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Dominando o “this” em JavaScript

A palavra-chave “this” em JavaScript confunde desenvolvedores novos e experientes. Leia este artigo e domine o “this” em JavaScript!

A palavra-chave this em JavaScript confunde desenvolvedores JavaScript novos e experientes. Este artigo pretende elucidar a questão de uma vez, deixando claro como usar this corretamente em todos os cenários, incluindo situações mais peculiares em que normalmente this se revela mais difícil de ser compreendido.

Em JavaScript, usa-se this de forma semelhante ao uso de pronomes em linguagens naturais, como o inglês ou francês. Escreve-se: “João está correndo rápido porque ele está tentando pegar o trem”. Note o uso do pronome “ele”. Poderia se ter escrito: “João está correndo rápido porque João está tentando pegar o trem”. Não se reutiliza “João” dessa maneira, pois se assim fosse, nossa família, amigos e colegas nos abandonariam… De uma maneira graciosamente semelhante, em JavaScript se usa a palavra-chave this como um atalho, um referente; ou seja, o sujeito no contexto ou o sujeito do código em execução.

Exemplo:

Se se usa person.firstName e person.lastName, tal como no último exemplo, o código se torna ambíguo. Considere que poderia haver outra variável global (você estando ciente dela ou não) com o nome “person”. Em seguida, as referências a person.firstName poderiam tentar acessar a propriedade firstName da variável global person e isso poderia levar a erros difíceis de serem depurados. Portanto, usa-se a palavra-chave this não apenas para fins “estéticos” (isto é, como um referente), mas, também, para fins de precisão. Seu uso realmente torna o código mais inequívoco, assim como o pronome “ele” tornou a frase mais clara, informando que se estava referindo ao João específico do início da frase.

Assim como o pronome “ele” é usado para se referir ao antecedente (substantivo a que um pronome se refere), a palavra-chave this é similarmente usada para se referir a um objeto a que a função (onde this é usado) está vinculada. Esta palavra-chave não se refere apenas ao objeto, mas também contém o valor do objeto. Assim como o pronome, isso pode ser pensado como um atalho (ou um substituto razoavelmente não-ambíguo) para se referir ao objeto no contexto (o “objeto antecedente”).

O básico sobre this em JavaScript

Primeiramente, é preciso saber que todas as funções em JavaScript têm propriedades, assim como os objetos têm propriedades. E quando uma função é executada, ela obtém a propriedade this — uma variável com o valor do objeto que invoca a função na qual this é usado.

A referência ao this sempre se refere a (e contém o valor de) um objeto — um objeto singular — e normalmente é usado dentro de uma função ou método, embora possa ser usado fora de uma função no escopo global.

Quando em modo estrito (strict mode), this mantém o valor undefined em funções globais e em funções anônimas que não estão vinculadas a nenhum objeto.

this é usado dentro de uma função (digamos função “A”) e ele contém o valor do objeto que invoca a função A. Isso é preciso para acessar métodos e propriedades do objeto que invoca a função A, especialmente porque nem sempre é possível saber o nome do objeto invocador e, às vezes, não há nenhum nome para usar para se referir ao objeto invocando. Na verdade, this é realmente apenas um atalho-referência ao “objeto antecedente” (ou o objeto invocador).

Reflita sobre este exemplo básico que ilustra o uso de this em Javascript:

E também considere este exemplo em jQuery:

Explicando melhor o exemplo jQuery anterior: o uso de $( this ), que é a sintaxe da jQuery para esta palavra-chave em JavaScript, é usado dentro de uma função anônima, que é executada no “on click” do botão. A razão pela qual $( this ) está vinculado ao objeto de botão é porque a jQuery vincula $( this ) ao objeto que invoca o método de clique. Portanto, $( this ) terá o valor do objeto jQuery ($( 'button' )) mesmo que $( this ) seja definido dentro de uma função anônima que não pode acessar a variável “this” na função externa.

Importante ressaltar que o botão é um elemento DOM na página HTML e também é um objeto; neste caso, é um objeto jQuery porque está envolvido na função jQuery $().

A maior pegadinha com this em JavaScript

Se você entender este princípio de JavaScript, você entenderá a palavra-chave “this”: não é atribuído um valor a this até que um objeto invoque a função na qual this é definido.

Para fins didáticos, considere onde this está definido como “Função this”. Mesmo que pareça que this se refere ao objeto onde ele é definido, isso só acontece quando um objeto chama a “Função this” a que this está atualmente atribuído. E o valor atribuído é baseado exclusivamente no objeto que invoca a “Função this”.

this tem o valor do objeto sendo invocado na maioria das circunstâncias. No entanto, existem alguns cenários nos quais this não tem o valor do objeto sendo invocado. Cenários estes visto mais à frente.

O uso de this em escopo global

No escopo global, quando o código está sendo executado no navegador, todas as variáveis globais e funções são definidas no objeto window. Portanto, quando se usa this em uma função global, ele se refere a (e tem o valor de) o objeto window global — não no strict mode, como observado anteriormente –, que é o contêiner principal de toda a aplicação JavaScript ou página da web.

Deste modo:

Quando this é mal compreendido e se torna complicado

A palavra-chave this é mais mal compreendida em “métodos emprestados”; quando se atribui um método que usa this para uma variável; quando uma função que usa this é passada como uma função de callback e; quando this é usado dentro de uma closure (uma função interna).

Um pouco sobre “contexto” antes de continuarcontexto em JavaScript é semelhante ao assunto de uma frase na escrita normal. Na frase “João é o vencedor quem devolveu o dinheiro.” o sujeito da sentença é João e é possível afirmar que o contexto da sentença também é João porque o foco da sentença está nele neste momento particular da sentença. Mesmo o pronome “quem” está se referindo a João, o antecedente. E tal como é possível usar um ponto-e-vírgula para mudar o assunto da frase, também é possível ter um objeto que é o contexto atual e mudar o contexto para outro objeto invocando a função com outro objeto.

Similarmente, em código JavaScript:

Ajustando this quando usado em um método callback

As coisas ficam um pouco cabeludas quando passamos um método (que usa this) como um parâmetro para ser usado como uma função de retorno (callback). Por exemplo:

No código acima, uma vez que o botão ($( 'button' )) é um objeto e se está passando o método user.clickHandler() no clique como um callback, sabe-se que this dentro do método user.clickHandler() não mais se refere ao objeto userthis agora se refere ao objeto em que o método user.clickHandler é executado porque este é definido dentro do método user.clickHandler. E o objeto que invoca user.clickHandler é o objeto de botão — user.clickHandler será executado dentro do método de clique do objeto-botão.

Importante observar que, mesmo que se esteja chamando o método clickHandler() através de user.clickHandler (o que é preciso fazer, já que “clickHandler” é um método definido no “user”), o método clickHandler() será executado com o objeto button como contexto para que “this” agora se refere. Então, this agora se refere ao objeto de botão ($( 'button' )).

Neste ponto, deve ser claro quando o contexto muda — quando se executa um método em algum outro objeto do qual o objeto foi originalmente definido, a palavra-chave this já não se refere ao objeto original, no qual this foi originalmente definido, mas se refere ao objeto que invoca o método onde this foi definido.

Solução para corrigir this quando um método é passado como uma função de callback

Como realmente se quer que this.data faça referência à propriedade de dados no objeto “user”, é possível usar os métodos bind()apply() ou call() para definir especificamente o valor de this.

Ao invés dessa linha:

Deve-se usar bind() para clickHandler, assim:

Ajustando this dentro de um closure

Outro exemplo de quando this é mal compreendido é quando se usa um método interno ou closure. É importante observar que closures não podem acessar a função externa dessa variável usando a palavra-chave this porque essa variável é acessível somente pela própria função e não por funções internas. Por exemplo:

this dentro da função anônima não pode acessar o this da função externa, então ele se refere ao objeto global window (quando o strict mode não está sendo usado).

Solução para manter this dentro de funções anônimas

Para sanar a questão, usa-se uma prática comum em JavaScript: atribuir o valor de this a uma variável antes de entrar no forEach:

É bastante comum na comunidade JavaScript escolher o nome “that” para este tipo de “contorno”, caso em que a atribuição da variável (e posteriores referências) ficariam como:

Ajustando this quando método é atribuído a uma variável

Se se atribui um método que usa this a uma variável, o valor de this quase escapa à imaginação. Como em:

Solução para manter this quando um método é atribuído a uma variável

É possível sanar a questão definindo especificamente o valor de this com o método bind:

Ajustando this em “métodos emprestados”

“Métodos emprestados” é uma prática comum no desenvolvimento em JavaScript. Veja o exame da relevância de this no contexto de métodos emprestados.

this do método avg não se referirá ao objeto gameController; ele se referirá ao objeto appController porque está sendo chamado no appController.

Solução para manter this quando um método é atribuído a uma variável

Para corrigir o problema com a garantia de que o this dentro do método appController.avg() se refere a gameController, usa-se o método apply() assim:

O objeto gameController toma emprestado o método avg() de appControllerthis dentro do método appController.avg() será definido para o objeto gameController porque se passa o objeto gameController como o primeiro parâmetro de apply() — o primeiro parâmetro no método apply() sempre define o valor de this explicitamente.

Palavras finais sobre o this em JavaScript

Como visto, this fica um pouco problemático em situações onde o contexto original muda, especialmente em funções de callback, quando invocado com um objeto diferente ou em métodos emprestados. Lembre-se: this é atribuído ao valor do objeto que invocou a função. Mas, ao terminar de ler este artigo, certamente você aprender e/ou revisou o suficiente sobre this em JavaScript e agora tem as ferramentas e técnicas necessárias para trabalhar nos cenários mais inóspitos.

Até lá, bons códigos e boa sorte!


URLs amigáveis (slug) à WordPress

Apenda a gerar URLs amigáveis como é feito no WordPress e implemente em seu sistema PHP

desenvolvimento web em WordPress é excelente! O CMS já vem com diversas funções e funcionalidades para facilitar a vida de desenvolvedores e, até mesmo, de pessoas que não tem o mínimo conhecimento em programação (um dos objetivos é esse, mesmo).

Mas muitos desenvolvedores, principalmente os ainda incipientes, esquecem que o WordPress nada mais é do que PHP! Claro, o WP é nada mais, nada menos, que um sistema feito em PHP, como você e eu poderíamos ter feito. Mas, por motivos que me fogem ao conhecimento, as pessoas esquecem isso… Talvez o nível de abstração em programação que o CMS proporcione seja o “culpado”, mas, sinceramente, não tenho certeza.

Então, se você tiver a curiosidade de vasculhar os arquivos PHP que fazem do WordPress o que ele é, vai ter uma grata surpresa e encontrar uma rica fonte de scripts, funções e funcionalidades que você sempre quis implementar e não sabia como!

URLs amigáves à WordPress

Por exemplo, muitos querem implementar uma estrutura de URLs amigáves (gerar os famosos “slugs”) em sistemas desenvolvidos do zero  – seja através de frameworks ou em PHPU (“PHP Unha”) -, mas não sabem como. Ora, se sabemos que o WordPress possui um ótimo sistema de geração de slugs e temos acesso a seu código-fonte, tudo o que é preciso é vasculhar o código-fonte e encontrar as funções certas.

Seguindo o exemplo de gerar slugs, procurando um pouco, é possível saber que as funções necessárias se encontram em /wp-includes/formatting.php. E, como era de se esperar, as funções estão devidamente documentadas com seu escopo, parâmetros e retorno. Precisa de mais?

Para gerar URLs amigáveis à WordPress, são necessárias 4 funções. 3 “preliminares” que são:

E, com essas funções devidamente estabelecidas, a função que gera os slugs, propriamente dita:

Então, para gerar um slug em seu próprio sistema depois de implementar as funções mostradas, basta escrever:

Achou o nome da função grande ou feio? Você tem o código, altere como bem entender!

Considerações finais

O WordPress é software livre (registrado sob a licença GPL), então você pode pegar essas 4 funções e implementar em seu site/sistema/softwares sem o medo de receber uma cartinha do advogado da equipe WordPress amanhã ou depois.

Fica uma pergunta: você tem um software livre à disposição e fica quebrando a cabeça em busca de soluções de código que já existem e estão implementadas nele? Vasculhe todo o código fonte (veja alguns recursos que ajudam no artigo sobre ferramentas e recursos para desenvolvimento web) e procure por aquilo que vai lhe ser útil!

Não seja tímido! 😉


Pixels, pixels ou pixels? Dicas de Web Mobile com viewport

Foi-se o tempo em que pixel significava apenas o menor ponto na tela. Bastava dizer que uma imagem tinha 200px, e então ela ocuparia 200 pontos, ou seja, 25% de uma tela de tamanho padrão 800×600.

Mas o mundo mobile mudou completamente o jogo e, hoje, o conceito de pixel pode significar várias coisas.

(Atualização: escrevi mais detalhadamente sobre esses aspectos dos pixels diferentes e viewport, incluindo telas retina, no meu livro A Web Mobile, publicado pela editora Casa do Código. Se você estuda design responsivo, sites mobile, e assuntos relacionados, vai gostar desse livro.)

Os primeiros Smartphones

Era muito comum que os smartphones da Nokia lá pelos idos de 2007 tivessem uma resolução de 240×320 pixels, como um N95.

Quando surgiu o primeiro iPhone, sem teclado e só touch, a Apple decidiu explorar um tamanho maior de tela, 320×480 pixels. Era o dobro dos pixels normalmente usados na época, com um tamanho físico mais ou menos também com o dobro do tamanho.

Esses valores representam o tamanho físico do aparelho, o número de pixels físicos existentes. Na prática, um iPhone conseguia exibir páginas com mais que 320 pixels de largura. O truque era trabalhar com a ideia de zoom.

Na imagem anterior, abrimos o site da Caelum, que tem 960px de largura, em um iPhone de 320px. Repare como, apesar de menor, o Site está sendo renderizado corretamente.

Mas nosso HTML e CSS não foi codificado pensando em 320px, e sim em 960px. Quando colocamos a imagem do logotipo, por exemplo, nosso HTML diz <img src=".." width="160" height="50">. E, obviamente, o logo não está sendo renderizado a 160px, senão ocuparia metade da tela de 320px do iPhone. Se você medir, verá que o logo está sendo renderizado em mais ou menos 52px, ou 1/6 da tela do iPhone.

CSS pixels e o layout viewport

Repare que usamos uma medida de pixels no HTML/CSS que difere do pixel real usado na tela. O navegador do iPhone, na verdade, se comporta como se tivesse 980px de largura, embora o aparelho tenha apenas 320px. Isso é feito para que o usuário possa ver páginas feitas para Desktop sem problemas.

Nossa página funciona como se tivéssemos 980px disponíveis. Quando escrevemos “245px” no CSS, estamos nos referindo a 1/4 dessa tela imaginária de 980px. Na hora de exibir, porém, os 980px serão encaixados nos 320px reais, aplicando um zoom out.

Essa tela imaginária de 980px é o que chamamos de layout viewport. É o tamanho com o qual trabalhamos no nosso HTML/CSS, sem nos preocuparmos com a renderização no aparelho. Repare que um pixel no layout viewport tem outro significado do pixel físico do aparelho. É comum chamá-lo de CSS pixel.

Zoom e o visual viewport

Mas navegar no celular nessa página gigante sem zoom é praticamente impossível. A grande diferença da navegação mobile com a Desktop é o frequente uso do zoom e o scroll em todas as direções.

Na imagem acima, demos um zoom para ver mais detalhes. Repare que a o layout da página continua o mesmo. Um elemento de “245px” continua ocupando 1/4 do total do nosso layout viewport. A diferença é que, agora, só estamos visualizando uma parte do layout viewport; o restante está fora da tela, e precisaríamos fazer scroll para ver.

Isso nos leva para outro conceito importante: o visual viewport, que representa o tanto do layout viewport que conseguimos visualizar no momento.

Geralmente não estamos interessados no tamanho do visual viewport. Lembre que os CSS pixels são sempre relativos ao layout viewport.

Sites mobile e a meta tag viewport

Abrir um site Desktop no celular é uma experiência pouco agradável. Frequentemente, vamos querer criar uma página otimizada para mobile, que não demande tanto zoom e já mostre o conteúdo em tamanho e formato interessantes para uma tela tão pequena.

Como fazer? Obviamente, não podemos deixar a página com layout fixo em, por exemplo, 960px. Podemos tentar um width:100% no elemento principal, pensando em se adaptar a diversos tamanhos de tela.

Nosso layout viewport é considerado como 980px e o site é mostrado como se fosse de Desktop, com zoom mínimo e conteúdo praticamente ilegível. Que tal colocar width:320px, o tamanho real do dispositivo?

O layout viewport continua em 980px mas o conteúdo fica em 320px. O usuário precisa dar zoom para visualizar e, pior, a página fica com um imenso espaço em branco.

O que precisamos é uma forma de redimensionar o layout viewport para que ele seja mais adequado a tela pequena do mobile. A Apple introduziu uma meta tag viewport no iPhone que, depois, foi adotada em praticamente todas as plataformas móveis – Android, Opera, Windows Phone etc.

<meta name="viewport" content="width=320">

Isso indica ao navegador que o layout viewport deve ser 320px. Agora, colocar width:100% vai significar 320px, deixando a visualização mais confortável.

Viewport flexível com device-width

Deixar “320” fixo na nossa tag de viewport pode não ser uma boa ideia. Há diversos aparelhos diferentes no mercado, cada um com tamanho diferente. E mobile agora também inclui tablets, como o iPad, que tem largura de 800px.

É possível deixar a meta tag viewport com tamanho flexível, baseado no tamanho do aparelho. Basta usarmos:

<meta name="viewport" content="width=device-width">

Isso assumirá o valor, por exemplo, de 320px no iPhone e 800px no iPad. Outros aparelhos poderão assumir outros valores.

Altíssimas resoluções

Antes de aparecerem os Androids de alta resolução e, depois, o iPhone 4, toda a história dos pixels se resumia a diferença entre os CSS pixels e os device pixels. Isso porque um device pixel no iPhone clássico significava um pixel físico na tela.

A retina display mudou isso. O iPhone 4 passou a vir com resolução de 640×960 pixels, melhorando a renderização de textos e imagens. Outros celulares foram até além. O Galaxy Nexus, por exemplo, tem resolução HD de 720x1280px.

Como ficam nossas páginas mobile então que assumiam uma resolução bem menor? Com resolução tão alta quanto um Desktop, os celulares mais modernos vão renderizar as páginas bem pequenas, como um site Desktop? Nossas páginas continuam funcionando porque esses dispositivos de alta resolução continuam reportando um device-width de 320px, pra manter a compatibilidade.

A ideia de reportar um device-width diferente do tamanho de pixels físicos surgiu no Android e depois foi copiada pelo iOS e outras plataformas.

Dessa forma, conseguimos evoluir a resolução da tela com densidades de pixels maiores (dpi) sem afetar a forma como o usuário usa nosso Site mobile, que continua otimizado para telas pequenas.

Os três pixels

Um pixel, pode então, representar três conceitos diferentes quando lidamos com mobile:

Pixel físico: número real de pixels na tela. Nos celulares modernos, é um número altíssimo, com ótima resolução, geralmente com densidade acima de 300 dpi.

Device pixel: é o número de pixels reportado pelo aparelho como sendo seu tamanho. É pensado pra ser um valor que ofereça conforto visual para o usuário olhando para aquele tamanho de tela. É comum que esse valor seja 320px em celulares, copiado do iPhone original.

CSS pixel: é o que usamos no HTML/CSS como px, representando um tamanho dentro do layout viewport. Quando colocamos a meta tag viewport com valor width=device-width, estamos dizendo que nosso CSS pixel é igual a um Device pixel.

Hoje, no Desktop, esses três pixels são equivalentes**. Mas, em breve, teremos que lidar com esse tipo de diferença também no Desktop com a chegada das telas de alta densidade também aos computadores.

Lidando com zoom

Mesmo otimizando nossa página para 320px, o usuário ainda pode dar zoom na página. Em alguns cenários, pode ser interessante desabilitar o zoom, o que pode ser feito na tag viewport com user-scalable:

<meta name="viewport" content="width=device-width, user-scalable=no">

De maneira geral, é interessante deixar o usuário dar zoom caso queira, já que este é um gesto comum ao usar a Web no celular. Podemos, porém, controlar os níveis de zoom com as propriedades minimum-scale e maximum-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, minimum-scale=0.5, maximum-scale=4">

O código acima indica que o usuário pode aumentar até 4x a página e diminuir até pela metade.

Podemos controlar também o nível padrão de zoom quando a página é aberta, com initial-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0">

O valor 1.0 é muito comum quando trabalhamos com device-width e significa o zoom padrão. Se tivermos uma página Desktop não otimizada pro viewport de mobile, podemos usar essa propriedade para controlar o zoom inicial (lembre que o inicial é mostrar todo o layout viewport de 980px, o que pode não ser interessante).

Por fim, é importante citar um bug do iOS que afeta o zoom e o viewport quando rotacionamos o dispositivo em uma página com width=device-width que permita zoom. Se você abre a página no modo retrato, ele vai assumir o scale como 1.0, deixando o visual viewport igual ao layout viewport. Ao rotacioná-lo para modo paisagem, o dispositivo mantém o visual viewport no valor antigo, mas aumentando o layout viewport. Na prática, a página dá zoom automático e o lado direito da página não fica visível. O usuário, que não deu zoom, precisa diminuir o zoom para ver tudo.

É um bug famoso que acontece só no Mobile Safari do iOS, não existindo no Android e outras plataformas. A solução mais direta é desabilitar o zoom por completo, algo que é feito em diversos sites mobile por causa desse bug. Mas não é a solução ideal, já que poder dar zoom é uma feature que interessa ao usuário mobile. Existem alguns hacks para tentar resolver esse problema no iOS.

Conclusão

Trabalhar com telas diferentes é um grande desafio. O uso da meta tag viewport procura facilitar a padronização das páginas nos mais diversos tamanhos de telas e densidades de pixels. Compreender os diferentes significados de viewports e pixels é essencial para se desenvolver para mobile.

E, usando ainda media queries, podemos criar páginas que se adaptem facilmente a diversos dispositivos.

O curso WD-43 da Caelum, de desenvolvimento Web, trata também de tópicos de Web Mobile. Mostramos o uso do viewport e media queries para criação de uma página responsiva. Além disso, meu livro A Web Mobile, aprofunda em diversos assuntos de design responsivo e aspectos técnicos de sites para dispositivos móveis.

Referências

** No Desktop, quando damos zoom numa página, também temos a complicação dos viewports diferentes e a diferença entre CSS pixels e device pixels. Mas, na prática, todo mundo ignora e assume zoom de 100%, onde os CSS pixels são iguais aos device pixels.


Os elementos essenciais da construção de um site de comércio eletrônico

Se você planeja vender qualquer coisa online, ter um plano de comércio eletrônico é tão importante quanto seu plano de negócios original.

O primeiro passo para escrever um plano de e-business é decidir qual o tipo de experiência que você deseja que seus clientes online tenham. Pense não só hoje, mas também em dois e cinco anos na estrada.

Seus planos de comércio eletrônico começam com os objetivos do site. Quem são seus clientes-alvo? O que eles precisam? Eles estão apenas recebendo informações ou podem comprar produtos no seu site? Essas questões-chave, perguntadas e respondidas com antecedência, determinarão quanto tempo e dinheiro você precisará desenvolver e manter uma presença on-line.

Em segundo lugar, decida quais produtos ou serviços você oferecerá. Como você irá posicioná-los e exibi-los? Você oferecerá compras on-line e off-line? Como você vai lidar com o transporte e os retornos?

Além disso, não negligencie a necessidade do cliente de alcançar uma pessoa ao vivo. Um número de telefone gratuito deve ser exibido de forma proeminente que os clientes podem ligar em qualquer momento para que suas perguntas sejam respondidas por uma pessoa ao vivo.

Se você decidir vender online, você precisará de um componente de carrinho de compras, que é um meio de lidar com o processamento do cartão de crédito e um processo organizado de realização de pedidos.

Finalmente, mesmo que você crie um site incrível, não assuma que as pessoas vão encontrá-lo por conta própria. Se você quiser desenvolver um fluxo consistente de tráfego para seu site, é essencial que você planeje e mantenha uma estratégia de promoção contínua e multifacetada que seja cuidadosamente orientada para o seu público.

Uma vez que você decidiu ter um site, um de seus primeiros itens de “fazer” é criar uma lista de possíveis nomes de sites ou URLs.

Em seguida, execute, não passe, com o computador mais próximo, acesse a internet, acesse seu mecanismo de pesquisa favorito e digite “registro de domínio”. Você encontrará uma lista de empresas, como networksolutions.com, godaddy.com e register.com, que o guiarão no processo de registro de domínio simples.

Por uma taxa modesta (US $ 8 a US $ 75), você pode registrar um nome de domínio por um ou mais anos.

A partir dos nomes disponíveis, escolha um que seja fácil de soletrar e lembrar, e descreve o que sua empresa faz. Certifique-se, no entanto, você não está impondo a marca registrada de outra pessoa ou o nome com direitos autorais. Em muitos casos, o nome da sua empresa, com a adição de dot-com (www. [YourCompanyName] .com) é um nome de domínio adequado que você deve se registrar.

Depois de registar o seu nome de domínio e ter um plano no lugar para o que deseja oferecer aos potenciais e existentes clientes on-line, o próximo grande desafio é projetar e construir seu site real e presença on-line.

oque faz um bom website? Antes de se enredar em detalhes de design, obtenha o grande quadro escrevendo um esboço do site. O conteúdo que você desenvolve e publica deve se relacionar diretamente e ajudá-lo a atingir os objetivos e metas que você definiu para o site.

Um esquema bem pensado do site inclui:

Conteúdo. A chave para um site bem sucedido é o conteúdo. Dê aos visitantes do site muitas informações interessantes, incentivos para visitar e comprar, e formas de contatá-lo. Uma vez que seu site esteja funcionando, atualize e adicione conteúdo fresco para manter as pessoas voltando.

Estrutura. Decida quantas páginas ter e como elas serão vinculadas entre si. Escolha gráficos e ícones que melhorem o conteúdo.

Desenhar. Com o conteúdo e estrutura no local, o design do site vem próximo. Se você está usando um designer externo ou fazendo isso sozinho, concentre-se na simplicidade, legibilidade e consistência. Lembre-se de se concentrar no que deseja realizar.

Navegação. Facilite e aproveite os visitantes para navegar no site. Por exemplo, não utilize mais de dois ou três links para áreas principais e nunca deixe visitantes em um beco sem saída.

Credibilidade. Este é um problema que não deve ser perdido nos sinos e assobios de estabelecer um site. Seu site deve chegar a cada visitante, dizendo a essa pessoa por que ele ou ela deve comprar seu produto ou seu serviço. Deve parecer muito profissional e dar aos clientes potenciais o mesmo sentimento de confiança que receberiam com um telefonema ou uma visita pessoal com você. Lembre os visitantes de que você não existe apenas no ciberespaço. As informações completas de contato da sua empresa – nome da empresa, endereço completo, telefone, fax e e-mail – devem aparecer em todas ou todas as suas páginas da Web individuais e serem exibidas de forma proeminente na página inicial do seu site, a LCF Host pode te ajudar a desenvolver seu comercio eletrônico, clique aqui e saiba mais.

 


6 CEOs de equívocos comuns sobre o desenvolvimento da Web

Lembre-se do seu último projeto de desenvolvimento web ? Você passou pelo orçamento, ultrapassou os prazos e ficou frustrado com quase todos os envolvidos em algum momento.

As más notícias? Foi difícil.

A notícia realmente ruim? Provavelmente foi culpa da sua equipe.

A maioria dos CEOs tem sérios equívocos sobre desenvolvimento web. Este é um problema porque as empresas são mais confiantes do que nunca em sua presença online.

CEOs em empresas de todos os tamanhos lutam com isso. Aqui estão seis mitos que a maioria dos CEOs luta com:

1. O desenvolvimento do site é fácil.

Os clientes geralmente solicitam um site “simples” de 20 páginas com uma configuração de log-in, pagamento on-line, um blog e outros widgets.

Sites como Facebook e Craigslist podem parecer simples, mas o trabalho de desenvolvimento necessário é demorado e complicado. O estranho é que quanto mais simples o design, muitas vezes o mais caro é o site. Alguns pedidos que parecem pequenos podem envolver um trabalho de desenvolvimento complicado e exigem dias de programação.

2. Todos devem estar envolvidos.

Ao invés de empacotar toda a equipe em uma sala de conferências para mostrar idéias envolvem apenas as pessoas que estarão fazendo o trabalho.

Compile sua estratégia de conteúdo, ativos de marca, objetivos de negócios e fluxos de usuários. Não gaste tempo medindo planejamento técnico profundo, arquitetura de banco de dados, layouts, projetos ou widgets.

3. Os sites são uma mercadoria.

Com o advento de modelos,  sites como 99designs e desenvolvimento offshore, muitos empresários mantem a percepção errônea de que o design web é uma mercadoria barata.

Aproveitar os modelos já criados pode funcionar para algumas empresas, mas para aqueles que são sérios sobre sua marca e presença on-line, tais alternativas não serão suficientes a longo prazo.

Considere seu site um investimento e consiga recursos apropriados para isso. Encontre uma equipe de designers que entenda seu negócio, faça as perguntas corretas e tenha clientes felizes. Uma boa equipe irá ajudá-lo a gerenciar seus objetivos junto com seu orçamento e encontrar soluções ótimas. Pode parecer caro, mas o retorno sobre o investimento valerá a pena.

4. Uma vez que um site é construído, está feito.

O desenvolvimento da Web não é uma atividade única. Uma vez que seu site é lançado, ele precisará ser mantido. Muitas empresas do midmarket têm equipes 24 horas atualizadas monitorando seus sites para garantir que permaneçam sem falhas.

Mesmo que o seu site não lide com um alto volume de tráfego, você ainda precisa de alguém atento à funcionalidade. Você também precisará atualizações de segurança e conteúdo fresco para fins de SEO .

5. Qualquer pessoa pode criar uma excelente experiência de usuário.

Você não pode construir o site você mesmo. Concentre-se em liderar seu negócio e melhorar seus produtos. Seu estagiário, primo ou cara de TI também não podem construir isso. Muito mais do que um conhecimento básico do design web, especialmente ao construir sistemas de pagamento e garantir a integração com os sistemas internos da empresa.

Existem ferramentas gratuitas de criação de sites que podem ser ótimas para inicialização iniciada ou executar um site de pequenas empresas. Mas eles não são robustos o suficiente para as necessidades dos negócios mais estabelecidos.

Para o seu site, você pode precisar de uma equipe para projetar principalmente a partir do zero, o que requer um conjunto de habilidades específicas. Deixe a empresa de design web contratada fazer o que faz melhor, mas certifique-se de que seus funcionários estão fazendo as perguntas certas sobre o público-alvo antes de começar.

6. É seu site, então você determina o design.

É natural querer micromanager o site da sua empresa. Infelizmente, a menos que você seja um web designer, este não é o trabalho para você. Você precisa confiar no seu web designer se desejar que os visitantes do site se tornem clientes pagantes.

Os designers da Web entenderão sua visão, mas você precisa deixá-los projetar. Eles conhecem a estrutura e o que ajuda os visitantes a se converterem em clientes.


O que realmente impulsiona o crescimento das vendas e a repetição de negócios?
Dica: não é a capacidade de seus clientes potenciais de comprar, nem o quão grande é o seu produto ou serviço.

As opiniões expressas pelos contribuintes do Empreendedor são suas …
Alguma vez você já analisou o que realmente impulsiona as vendas no seu negócio? A maioria das pessoas atribui sua resposta ao marketing ou a novas ligações. Esses podem ser drivers, mas não o principal driver para pequenas empresas.

O que faz com que uma pessoa compre com você por anos, fazendo o possível para chegar até você, enquanto o cara do outro lado da rua não põe os pés na sua porta? Normalmente, quando faço essa pergunta, recebo comentários sobre o quão ótimo é o produto e o serviço. Quando pergunto por que o cara do outro lado da rua não vai usar você, eu costumo obter alguma explicação sobre falta de necessidade ou capacidade de compra.

Essas respostas podem ser verdadeiras, mas isso não faz nenhuma correção.

Passei os últimos sete anos estudando essas questões e procurando a verdade e a resposta correta. Surpreendentemente, a resposta certa é muito mais fácil de entender do que eu pensava que seria. Em vez de ter que se tornar um especialista no assunto, eu vou salvar você anos e dizer o que encontrei.

A verdade e a resposta correta.

Se você deseja impulsionar o crescimento das vendas e repetir os negócios, ele se resume a entender e implementar uma estratégia: o conteúdo cria relacionamentos, relacionamentos criam confiança e a confiança é igual a vendas. Pense nessa declaração por um minuto. É verdade na sua vida pessoal e comercial agora.

O conteúdo cria relacionamentos.

Desde o início do homem, como construímos relacionamentos? Criamos conteúdo. Se eu me encontrasse solteira amanhã e em uma data, eu trabalharia para construir um relacionamento com a pessoa com quem eu estava namorando falando com eles – ou seja, criando conteúdo.

Nas vendas de B2B por muitos anos, as pessoas criaram conteúdo tendo todo o conhecimento e revelando perspectivas de vendas sobre os grandes recursos e benefícios de máquinas novas e surpreendentes. Hoje, criamos conteúdo para nossos sites e e-books, bem como para downloads ou vídeos para publicar no YouTube.

Por que fazemos tudo isso? Simplificando, o conteúdo cria relacionamentos. E se o seu cliente procura comprar algo de valor significativo de você, primeiro você precisará de um relacionamento para fazer isso acontecer. Uma vez que temos um relacionamento, o que acontece?

Os relacionamentos criam confiança.

A maioria das pessoas não confia plenamente em alguém que acabou de conhecer, independentemente de ser um relacionamento comercial ou pessoal. A natureza humana é dar um pouco de confiança e ver se alguém vale a pena confiar mais. Em outras palavras, faça com que ganhem. É por isso que entregar, no mínimo, o que você disse que seria tão de vital importância.

Este é o lugar onde um bom serviço ao cliente, a pessoa que atende o telefone ou fica na recepção, pode fazer ou quebrar um novo relacionamento. À medida que a relação continua, mais e mais confiança é dada; e se a experiência permanecer positiva, a quantidade de confiança que você obtém cresce ainda mais. À medida que a confiança em você cresce, então o que acontece?

A confiança equivale às vendas.

Quanto mais uma pessoa confia em você, mais eles vão comprar de você.

Um pouco de boas notícias com toda a concorrência que está aparecendo é que é super fácil se destacar, porque existem muitas empresas mal administradas e pessoas não confiáveis ​​do mundo. Tudo o que você precisa fazer é fazer o que você diz que vai fazer quando diz que vai fazer isso. Além disso, trate as pessoas do jeito que você gostaria de ser tratado. Uma vez que tão poucos vão fazer isso, não é tão difícil se destacar do pacote.

Uma vez que uma pessoa tem um relacionamento com alguém, e eles sempre conseguem o que esperam, a mudança de pessoa ou empresa não é fácil ou mesmo desejável. Porque você deu um bom conteúdo, você criou um relacionamento. Através desse relacionamento você trabalhou duro e desenvolveu a confiança e agora, a confiança que você ganhou ganha dinheiro, ano após ano. Quando você tem 500; 1.000; 2.000; ou 5.000 desses relacionamentos confiantes, eles se tornam ativos de seu negócio incrível.

Se você me leu antes, você pode ter me ouvido dizer que você deve usar uma newsletter para construir uma cerca em torno de seus clientes. Eles ficarão mais tempo e gastarão mais. Bem, é disso que estou falando. Se eu tivesse sido mais sofisticado na minha compreensão de como tudo isso funciona há sete anos, eu teria mudado a palavra “boletins informativos” para “conteúdo”.

Eu digo às pessoas o tempo todo que um boletim informativo não é uma ferramenta mágica. Se alguém está lhe vendendo uma ferramenta de solução mágica, tudo-seu-problema, você deve correr muito longe e muito rápido. Um boletim informativo é simplesmente um veículo para distribuir conteúdo que cria relacionamentos. Ele nutre essas relações ao longo do tempo. Você deve respeitar o relacionamento e ganhar confiança ao entregar seus produtos ou serviços. Se você não, não pode, ou não vai fazer isso, você pode entregar todo o conteúdo e enviar todos os boletins, e simplesmente não importará um pouco.

Como implementar isso em sua empresa.

O desafio com qualquer idéia é a implementação. Com a maioria das idéias nos negócios, normalmente você tem quatro opções, e esta não é diferente.

Você pode fazer o seguinte:

  • Fazer nada. Isso é o que a maioria das pessoas faz, o que é uma boa notícia para você, porque também é o que a maioria dos seus concorrentes estão fazendo. Isso torna muito fácil se destacar.
  • Faça Você Mesmo. O conteúdo tem que ser criado, e talvez você seja a melhor pessoa para fazer isso agora em sua empresa.
  • Contrate um funcionário para fazer isso por você. Claro, você pode contratar e treinar uma pessoa de criação de conteúdo e terceirizar edição, design gráfico, etc.
  • Encontre uma empresa para ajudá-lo a implementar essa estratégia.

Independentemente da sua decisão, se você quiser crescer verdadeiramente, ou se você quiser vencer o competidor pela rua, ou se quiser aumentar o valor da sua empresa, ele começa com esta estratégia: o conteúdo cria relacionamentos, relacionamentos criam confiança, e a confiança é igual a vendas

Isso deixa você com uma coisa ao terminar este artigo: olhe para as quatro opções e faça uma escolha.


7 Ingredientes de Small Business Success Online

Construir o seu futuro exige medidas iguais de paixão e trabalho árduo.

Construir um pequeno negócio online é assustador. As grandes empresas podem facilmente gastá-lo com PPC, SEO, SMM e campanhas de marketing deentrada .

No entanto, os fundadores de inicialização inteligentes passam as batalhas empresariais na blogosfera, cobrando preços baixos por produtos de qualidade, reverte sua visão, não conseguem expressar sua opinião em seus podcasts, mostrando desprezo pelo nosso produto e desrespeito pelo nosso ofício.

E, no entanto, olhe em volta para a selva da World Wide Web. É irrigada pelos serviços oferecidos pelas pequenas empresas. A tecnologia para produzir clientes de produtos e conversões existe porque criamos códigos, serviços de design e escrevemos páginas da web, postagens de blog e materiais de marketing que geram leads e vendas fechadas. E cada empresa de gorila de 350 libras usa nossos produtos ou serviços para prosperar.

Se você é um pequeno empresário on-line , você pode sair e sair quando você enfrentar seu concorrente na arena de marketing, ou você pode escolher algo melhor. Porque não é algo melhor.

No tempo dede que comecei a criar meu negócio de marketing de conteúdo on-line, notei algumas mentalidades, características e habilidades que fazem a diferença entre as empresas que querem acelerar suas vendas, lucrar e sobreviver e as empresas que querem vender mais e aumentar o ROI, mas não parece ter a capacidade de fazê-lo.

Com base em minhas observações, aqui estão as sete coisas mais importantes que as pequenas empresas precisam ter sucesso em linha.

1. Paixão.

Isso pode parecer muito simples, mas se você é um dono de pequenas empresas, sabe o que quero dizer.

Não há substituto pelo amor que você tem para seus produtos ou serviços. Não há substituto para o compromisso de aparecer todos os dias. Não há substituto para a emoção de receber um pedido ou para o desejo ardente de trabalhar horas extras, para chegar ao seu cliente potencial, enviar uma ordem e ganhar mais dinheiro.

Se você não ama o empreendedorismo , seu produto ou serviço e o processo de fazer as coisas, nenhum dos outros significa realmente nada.

Eu poderia ter sonhado com facilidade em construir outro Moz, Kissmetrics ou Shopify, mas escolhi o que mais amei. Seja qual for a idéia de negócio que você sonha, é sobre recusar fazê-lo apenas pelo dinheiro. Não se trata apenas de ganhar dinheiro; Trata-se de mudar a vida do seu cliente para melhor.

Se você quer conseguir isso, você deve dominar sua indústria . Você deve ser o go-to pessoa para seus produtos ou serviços. Seja super profissional em suas ofertas para que seus clientes não desejem deixá-lo para o seu concorrente.

2. Atitude de serviço.

Ganhar dinheiro pode ser uma proposição tentadora, perseguida por sua própria vontade de se tornar rico e dominar as manchetes.

No entanto, assim que o cliente clica para solicitar o seu produto – as pílulas de vitamina C, a cobertura do smartphone, os serviços de SEO ou PR que você vende – o produto se torna o foco.

Os fundadores profissionais trabalham com uma atitude de servir seus clientes de grande valor, sim, servindo-os com produtos bonitos, duráveis ​​e de qualidade. Eles também trabalham para fornecer excelentes experiências de clientes que excedem suas expectativas, que satisfazem em vez de agravar, e que nascem da atitude genuína de servir o comprador.

Consultores, blogueiros e comerciantes de conteúdo bem-sucedidos vivem em serviço aos nossos clientes. Não importa o quão impressionante ou super sexy possamos encontrar uma ideia, se não servir o nosso cliente, aí vai.

Por quê? Porque temos um profundo amor e obsessão por nossos clientes.

3. Obsessão para o cliente.

Sempre me pareceu estranho que muitos dos fundadores de arranque mais sérios prestem mais atenção à venda do que aos seus clientes.

Não deve ser assim. A obsessão do cliente vem em primeiro lugar. É como o motor que gasta dinheiro em sua conta corporativa. Ele vem da cultura da sua empresa, proposição de valor, missão e visão geral para mudar o mundo do seu cliente com seu produto ou serviço.

Visionistas sérios estão obcecados com seus clientes. “Se você está realmente obcecado com seus clientes”, diz Jeff Bezos , fundador da Amazon e CEO. “Isso irá cobrir muitos dos seus outros erros”.

Você não pode apenas vender seus produtos. Você não pode simplesmente vender seus serviços. Você não pode apenas anunciar sua marca.

Você precisa apelar primeiro aos seus clientes, porque eles são seus compradores. E você não pode ver um aumento na sua receita, a menos que você seja obsessivo por encantar-se com sua marca e criar produtos de qualidade que aliviem suas vidas.

4. Obsessão pela qualidade.

Muitos proprietários de pequenas empresas imaginam que se você tiver uma ótima ideia de negócios e uma ótima visão , você está qualificado para se chamar empresário.

Não tão rápido.

CEOs e empreendedores bem-sucedidos não são apenas criativos; são produtores de produtos de qualidade. Eles entendem o tipo de produtos a serem criados em primeiro lugar, com base nos comentários que eles recebem de seus clientes.

Eles também entendem que seus produtos devem resolver os pontos de dor dos seus clientes. Seus produtos devem agregar valor à vida de seus clientes e devem fornecer excelentes experiências para eles. Você pode aprender mais sobre como construir um produto sólido, observando o quão ótimas empresas como Apple, Amazon e Starbucks fizeram isso.

Se você está obcecado com a qualidade, você pode incorporar o que você aprende com essas empresas em sua cultura comercial. Além de seu produto ou serviço, você pode internalizar embalagens de qualidade, usabilidade simples, pronta resposta às consultas dos clientes e até mesmo qualidade, conteúdo convincente no blog da sua empresa.

Porque no mundo de marketing digital de hoje, o conteúdo de blog de qualidade é rei. É crucial para o seu tráfego, vendas e receita.

5. Conteúdo convincente.

Você pode ter uma idéia brilhante. Você pode ter obtido o produto perfeito / ajuste no mercado. Mas, se você não se dedicar ao tempo de sentar-em-cadeira necessário para produzir uma quantidade significativa de conteúdo atraente no blog da sua empresa, você não conseguirá onde deseja ir.

Em grande medida, escrever conteúdo convincente é uma habilidade que pode ser cultivada. Como dono de uma pequena empresa, você pode dedicar algum tempo a praticar a arte, criar gravações em sua agenda e escrever todos os dias para dominar a arte, ou cavar fundo em mercados freelance para encontrar um excelente criador de conteúdo.

O conteúdo convincente faz mais do que simplesmente divertir seus clientes. O conteúdo convincente pode mudar sua vida. Depois de escrever este post viral nesta incrível plataforma, recebi uma dúzia de louvores por leitores em todo o mundo. Eu também tenho um par de shows de escrita.

A publicação do blog foi viral, não só porque a história atraiu seu público-alvo, mas também porque o tom de conversação e o estilo de escrita são tão envolventes e divertidos … o leitor se sente obrigado a compartilhá-lo.

Escrever postagens convincentes não tem nada a ver com seu diploma, sua experiência ou se você é orador nativo de inglês. É sobre como você faz os leitores sentir. É por isso que cada escritor – assim como todo empreendedor – deve ser criativo, imaginativo e inovador.

6. Inovação.

A inovação é fundamental para o crescimento do seu negócio por vários motivos.

Primeiro, a inovação desenvolve o valor do cliente. Seus clientes sempre precisam de um produto que alivie suas vidas e, uma vez que o obtêm, eles seguem para outra coisa – algo mais fácil, mais novo ou mais simples. Como Steve Jobs disse: “Você não pode simplesmente pedir aos clientes o que eles querem e depois tentar dar isso a eles”, afirmou o fundador da Apple. “No momento em que você for construído, eles vão querer algo novo”.

Em segundo lugar, a inovação é vital para o seu tráfego, vendas e receita. Novas ideias, novos produtos e novas histórias são o que sempre atraem a maior atenção. “A arrogância do sucesso”, de acordo com William Pollard, “é pensar que o que você fez ontem será suficiente para o futuro”.

Em terceiro lugar, as empresas ativas e inovadoras são mais produtivas e geram mais empregos do que empresas não inovadoras, de acordo com dados recentes do Australian Bureau of Statistics (ABS).

Mas, criar novos produtos a partir de suas novas idéias é arriscado. Há uma boa chance de você falhar. Ainda assim, você deve fazê-lo. Você deve dobrar em sua experimentação. Bezos diz: “Se você duplicar o número de experimentos que faz por ano, você vai dobrar sua inventividade”.

Você verá maravilhas se você constantemente inovar.

7. Consistência.

Uma das coisas difíceis sobre o crescimento de um arranque é que o caminho que você caminha é aquele que você se faz.

Não há ninguém para lhe dizer como você deve trabalhar, ninguém para lhe dizer qual direção ir, ninguém para lhe dizer quando fazer uma pausa, ninguém para lhe dizer quando trabalhar horas extras e ninguém para lhe dizer quando dizer não e quando você precisa estar onde.

Essa é uma das coisas fantásticas sobre como administrar seu próprio negócio. Mas às vezes, o Fantástico também é difícil. Você pode abrir sua loja de comércio eletrônico hoje, trabalhar por uma hora, verificar seu e-mail e recuar para o dia.

Mas, você pode voltar para fazer exatamente o mesmo amanhã? Você pode fazê-lo novamente, depois de amanhã, e novamente no dia seguinte, e novamente, e novamente? Consistentemente?

Essa é a parte difícil. E é aí que muitos empresários estão entendendo tudo errado. Construir um negócio próspero não é sobre trabalhar horas extras hoje e não funcionar no dia seguinte.

Trata-se de fazer o trabalho que importa de forma consistente. Trata-se de aparecer todos os dias. Trata-se de minimalismo, não de complexidade.

Então enrole as mangas e continue trabalhando. “Para o futuro”, como diz Paul Wellstone, “pertence àqueles que são apaixonados e trabalham duro”