspectos técnicos de sites para dispositivos móveis.

Referências

** No Desktop, quando damos zoom numa página, também temos a complicação dos viewports diferentes e a diferença entre CSS pixels e device pixels. Mas, na prática, todo mundo ignora e assume zoom de 100%, onde os CSS pixels são iguais aos device pixels.


Uma nova ferramenta para adicionar recursos do Facebook ao seu site

Boas notícias para o empresário das redes sociais: o Facebook facilitou a integração de suas funções sociais em muitos sites. O gigante da mídia social baseado em Menlo Park lançou seu próprio plug-in pré-fabricado para o popular site e ferramenta de blogs , o WordPress.

Com o novo plug-in, chamado Facebook para WordPress , os proprietários de sites podem adicionar botões Like, Subscribe, Send e Recomendações facilmente em páginas não só, mas também em álbuns de fotos e lojas online – adicionando opções adicionais de compartilhamento e engajamento. Uma função chamada Social Publisher publica automaticamente novos conteúdos em um site de volta para a página do Facebook da empresa. Existem também funções Insights, que acompanham a quantidade de atividade que ocorre.

Ao ser apelidado de “o oficial” plug-in do Facebook para o WordPress, esta ferramenta entra em um campo lotado de complementos do Facebook, incluindo o Facebook Connect , o Facebook Tab Manager e os membros do Facebook .

Aqui estão quatro razões pelas quais um negócio pode considerar a integração de recursos do Facebook em sua experiência online:

1. É fácil de adicionar. 
Os sites que funcionam no WordPress devem encontrar o plug-in simples de baixar e configurar a partir dos painéis de controle do WordPress. As opções incluem cor, tamanho e escolha as páginas para colocar links no Facebook.

Para sites que não usam o WordPress, você ainda pode adicionar muitos desses recursos ao seu site. Visite os desenvolvedores.Facebook.com e escolha entre opções semelhantes. O Facebook fornecerá algumas linhas de código para copiar e colar nas ferramentas de edição nas páginas de controle de um site.

2. Obter novos “amigos”. 
Ao adicionar um botão “Curto” ou “Compartilhar” em uma página ou publicação, as empresas estão permitindo que clientes e visitantes compartilhem conteúdo facilmente em suas próprias paredes no Facebook. Esse recurso pode ajudar a espalhar a mensagem de uma empresa mais, mais rápido e ajuda as informações a serem virais.

Considere também usar o recurso de comentários do Facebook. Permite que as empresas evitem discriminadores anônimos e coloca nomes e rostos reais para comentários.

3. Acesse análises mais detalhadas. 
O recurso Insights do plug-in pode fornecer uma dimensão adicional às análises para empresas. As empresas já têm acesso aos dados de log da Web para quantas pessoas visitam seu site e de onde elas são. Mas com a Insights, as empresas podem dizer quantos visitantes realmente “gostam” de uma página.

Por exemplo, postar um álbum de fotos com 100 visualizações pode ser analisado adicionalmente, rastreando qual imagem obtém o máximo de “Likes”. Os dados que você coleciona da Insights podem ajudá-lo a melhorar o envolvimento do cliente com seu site.

4. Mantenha sua marca socialmente relevante. 
O plug-in torna tão simples quanto possível colocar um ícone bem conhecido, como o botão “Curtir” do Facebook na página da empresa. Com mais e mais clientes socialmente conscientes, isso pode ajudar a aumentar a credibilidade adicional em um site.


3 Riscos de segurança ocultos para usuários do WordPress

O WordPress é indiscutivelmente o sistema de gerenciamento de conteúdo mais popular da web e a plataforma de blogs, e por uma boa razão. O sistema é gratuito, fácil de usar e fornece uma grande variedade de recursos que de outra forma custariam aos empresários milhares de dólares em despesas de desenvolvimento.

Mas se algo parece bom demais para ser verdade, geralmente é. Embora a plataforma WordPress ainda represente uma opção de desenvolvimento web útil para pequenas empresas, é fundamental que você se familiarize com algumas das fraquezas do sistema para evitar seus perigos de segurança ocultos .

O WordPress atualiza sua plataforma com freqüência para responder a ameaças conhecidas, mas não é capaz de policiar todas as possíveis. Aqui está uma olhada nas três maiores fraquezas de segurança da plataforma que você deve estar ciente:

1. O WordPress é susceptível de ataques e hacking de URL. 
A plataforma WordPress executa scripts do lado do servidor na linguagem de desenvolvimento web PHP, usando comandos enviados através dos chamados parâmetros de URL para controlar o comportamento dos bancos de dados MySQL que armazenam os dados do seu site.

Se isso tudo so bastante técnico, não se preocupe. Você não precisa entender a codificação da web para proteger seu site. O que você precisa saber é que esse tipo de estrutura do site é vulnerável a um determinado tipo de ataque. Os hackers podem usar parâmetros de URL maliciosos para revelar conteúdo de banco de dados sensível, um processo conhecido como “ataques de injeção SQL”. Uma vez que os hackers tenham essa informação, eles podem seqüestrar seu site e substituir seu conteúdo por spam ou malware.

Para proteger o seu site WordPress de tal ataque, considere modificar o arquivo .htaccess do seu site, que é um arquivo de configuração que permite que você controle a maneira como seu servidor de hospedagem se comporta. Você pode evitar que os pedidos de parâmetros de URL dos hackers sejam bem sucedidos, incluindo o código encontrado aqui.

Tenha em atenção que este código destina-se aos proprietários do WordPress que utilizam o hospedagem web baseada no Apache. Se você não tem certeza do tipo de hospedagem que você usa ou se precisar de assistência na modificação do arquivo .htaccess do seu site, entre em contato com a equipe de suporte de seu provedor de hospedagem web ou com um desenvolvedor web privado.

2. Os temas gratuitos do WordPress freqüentemente possuem explorações de segurança. 
Um dos maiores benefícios do WordPress é que você pode instalá-lo de graça, usar plugins gratuitos para adicionar funções e baixar arquivos de tema gratuitos para dar ao seu site uma aparência atraente. Infelizmente, os desenvolvedores sem escrúpulos possuem arquivos de temas para download com tudo, desde links de spam indetectáveis ​​até arquivos de malware que infectam um site uma vez que o tema está instalado.

Para manter seu site seguro, baixe arquivos apenas de fontes que você conhece e confie. Os temas pagos representam menos risco de segurança do que temas gratuitos. Mas se quiser temas gratuitos, você pode digitalizá-los para detectar malwares antes de enviá-los para detectar ataques que possam ter ocorrido usando o programa anti-vírus instalado no seu computador.

3. O processo de login padrão do WordPress pode ser facilmente pirateado. 
Todos os logins do painel do WordPress estão localizados no mesmo endereço em URLs, o que significa que quase todas as páginas de login do WordPress podem ser encontradas aqui . Além disso, as configurações padrão do WordPress não permitem logins seguros. Isso significa que um site executado na plataforma WordPress pode ser suscetível a ataques de “força bruta”, nos quais os programas de bot tentam várias combinações de logs com a esperança de que uma combinação de sorte permita o acesso ao site.

Para ter uma ideia de quão prevalecente são esses ataques, considere que os sites hospedados pelo popular blogging site Copyblogger experimentam entre 50.000 e 180.000 tentativas de login não autorizadas a cada dia .

Para proteger o seu site, instale o plugin Limit Login Tentpts . Além disso, você pode trabalhar com seu provedor de hospedagem na web para bloquear os endereços IP que fazem múltiplas tentativas de login sem êxito.

Embora possa parecer muito trabalho para tomar essas precauções, você pode gastar muito mais tempo e esforço tentando consertar seu site se você acabar com a vítima de uma tentativa de hacking bem sucedida.


5 dicas para projetar seu site para atender cada cliente individualmente

Pesquisas atuais mostram que 40% dos consumidores compram mais de varejistas que personalizam sua experiência de compra em todos os canais. Além disso, quase três em cada quatro, ou 74 por cento, de consumidores online ficam frustrados com sites quando o conteúdo exibido não tem nada a ver com seus interesses. É claro que um site personalizado é uma vantagem para todos os comerciantes ou empresários que lideram um negócio de sucesso hoje.

A personalização do site leva em consideração que os usuários têm diferentes motivações, dispositivos, locais e restrições de tempo. Com a tecnologia atual, os comerciantes podem agora reunir informações específicas sobre o que um visitante do site está procurando e traduzir sua visita em uma conversão mais alta

“As organizações gastam dezenas ou centenas de milhares de dólares, e às vezes até milhões de dólares, para criar experiências dinâmicas dinâmicas na web”, explicou Itai Sadan, CEO e co-fundador da plataforma de criação de sites móveis DudaMobile . A empresa recentemente lançou no site que adiciona conteúdo web dinâmico com base no comportamento do cliente para criar experiências de visualização personalizadas.

“Ferramentas caras e esse tipo de personalização tradicionalmente requer um desenvolvimento e projeto substancial na web, e é por isso que estamos entusiasmados por ter preços acessíveis para essa indústria explosiva”, disse Sadan.

A personalização do site em uma escala de massa é realmente possível com o crescente número de opções de baixo custo disponíveis para os empresários hoje. Aqui estão cinco maneiras pelas quais os empresários podem começar a aumentar a conversão através da personalização básica do site:

1. A frequência do visitante deve determinar diferentes experiências do usuário.  Um visitante de um site pela primeira vez quase sempre estará procurando informações diferentes do que alguém que visita o site repetidamente.

David Reischer, diretor de marketing da LegalAdvice.com , sugere acompanhar cada usuário de forma diferente para dar experiências de usuário diferentes. “Utilizamos um cookie para rastrear um visitante que retorna para que possamos direcioná-los para a página mais adequada e relevante. Isso torna a navegação no site mais fácil para usuários repetidos “.

Para aumentar a conversão de visitantes pela primeira vez, inclua um número de telefone ou endereço comercial, um formulário de contato para capturar leads ou um tutorial de vídeo para explicar um produto ou serviço para um visitante pela primeira vez.

“Para visitantes frequentes, adicione um ponto para se inscrever para uma lista de endereços ou adicionar informações sobre novos produtos ou serviços”, sugere Sadan.

2. A localização geográfica ajuda a reunir o marketing online e offline.  A capacidade de saber onde alguém está no momento em que visitam um site é a mudança de jogo para os comerciantes.

“Online, podemos acompanhar a jornada de compra individual do nosso cliente, otimizando-a a cada passo”, explica Bart Heilbron, CEO e co-fundador da BlueConic , o sistema em tempo real de engajamento de clientes online. “No entanto, nunca fomos capazes de usar esses insights em nossa interação off-line. Com a localização geográfica, agora podemos fazer. ”

Se alguém está a poucos quarteirões de distância de uma empresa e procurando em um telefone celular, é provável que eles possam ser facilmente convertidos como clientes se eles veem um endereço e até um cupom que diz: “Entre hoje e descanse 20%”. restaurantes, um botão OpenTable para reservar uma tabela ou um aplicativo Google Map que fornece instruções passo a passo para o local da loja são críticos para a conversão.

3. Ajuste o conteúdo com base em determinados horários.  Alterar o conteúdo em um site com base na hora do dia, semana ou mesmo temporada também pode aumentar as conversões. Considere substituir um número de telefone disponível para os visitantes do site durante o horário comercial com um formulário de contato quando o negócio está fechado. Isso evitará perder os clientes potenciais que desejem entrar em contato fora do horário comercial.

“A capacidade de oferecer produtos diferentes ao longo de um dia com base em tendências, hábitos ou cultura direcionados aumentará as conversões”, disse o CEO da empresa de marketing na internet , WebiMax , Ken Wisnefski. “Por exemplo, um restaurante oferece um menu diferente ao longo do dia, quando eles mudam de almoço para jantar”.

4. Reconheça feriados e outros eventos especiais.  Esta é uma ótima maneira de personalizar um site e se conectar melhor com o sentimento de um cliente. Mude o tema para os corações durante o Dia dos Namorados ou adicione uma imagem de fogos de artifício durante o 4 de julho.

“Isso poderia ter um efeito positivo no engajamento do cliente e, por sua vez, conversão”, disse Sadan.

5. Capture a fonte do visitante para adaptar o conteúdo.  Conhecer a fonte de destino original que um visitante entrou em um site deve impactar significativamente o conteúdo na página de destino que eles vêem primeiro. Isso pode proporcionar uma experiência perfeita e consistente para o visitante.

De acordo com Sadan, “Os visitantes que chegam ao seu site a partir de uma campanha de marketing por e-mail ou como uma referência de outro site devem receber mensagens dedicadas que estão alinhadas com a mensagem que eles viram no e-mail ou no site de referência. Oferecer um cupom neste ponto também pode ser uma boa idéia “.


Campus Party 2018 traz fundador da Apple, discussão sobre bitcoin e batalha de drones

A 11ª edição do evento acontece entre 31 de janeiro a 4 de fevereiro, no Anhembi, em São Paulo; Neste ano, 12 mil pessoas acamparão no local.

Campus Party, o maior evento de tecnologia e cultura nerd da América Latina, levará para São Paulo de discussões sobre a tecnologia por trás do bitcoin e sobre como a tecnologia pode fazer a diferença na sala de aula, além de palestras de peso, como a de Steve Wozniak, que fundou a Apple com Steve Jobs. Uma das novidades neste ano para quem visita a área aberta do evento é a batalha de drones, em que os pilotos tentam derrubar as aeronaves dos rivais

A 11ª edição da Campus Party ocorre no Pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo, entre 31 de janeiro a 4 de fevereiro. Neste ano, 12 mil pessoas acamparão no local.

A expectativa da organização é que o número de visitantes chegue a 100 mil. A capacidade total de conexão, um assunto sensível para campuseiros, será de 40 Gibabits por segundo. Pela primeira vez, haverá áreas com Wi-Fi e monitoramento para evitar ataques hacker.

“Aqui a gente monta a internet de uma cidade inteira em coisa de um dia”, brincou Franceso Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

Francisco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, durante apresentação da programação 2018 (Foto: Helton Simões Gomes/ G1)Francisco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, durante apresentação da programação 2018 (Foto: Helton Simões Gomes/ G1)

Francisco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, durante apresentação da programação 2018 

Bitcoin e Blockchain

Boa parte da programação de oficinas e palestras da Campus Party será dedicada a discutir o bitcoin, a moeda virtual que passou a chamar a atenção do mundo ao se valorizar mais de 1000% em 2017 e chegar próxima da cotação de US$ 20 mil. Só que o objetivo não será analisar se a criptomoeda enfrenta uma bolha especulativa ou não, debate que dominou o mundo financeiro em 2017.

O foco será a “blockchain”, a tecnologia por trás do bitcoin, que funciona como um livro contábil em que todas as transações com a moeda são registradas de forma segura e confiável. Don Tapscott, um dos principais palestrantes desse ano, subirá ao palco para falar sobre isso. Ele é autor do livro “Blockchain Revolution: How the Technology Underlying Bitcoin is Changing Business, Money and the World” (“Revolução Blockchain: Como a Tecnologia Sustentando o Bitcoin está Mudando Negócios, Dinheiro e o Mundo”).

Boné para tirar sono

Alguns dos eventos são levados à Campus Party por patrocinadores, como Petrobras, Visa, TV Globo e Ford. “Vocês poderiam se perguntar por que uma montadora de 115 anos está aqui. E eu poderia passar o dia inteiro falando disso. A gente veio porque aqui é um celeiro de tecnologia e inovação”, afirmou Fernão Silveira, diretor de comunicação para América Latina da Ford, que vai expor um Mustang 5.0 GT, modelo que a empresa começa a importar agora para o Brasil.

A montadora mostrará algumas de suas tecnologias, como seus serviços conectados para carros e até um boné que faz caminhoneiros que estiverem dirigindo ficarem acordados.

Drones, games e educação

Apesar de palestras e workshops serem feitos em uma área de acesso restrito aos campuseiros, há atividades na área aberta da Campus Party.

Em uma arena ocorrerá o campeonato brasileiro de drones, em que pilotos profissionais usam todas suas habilidades para correr mais rápido que os adversários. Lá também os visitantes do evento poderão participar de duelos de drones. Durante eles, a velocidade fica em segundo plano e o objetivo é derrubar a aeronave dos rivais.

Em outro espaço, ocorrerá torneios de games como “Dragon Ball Z”, “Counter Strike”, “Injustice 2”, entre outros.

Outra novidade de 2018 da Campus Party é uma nova área de atuação: a educação. Haverá oficinas de robótica para crianças e adolescentes e batalhas de robôs virtuais.

Simuladores

Também na área aberta, a Campus Party reunirá 8 simuladores, como asa delta a kart, por exemplo. O destaque fica por conta do MotionSphere, um simulador de sensações vivenciadas por pilotos de aviões super-rápidos. Ele é capaz de imitar acelerações, curvas e impactos de até sete vezes a força da gravidade.

Startups e universidade

Outra área a que os visitantes poderão ir e que já esteve presente em outras edições da Campus é a Startup & Makers. Nela, 120 empresas iniciantes de tecnologia mostrarão como funcionam seus negócios, em busca de parcerias e até de investidores.

Já na Campus Future, estudantes universitários expõem protótipos de novas tecnologias criadas a partir de suas pesquisas.


Os 11 pior pedaços de conselhos que você já ouviu (e o que fazer em vez disso)
O “2 centavos” de algumas pessoas deixa você com apenas isso.

Como instruções ruins, um conselho ruim pode orientá-lo fora da pista. Principais empresários e membros de The Oracles pesam sobre os piores conselhos que eles constantemente ouviram e o que fazer em vez disso.

Grant Cardone
Crédito da imagem: os oráculos

1. O sucesso é uma jornada, não um destino.

Quantas vezes você já ouviu a frase: “O sucesso é uma jornada, não um destino”? Por favor! O sucesso não é apenas uma “jornada”, é um estado sobre o qual você tem controle e responsabilidade. Nenhum clube da NFL conta a sua base de fãs que é a jornada que conta. Todo mundo sabe que é tudo sobre o anel: o Super Bowl. Um bombeiro que conduz um caminhão de bombeiros não está focado na jornada; Ele está focado em chegar ao fogo e colocá-lo fora.

Sua vida não é diferente. É o destino mais importante. As pessoas que dizem o contrário provavelmente correm um seminário ou tentam vender um livro. – Grant Cardone , especialista em vendas superior que construiu um império imobiliário de US $ 500 milhões e um autor de best-seller do NYT ; siga Grant no Facebook ou no YouTube

Tim Draper
Crédito da imagem: os oráculos

2. Recupere sua equipe.

Um conselho de consertos rápidos que ouço o tempo todo é: “acelerar sua equipe”. Na verdade, todo empresário deve manter seu time tão magro quanto possível até encontrar um produto forte ou um ajuste de mercado. Uma equipe maior não faz um melhor lucro.

Como mencionei no meu livro, Como ser o Startup Hero , uma vez que três grandes clientes estão pagando pelo seu serviço e estão dispostos a expandir sua compra, só então você pode “acelerar” o negócio. – Tim Draper , lendário VC, fundador da Draper Associates e DFJ

Michael Johnson
Crédito da imagem: os oráculos

3. Apenas seja positivo.

Na indústria do comportamento humano e otimização do potencial pessoal, as pessoas adoram dizer: “Apenas seja positivo”. Isso coloca as pessoas para um pesadelo de saúde mental! Ninguém é apenas positivo ou negativo; as pessoas mais bem sucedidas são equilibradas.

Se uma pessoa é excessivamente otimista, eles geralmente não consideram os riscos associados às suas ações ou aprendem através de tentativas e erros dolorosos. Muitos auto-proclamados “pensadores positivos” se espalha internamente por seus pensamentos negativos, ao mesmo tempo em que estabelecem expectativas irrealistas sobre se sentirem felizes ou pacíficas constantemente. É melhor ficar equilibrado: há uma hora e um lugar para todas as emoções. – Michael Johnson, “The Mojo Master”, palestrante e treinador de mentalidade para atletas profissionais e empresários de elite; siga Michael no Facebook

Michael Alden
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4. Siga o exagero.

Nova tecnologia gera exagero e desinformação. Recentemente, investei muito tempo e recursos em cryptocurrency. Eu estudei como se eu preparasse para o exame de bar. Ao analisar as tendências da corrente criptográfica, eu aprendi que você sempre deve fazer sua pesquisa. Não basta investir em algo porque seu amigo envia um texto dizendo: “Compre isso agora”. Atuar cegamente na histeria é uma receita para o desastre.

Em vez disso, faça perguntas. Leia sobre isso. Os bons empreendedores se adaptam e atuam rapidamente. Mas o melhor ato com informações confiáveis ​​para aumentar seus negócios e patrimônio líquido. Michael Alden , autor de best-seller e CEO daCloiXonné

Sharran Srivatsaa
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5. Não seja uma “aberração de controle”.

Todo empreendedor alto provavelmente foi criticado como um “freak de controle” em algum momento. No entanto, tendo em conta as inúmeras distrações diárias que os empresários encontram, se você quer fazer “um trabalho profundo” com um impacto abrangente, você tem de controlar o seu tempo para fazer cada dia uma obra-prima.

Meu “dia da obra-prima” é composto por seis categorias: comer, mover, dormir, trabalhar profundamente, servir e desenvolver pessoal. Cada categoria tem uma ação que eu posso realizar nesse dia, seja 30 minutos de exercício (mover) ou fazer uma chamada de inspiração 5am ​​Club (serviço). Para alcançar seu potencial, exerça controle sobre sua vida. – Sharran Srivatsaa , investidor-anjo e presidente da corretora (região ocidental) em Douglas Elliman; cresceu Teles Properties 10X em cinco anos

Steve Griggs
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6. Faça o que você ama e o dinheiro seguirá.

Durante anos, eu acreditei: “Faça o que você ama e o dinheiro vai seguir”. Eu perderia dinheiro em projetos e me dizia: “Não se preocupe, o dinheiro vai seguir”. Eu tive que desaprender esta lição do jeito difícil .

Em qualquer empreendimento, certifique-se de entender as finanças. Não se sinta culpado por fazer lucro. O lucro é a linha de vida de qualquer negócio. Em vez de apenas “fazer o que você ama”, eu digo, “seja justo, honesto e obtenha lucro”.

Outro conselho que eu ouvi dizer é “ficar sob o radar”. Não tenho certeza de como eu consegui isso embutido na minha cabeça; não faz sentido. Se as pessoas não o conhecem, elas não comprarão de você. – Steve Griggs , fundador e CEO da Steve Griggs Design ; O premier designer de paisagens da NYC transformou os quintais e os jardins do telhado em fugas privadas

Jared Goetz
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7. Sempre triturar.

Muitos empresários glorificam “o grind”. Não me interpretem mal: sou um grande proponente de trabalhar duro e fazer as coisas, mas acho que é tão importante, se não mais, ter equilíbrio.

Muitas vezes, os empresários ficam tão apanhados na moagem que não conseguem ver que o que eles estão trabalhando não os impulsiona. Trabalho inteligente. Concentre-se no seu bem-estar. Reserve tempo pessoal. Reflita. Estas práticas terão efeitos maciços e positivos sobre o seu sucesso. – Jared Goetz , empresário em série e especialista em comércio eletrônico; co-fundador de quatro empresas multimilionárias em cinco anos

John Hanna
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8. As decisões empresariais devem basear-se na lógica, e não nas emoções.

O conselho de fazer decisões comerciais lógicas soa racional, mas é falho. A neurociência provou que é impossível tomar decisões sem emoção. Todos entrámos em um campo de negócios armado com fatos, números e pesquisas independentes, pensando que nossa proposta é à prova de balas, apenas para receber um “No.” definitivo.

Isso porque a semente da motivação está no coração. Se você aplicar apenas lógica a negócios, você estará condenado a falhar porque a tomada de decisões é principalmente emocional. A paixão, a resistência e o zelo são impulsionados pelas emoções. Lógica, sabedoria e razão são ferramentas que a mente alavanca para que as decisões baseadas em emoções sejam bem-sucedidas. – John Hanna , autor de ” Way of the Wealthy ” e CEO doFairchild Group

Nafisé Nina Hodjat
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9. Seja um buldogue.

O pior conselho que recebi como advogado é: “Seja um buldogue”. Todos querem um advogado feroz e implacável. No entanto, um advogado de defesa criminal implacável e feroz sem uma estratégia holística só será efetivo em uma pequena porcentagem de casos.

Bruce Lee disse uma vez: “Seja como a água”. Resolvi muitos casos em favor dos meus clientes, adaptando a estratégia do caso e sendo aberto a abordagens não convencionais. Se sua única estratégia é ser bulldog no negócio, você vai sentir falta oportunidades para crescer e servir seus clientes de forma eficaz. -Nafisé Nina Hodjat, fundadora e advogada da Firma SLS

Shaun Rawls
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10. Fale até que você faça isso.

“Fake to till you make it” é uma estratégia de negócios em papel para novatos e um jogo de tolos para profissionais reais. Você nunca vai enganar aqueles que você quer conquistar, e você pode apenas prejudicar sua reputação em ascensão no processo.

Quanto ao “fazer”, o conhecimento é poder. Quanto mais você sabe, mais você cresce. Saiba tudo o que puder dos melhores líderes em sua indústria. Entrevistá-los; leve-os para o almoço; estudá-los. O melhor atalho para o sucesso é aprender com os melhores. Combine este conhecimento com autenticidade, e você terá uma proposição de valor única que o serve ao longo de sua carreira. – Shaun Rawls , empresário permanente, fundador e CEO da Rawls Consulting

Joe Kakaty
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11. Faça isso, como sempre, foi feito.

Os “especialistas” adoram pregar sobre como algo sempre foi feito. Seus métodos experimentados pelo tempo invariavelmente trabalhavam em “insert-mega-company-company-name-here”, e é por isso que ele vai funcionar para você. Mas apenas porque uma estratégia funcionou para uma grande marca corporativa não significa que ela funcionará em uma cultura inicial ou pode ser copiada para obter os mesmos resultados.

Se você está em uma indústria em rápida mudança como o negócio de mídia, sugiro recrutar uma mistura de especialistas experientes, bem como tipos de produtos em bruto, quebram o molde, que gostam de inovar. Quando resolver problemas, não fique preso em como algo já foi feito antes. Descubra o que funciona melhor para você. – Joe Kakaty , co-fundador e presidente da Poker Central

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6 CEOs de equívocos comuns sobre o desenvolvimento da Web

Lembre-se do seu último projeto de desenvolvimento web ? Você passou pelo orçamento, ultrapassou os prazos e ficou frustrado com quase todos os envolvidos em algum momento.

As más notícias? Foi difícil.

A notícia realmente ruim? Provavelmente foi culpa da sua equipe.

A maioria dos CEOs tem sérios equívocos sobre desenvolvimento web. Este é um problema porque as empresas são mais confiantes do que nunca em sua presença online.

CEOs em empresas de todos os tamanhos lutam com isso. Aqui estão seis mitos que a maioria dos CEOs luta com:

1. O desenvolvimento do site é fácil.

Os clientes geralmente solicitam um site “simples” de 20 páginas com uma configuração de log-in, pagamento on-line, um blog e outros widgets.

Sites como Facebook e Craigslist podem parecer simples, mas o trabalho de desenvolvimento necessário é demorado e complicado. O estranho é que quanto mais simples o design, muitas vezes o mais caro é o site. Alguns pedidos que parecem pequenos podem envolver um trabalho de desenvolvimento complicado e exigem dias de programação.

2. Todos devem estar envolvidos.

Ao invés de empacotar toda a equipe em uma sala de conferências para mostrar idéias envolvem apenas as pessoas que estarão fazendo o trabalho.

Compile sua estratégia de conteúdo, ativos de marca, objetivos de negócios e fluxos de usuários. Não gaste tempo medindo planejamento técnico profundo, arquitetura de banco de dados, layouts, projetos ou widgets.

3. Os sites são uma mercadoria.

Com o advento de modelos,  sites como 99designs e desenvolvimento offshore, muitos empresários mantem a percepção errônea de que o design web é uma mercadoria barata.

Aproveitar os modelos já criados pode funcionar para algumas empresas, mas para aqueles que são sérios sobre sua marca e presença on-line, tais alternativas não serão suficientes a longo prazo.

Considere seu site um investimento e consiga recursos apropriados para isso. Encontre uma equipe de designers que entenda seu negócio, faça as perguntas corretas e tenha clientes felizes. Uma boa equipe irá ajudá-lo a gerenciar seus objetivos junto com seu orçamento e encontrar soluções ótimas. Pode parecer caro, mas o retorno sobre o investimento valerá a pena.

4. Uma vez que um site é construído, está feito.

O desenvolvimento da Web não é uma atividade única. Uma vez que seu site é lançado, ele precisará ser mantido. Muitas empresas do midmarket têm equipes 24 horas atualizadas monitorando seus sites para garantir que permaneçam sem falhas.

Mesmo que o seu site não lide com um alto volume de tráfego, você ainda precisa de alguém atento à funcionalidade. Você também precisará atualizações de segurança e conteúdo fresco para fins de SEO .

5. Qualquer pessoa pode criar uma excelente experiência de usuário.

Você não pode construir o site você mesmo. Concentre-se em liderar seu negócio e melhorar seus produtos. Seu estagiário, primo ou cara de TI também não podem construir isso. Muito mais do que um conhecimento básico do design web, especialmente ao construir sistemas de pagamento e garantir a integração com os sistemas internos da empresa.

Existem ferramentas gratuitas de criação de sites que podem ser ótimas para inicialização iniciada ou executar um site de pequenas empresas. Mas eles não são robustos o suficiente para as necessidades dos negócios mais estabelecidos.

Para o seu site, você pode precisar de uma equipe para projetar principalmente a partir do zero, o que requer um conjunto de habilidades específicas. Deixe a empresa de design web contratada fazer o que faz melhor, mas certifique-se de que seus funcionários estão fazendo as perguntas certas sobre o público-alvo antes de começar.

6. É seu site, então você determina o design.

É natural querer micromanager o site da sua empresa. Infelizmente, a menos que você seja um web designer, este não é o trabalho para você. Você precisa confiar no seu web designer se desejar que os visitantes do site se tornem clientes pagantes.

Os designers da Web entenderão sua visão, mas você precisa deixá-los projetar. Eles conhecem a estrutura e o que ajuda os visitantes a se converterem em clientes.


Veja como funciona o aplicativo WhatsApp Business

Novo app pode ajudar empreendedores a gerenciar melhor a comunicação com clientes

São Paulo – O WhatsApp criou um aplicativo voltado exclusivamente para pequenas e médias empresas. Chamado WhatsApp Business, ele tem recursos extras para ajudar a vida dos empreendedores que atendem seus clientes pelo smartphone.

O app é como se fosse o resultado de um cruzamento do WhatsApp com o Slack, um mensageiro com recursos inteligentes. A interface amigável do WhatsApp é mais sóbria na sua versão para empresas, mas tudo segue simples como no aplicativo para consumidores finais. Testamos o novo aplicativo, confira o principais recursos dessa nova ferramenta de comunicação.

Mensagens rápidas

O recurso criado ao beber da fonte do Slack e outros apps (como o Telegram) é a automatização de mensagens. Você pode configurar atalhos, como “/obrigado” para criar textos de agradecimento que valorizem a sua companhia e reflitam seus valores, por exemplo.

Além das mensagens personalizáveis, também há mensagens para o período em que você estiver ausente e de apresentação.

Perfil

O perfil da sua empresa no WhatsApp Business é algo que você precisa preencher cuidadosamente. Ele é o cartão de visitas para diversos consumidores em potencial que chegarem a você por esse canal mobile de comunicação. É possível adicionar informações cruciais, como endereço, site oficial, segmento de atuação, e-mail e horário de trabalho.

Métricas

Um recurso interessante para viciados em métricas é o menu de estatísticas, encontrado na seção de configurações da sua empresa. Ele é bem básico, mas pode ser uma maneira de mensurar o uso da sua conta corporativa. Dá para ver dados sobre as mensagens enviadas, entregues, lidas e recebidas.

Etiquetas

Para facilitar a identificação de mensagens, tarefa cada vez mais difícil com o passar do tempo, o WhatsApp Business tem uma função de etiquetas. A ideia é usar marcadores como “pago”, “novo cliente”, “pagamento pendente”, etc. É possível também adicionar novas etiquetas. Para isso, basta abrir uma conversa, tocar no ícone do menu, no canto superior direito da interface e escolher a opção referente a adicionar novas etiquetas.


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