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Pixels, pixels ou pixels? Dicas de Web Mobile com viewport

Foi-se o tempo em que pixel significava apenas o menor ponto na tela. Bastava dizer que uma imagem tinha 200px, e então ela ocuparia 200 pontos, ou seja, 25% de uma tela de tamanho padrão 800×600.

Mas o mundo mobile mudou completamente o jogo e, hoje, o conceito de pixel pode significar várias coisas.

(Atualização: escrevi mais detalhadamente sobre esses aspectos dos pixels diferentes e viewport, incluindo telas retina, no meu livro A Web Mobile, publicado pela editora Casa do Código. Se você estuda design responsivo, sites mobile, e assuntos relacionados, vai gostar desse livro.)

Os primeiros Smartphones

Era muito comum que os smartphones da Nokia lá pelos idos de 2007 tivessem uma resolução de 240×320 pixels, como um N95.

Quando surgiu o primeiro iPhone, sem teclado e só touch, a Apple decidiu explorar um tamanho maior de tela, 320×480 pixels. Era o dobro dos pixels normalmente usados na época, com um tamanho físico mais ou menos também com o dobro do tamanho.

Esses valores representam o tamanho físico do aparelho, o número de pixels físicos existentes. Na prática, um iPhone conseguia exibir páginas com mais que 320 pixels de largura. O truque era trabalhar com a ideia de zoom.

Na imagem anterior, abrimos o site da Caelum, que tem 960px de largura, em um iPhone de 320px. Repare como, apesar de menor, o Site está sendo renderizado corretamente.

Mas nosso HTML e CSS não foi codificado pensando em 320px, e sim em 960px. Quando colocamos a imagem do logotipo, por exemplo, nosso HTML diz <img src=".." width="160" height="50">. E, obviamente, o logo não está sendo renderizado a 160px, senão ocuparia metade da tela de 320px do iPhone. Se você medir, verá que o logo está sendo renderizado em mais ou menos 52px, ou 1/6 da tela do iPhone.

CSS pixels e o layout viewport

Repare que usamos uma medida de pixels no HTML/CSS que difere do pixel real usado na tela. O navegador do iPhone, na verdade, se comporta como se tivesse 980px de largura, embora o aparelho tenha apenas 320px. Isso é feito para que o usuário possa ver páginas feitas para Desktop sem problemas.

Nossa página funciona como se tivéssemos 980px disponíveis. Quando escrevemos “245px” no CSS, estamos nos referindo a 1/4 dessa tela imaginária de 980px. Na hora de exibir, porém, os 980px serão encaixados nos 320px reais, aplicando um zoom out.

Essa tela imaginária de 980px é o que chamamos de layout viewport. É o tamanho com o qual trabalhamos no nosso HTML/CSS, sem nos preocuparmos com a renderização no aparelho. Repare que um pixel no layout viewport tem outro significado do pixel físico do aparelho. É comum chamá-lo de CSS pixel.

Zoom e o visual viewport

Mas navegar no celular nessa página gigante sem zoom é praticamente impossível. A grande diferença da navegação mobile com a Desktop é o frequente uso do zoom e o scroll em todas as direções.

Na imagem acima, demos um zoom para ver mais detalhes. Repare que a o layout da página continua o mesmo. Um elemento de “245px” continua ocupando 1/4 do total do nosso layout viewport. A diferença é que, agora, só estamos visualizando uma parte do layout viewport; o restante está fora da tela, e precisaríamos fazer scroll para ver.

Isso nos leva para outro conceito importante: o visual viewport, que representa o tanto do layout viewport que conseguimos visualizar no momento.

Geralmente não estamos interessados no tamanho do visual viewport. Lembre que os CSS pixels são sempre relativos ao layout viewport.

Sites mobile e a meta tag viewport

Abrir um site Desktop no celular é uma experiência pouco agradável. Frequentemente, vamos querer criar uma página otimizada para mobile, que não demande tanto zoom e já mostre o conteúdo em tamanho e formato interessantes para uma tela tão pequena.

Como fazer? Obviamente, não podemos deixar a página com layout fixo em, por exemplo, 960px. Podemos tentar um width:100% no elemento principal, pensando em se adaptar a diversos tamanhos de tela.

Nosso layout viewport é considerado como 980px e o site é mostrado como se fosse de Desktop, com zoom mínimo e conteúdo praticamente ilegível. Que tal colocar width:320px, o tamanho real do dispositivo?

O layout viewport continua em 980px mas o conteúdo fica em 320px. O usuário precisa dar zoom para visualizar e, pior, a página fica com um imenso espaço em branco.

O que precisamos é uma forma de redimensionar o layout viewport para que ele seja mais adequado a tela pequena do mobile. A Apple introduziu uma meta tag viewport no iPhone que, depois, foi adotada em praticamente todas as plataformas móveis – Android, Opera, Windows Phone etc.

<meta name="viewport" content="width=320">

Isso indica ao navegador que o layout viewport deve ser 320px. Agora, colocar width:100% vai significar 320px, deixando a visualização mais confortável.

Viewport flexível com device-width

Deixar “320” fixo na nossa tag de viewport pode não ser uma boa ideia. Há diversos aparelhos diferentes no mercado, cada um com tamanho diferente. E mobile agora também inclui tablets, como o iPad, que tem largura de 800px.

É possível deixar a meta tag viewport com tamanho flexível, baseado no tamanho do aparelho. Basta usarmos:

<meta name="viewport" content="width=device-width">

Isso assumirá o valor, por exemplo, de 320px no iPhone e 800px no iPad. Outros aparelhos poderão assumir outros valores.

Altíssimas resoluções

Antes de aparecerem os Androids de alta resolução e, depois, o iPhone 4, toda a história dos pixels se resumia a diferença entre os CSS pixels e os device pixels. Isso porque um device pixel no iPhone clássico significava um pixel físico na tela.

A retina display mudou isso. O iPhone 4 passou a vir com resolução de 640×960 pixels, melhorando a renderização de textos e imagens. Outros celulares foram até além. O Galaxy Nexus, por exemplo, tem resolução HD de 720x1280px.

Como ficam nossas páginas mobile então que assumiam uma resolução bem menor? Com resolução tão alta quanto um Desktop, os celulares mais modernos vão renderizar as páginas bem pequenas, como um site Desktop? Nossas páginas continuam funcionando porque esses dispositivos de alta resolução continuam reportando um device-width de 320px, pra manter a compatibilidade.

A ideia de reportar um device-width diferente do tamanho de pixels físicos surgiu no Android e depois foi copiada pelo iOS e outras plataformas.

Dessa forma, conseguimos evoluir a resolução da tela com densidades de pixels maiores (dpi) sem afetar a forma como o usuário usa nosso Site mobile, que continua otimizado para telas pequenas.

Os três pixels

Um pixel, pode então, representar três conceitos diferentes quando lidamos com mobile:

Pixel físico: número real de pixels na tela. Nos celulares modernos, é um número altíssimo, com ótima resolução, geralmente com densidade acima de 300 dpi.

Device pixel: é o número de pixels reportado pelo aparelho como sendo seu tamanho. É pensado pra ser um valor que ofereça conforto visual para o usuário olhando para aquele tamanho de tela. É comum que esse valor seja 320px em celulares, copiado do iPhone original.

CSS pixel: é o que usamos no HTML/CSS como px, representando um tamanho dentro do layout viewport. Quando colocamos a meta tag viewport com valor width=device-width, estamos dizendo que nosso CSS pixel é igual a um Device pixel.

Hoje, no Desktop, esses três pixels são equivalentes**. Mas, em breve, teremos que lidar com esse tipo de diferença também no Desktop com a chegada das telas de alta densidade também aos computadores.

Lidando com zoom

Mesmo otimizando nossa página para 320px, o usuário ainda pode dar zoom na página. Em alguns cenários, pode ser interessante desabilitar o zoom, o que pode ser feito na tag viewport com user-scalable:

<meta name="viewport" content="width=device-width, user-scalable=no">

De maneira geral, é interessante deixar o usuário dar zoom caso queira, já que este é um gesto comum ao usar a Web no celular. Podemos, porém, controlar os níveis de zoom com as propriedades minimum-scale e maximum-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, minimum-scale=0.5, maximum-scale=4">

O código acima indica que o usuário pode aumentar até 4x a página e diminuir até pela metade.

Podemos controlar também o nível padrão de zoom quando a página é aberta, com initial-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0">

O valor 1.0 é muito comum quando trabalhamos com device-width e significa o zoom padrão. Se tivermos uma página Desktop não otimizada pro viewport de mobile, podemos usar essa propriedade para controlar o zoom inicial (lembre que o inicial é mostrar todo o layout viewport de 980px, o que pode não ser interessante).

Por fim, é importante citar um bug do iOS que afeta o zoom e o viewport quando rotacionamos o dispositivo em uma página com width=device-width que permita zoom. Se você abre a página no modo retrato, ele vai assumir o scale como 1.0, deixando o visual viewport igual ao layout viewport. Ao rotacioná-lo para modo paisagem, o dispositivo mantém o visual viewport no valor antigo, mas aumentando o layout viewport. Na prática, a página dá zoom automático e o lado direito da página não fica visível. O usuário, que não deu zoom, precisa diminuir o zoom para ver tudo.

É um bug famoso que acontece só no Mobile Safari do iOS, não existindo no Android e outras plataformas. A solução mais direta é desabilitar o zoom por completo, algo que é feito em diversos sites mobile por causa desse bug. Mas não é a solução ideal, já que poder dar zoom é uma feature que interessa ao usuário mobile. Existem alguns hacks para tentar resolver esse problema no iOS.

Conclusão

Trabalhar com telas diferentes é um grande desafio. O uso da meta tag viewport procura facilitar a padronização das páginas nos mais diversos tamanhos de telas e densidades de pixels. Compreender os diferentes significados de viewports e pixels é essencial para se desenvolver para mobile.

E, usando ainda media queries, podemos criar páginas que se adaptem facilmente a diversos dispositivos.

O curso WD-43 da Caelum, de desenvolvimento Web, trata também de tópicos de Web Mobile. Mostramos o uso do viewport e media queries para criação de uma página responsiva. Além disso, meu livro A Web Mobile, aprofunda em diversos assuntos de design responsivo e aspectos técnicos de sites para dispositivos móveis.

Referências

** No Desktop, quando damos zoom numa página, também temos a complicação dos viewports diferentes e a diferença entre CSS pixels e device pixels. Mas, na prática, todo mundo ignora e assume zoom de 100%, onde os CSS pixels são iguais aos device pixels.


Os elementos essenciais da construção de um site de comércio eletrônico

Se você planeja vender qualquer coisa online, ter um plano de comércio eletrônico é tão importante quanto seu plano de negócios original.

O primeiro passo para escrever um plano de e-business é decidir qual o tipo de experiência que você deseja que seus clientes online tenham. Pense não só hoje, mas também em dois e cinco anos na estrada.

Seus planos de comércio eletrônico começam com os objetivos do site. Quem são seus clientes-alvo? O que eles precisam? Eles estão apenas recebendo informações ou podem comprar produtos no seu site? Essas questões-chave, perguntadas e respondidas com antecedência, determinarão quanto tempo e dinheiro você precisará desenvolver e manter uma presença on-line.

Em segundo lugar, decida quais produtos ou serviços você oferecerá. Como você irá posicioná-los e exibi-los? Você oferecerá compras on-line e off-line? Como você vai lidar com o transporte e os retornos?

Além disso, não negligencie a necessidade do cliente de alcançar uma pessoa ao vivo. Um número de telefone gratuito deve ser exibido de forma proeminente que os clientes podem ligar em qualquer momento para que suas perguntas sejam respondidas por uma pessoa ao vivo.

Se você decidir vender online, você precisará de um componente de carrinho de compras, que é um meio de lidar com o processamento do cartão de crédito e um processo organizado de realização de pedidos.

Finalmente, mesmo que você crie um site incrível, não assuma que as pessoas vão encontrá-lo por conta própria. Se você quiser desenvolver um fluxo consistente de tráfego para seu site, é essencial que você planeje e mantenha uma estratégia de promoção contínua e multifacetada que seja cuidadosamente orientada para o seu público.

Uma vez que você decidiu ter um site, um de seus primeiros itens de “fazer” é criar uma lista de possíveis nomes de sites ou URLs.

Em seguida, execute, não passe, com o computador mais próximo, acesse a internet, acesse seu mecanismo de pesquisa favorito e digite “registro de domínio”. Você encontrará uma lista de empresas, como networksolutions.com, godaddy.com e register.com, que o guiarão no processo de registro de domínio simples.

Por uma taxa modesta (US $ 8 a US $ 75), você pode registrar um nome de domínio por um ou mais anos.

A partir dos nomes disponíveis, escolha um que seja fácil de soletrar e lembrar, e descreve o que sua empresa faz. Certifique-se, no entanto, você não está impondo a marca registrada de outra pessoa ou o nome com direitos autorais. Em muitos casos, o nome da sua empresa, com a adição de dot-com (www. [YourCompanyName] .com) é um nome de domínio adequado que você deve se registrar.

Depois de registar o seu nome de domínio e ter um plano no lugar para o que deseja oferecer aos potenciais e existentes clientes on-line, o próximo grande desafio é projetar e construir seu site real e presença on-line.

oque faz um bom website? Antes de se enredar em detalhes de design, obtenha o grande quadro escrevendo um esboço do site. O conteúdo que você desenvolve e publica deve se relacionar diretamente e ajudá-lo a atingir os objetivos e metas que você definiu para o site.

Um esquema bem pensado do site inclui:

Conteúdo. A chave para um site bem sucedido é o conteúdo. Dê aos visitantes do site muitas informações interessantes, incentivos para visitar e comprar, e formas de contatá-lo. Uma vez que seu site esteja funcionando, atualize e adicione conteúdo fresco para manter as pessoas voltando.

Estrutura. Decida quantas páginas ter e como elas serão vinculadas entre si. Escolha gráficos e ícones que melhorem o conteúdo.

Desenhar. Com o conteúdo e estrutura no local, o design do site vem próximo. Se você está usando um designer externo ou fazendo isso sozinho, concentre-se na simplicidade, legibilidade e consistência. Lembre-se de se concentrar no que deseja realizar.

Navegação. Facilite e aproveite os visitantes para navegar no site. Por exemplo, não utilize mais de dois ou três links para áreas principais e nunca deixe visitantes em um beco sem saída.

Credibilidade. Este é um problema que não deve ser perdido nos sinos e assobios de estabelecer um site. Seu site deve chegar a cada visitante, dizendo a essa pessoa por que ele ou ela deve comprar seu produto ou seu serviço. Deve parecer muito profissional e dar aos clientes potenciais o mesmo sentimento de confiança que receberiam com um telefonema ou uma visita pessoal com você. Lembre os visitantes de que você não existe apenas no ciberespaço. As informações completas de contato da sua empresa – nome da empresa, endereço completo, telefone, fax e e-mail – devem aparecer em todas ou todas as suas páginas da Web individuais e serem exibidas de forma proeminente na página inicial do seu site, a LCF Host pode te ajudar a desenvolver seu comercio eletrônico, clique aqui e saiba mais.

 


Campus Party 2018 traz fundador da Apple, discussão sobre bitcoin e batalha de drones

A 11ª edição do evento acontece entre 31 de janeiro a 4 de fevereiro, no Anhembi, em São Paulo; Neste ano, 12 mil pessoas acamparão no local.

Campus Party, o maior evento de tecnologia e cultura nerd da América Latina, levará para São Paulo de discussões sobre a tecnologia por trás do bitcoin e sobre como a tecnologia pode fazer a diferença na sala de aula, além de palestras de peso, como a de Steve Wozniak, que fundou a Apple com Steve Jobs. Uma das novidades neste ano para quem visita a área aberta do evento é a batalha de drones, em que os pilotos tentam derrubar as aeronaves dos rivais

A 11ª edição da Campus Party ocorre no Pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo, entre 31 de janeiro a 4 de fevereiro. Neste ano, 12 mil pessoas acamparão no local.

A expectativa da organização é que o número de visitantes chegue a 100 mil. A capacidade total de conexão, um assunto sensível para campuseiros, será de 40 Gibabits por segundo. Pela primeira vez, haverá áreas com Wi-Fi e monitoramento para evitar ataques hacker.

“Aqui a gente monta a internet de uma cidade inteira em coisa de um dia”, brincou Franceso Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

Francisco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, durante apresentação da programação 2018 (Foto: Helton Simões Gomes/ G1)Francisco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, durante apresentação da programação 2018 (Foto: Helton Simões Gomes/ G1)

Francisco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, durante apresentação da programação 2018 

Bitcoin e Blockchain

Boa parte da programação de oficinas e palestras da Campus Party será dedicada a discutir o bitcoin, a moeda virtual que passou a chamar a atenção do mundo ao se valorizar mais de 1000% em 2017 e chegar próxima da cotação de US$ 20 mil. Só que o objetivo não será analisar se a criptomoeda enfrenta uma bolha especulativa ou não, debate que dominou o mundo financeiro em 2017.

O foco será a “blockchain”, a tecnologia por trás do bitcoin, que funciona como um livro contábil em que todas as transações com a moeda são registradas de forma segura e confiável. Don Tapscott, um dos principais palestrantes desse ano, subirá ao palco para falar sobre isso. Ele é autor do livro “Blockchain Revolution: How the Technology Underlying Bitcoin is Changing Business, Money and the World” (“Revolução Blockchain: Como a Tecnologia Sustentando o Bitcoin está Mudando Negócios, Dinheiro e o Mundo”).

Boné para tirar sono

Alguns dos eventos são levados à Campus Party por patrocinadores, como Petrobras, Visa, TV Globo e Ford. “Vocês poderiam se perguntar por que uma montadora de 115 anos está aqui. E eu poderia passar o dia inteiro falando disso. A gente veio porque aqui é um celeiro de tecnologia e inovação”, afirmou Fernão Silveira, diretor de comunicação para América Latina da Ford, que vai expor um Mustang 5.0 GT, modelo que a empresa começa a importar agora para o Brasil.

A montadora mostrará algumas de suas tecnologias, como seus serviços conectados para carros e até um boné que faz caminhoneiros que estiverem dirigindo ficarem acordados.

Drones, games e educação

Apesar de palestras e workshops serem feitos em uma área de acesso restrito aos campuseiros, há atividades na área aberta da Campus Party.

Em uma arena ocorrerá o campeonato brasileiro de drones, em que pilotos profissionais usam todas suas habilidades para correr mais rápido que os adversários. Lá também os visitantes do evento poderão participar de duelos de drones. Durante eles, a velocidade fica em segundo plano e o objetivo é derrubar a aeronave dos rivais.

Em outro espaço, ocorrerá torneios de games como “Dragon Ball Z”, “Counter Strike”, “Injustice 2”, entre outros.

Outra novidade de 2018 da Campus Party é uma nova área de atuação: a educação. Haverá oficinas de robótica para crianças e adolescentes e batalhas de robôs virtuais.

Simuladores

Também na área aberta, a Campus Party reunirá 8 simuladores, como asa delta a kart, por exemplo. O destaque fica por conta do MotionSphere, um simulador de sensações vivenciadas por pilotos de aviões super-rápidos. Ele é capaz de imitar acelerações, curvas e impactos de até sete vezes a força da gravidade.

Startups e universidade

Outra área a que os visitantes poderão ir e que já esteve presente em outras edições da Campus é a Startup & Makers. Nela, 120 empresas iniciantes de tecnologia mostrarão como funcionam seus negócios, em busca de parcerias e até de investidores.

Já na Campus Future, estudantes universitários expõem protótipos de novas tecnologias criadas a partir de suas pesquisas.


6 CEOs de equívocos comuns sobre o desenvolvimento da Web

Lembre-se do seu último projeto de desenvolvimento web ? Você passou pelo orçamento, ultrapassou os prazos e ficou frustrado com quase todos os envolvidos em algum momento.

As más notícias? Foi difícil.

A notícia realmente ruim? Provavelmente foi culpa da sua equipe.

A maioria dos CEOs tem sérios equívocos sobre desenvolvimento web. Este é um problema porque as empresas são mais confiantes do que nunca em sua presença online.

CEOs em empresas de todos os tamanhos lutam com isso. Aqui estão seis mitos que a maioria dos CEOs luta com:

1. O desenvolvimento do site é fácil.

Os clientes geralmente solicitam um site “simples” de 20 páginas com uma configuração de log-in, pagamento on-line, um blog e outros widgets.

Sites como Facebook e Craigslist podem parecer simples, mas o trabalho de desenvolvimento necessário é demorado e complicado. O estranho é que quanto mais simples o design, muitas vezes o mais caro é o site. Alguns pedidos que parecem pequenos podem envolver um trabalho de desenvolvimento complicado e exigem dias de programação.

2. Todos devem estar envolvidos.

Ao invés de empacotar toda a equipe em uma sala de conferências para mostrar idéias envolvem apenas as pessoas que estarão fazendo o trabalho.

Compile sua estratégia de conteúdo, ativos de marca, objetivos de negócios e fluxos de usuários. Não gaste tempo medindo planejamento técnico profundo, arquitetura de banco de dados, layouts, projetos ou widgets.

3. Os sites são uma mercadoria.

Com o advento de modelos,  sites como 99designs e desenvolvimento offshore, muitos empresários mantem a percepção errônea de que o design web é uma mercadoria barata.

Aproveitar os modelos já criados pode funcionar para algumas empresas, mas para aqueles que são sérios sobre sua marca e presença on-line, tais alternativas não serão suficientes a longo prazo.

Considere seu site um investimento e consiga recursos apropriados para isso. Encontre uma equipe de designers que entenda seu negócio, faça as perguntas corretas e tenha clientes felizes. Uma boa equipe irá ajudá-lo a gerenciar seus objetivos junto com seu orçamento e encontrar soluções ótimas. Pode parecer caro, mas o retorno sobre o investimento valerá a pena.

4. Uma vez que um site é construído, está feito.

O desenvolvimento da Web não é uma atividade única. Uma vez que seu site é lançado, ele precisará ser mantido. Muitas empresas do midmarket têm equipes 24 horas atualizadas monitorando seus sites para garantir que permaneçam sem falhas.

Mesmo que o seu site não lide com um alto volume de tráfego, você ainda precisa de alguém atento à funcionalidade. Você também precisará atualizações de segurança e conteúdo fresco para fins de SEO .

5. Qualquer pessoa pode criar uma excelente experiência de usuário.

Você não pode construir o site você mesmo. Concentre-se em liderar seu negócio e melhorar seus produtos. Seu estagiário, primo ou cara de TI também não podem construir isso. Muito mais do que um conhecimento básico do design web, especialmente ao construir sistemas de pagamento e garantir a integração com os sistemas internos da empresa.

Existem ferramentas gratuitas de criação de sites que podem ser ótimas para inicialização iniciada ou executar um site de pequenas empresas. Mas eles não são robustos o suficiente para as necessidades dos negócios mais estabelecidos.

Para o seu site, você pode precisar de uma equipe para projetar principalmente a partir do zero, o que requer um conjunto de habilidades específicas. Deixe a empresa de design web contratada fazer o que faz melhor, mas certifique-se de que seus funcionários estão fazendo as perguntas certas sobre o público-alvo antes de começar.

6. É seu site, então você determina o design.

É natural querer micromanager o site da sua empresa. Infelizmente, a menos que você seja um web designer, este não é o trabalho para você. Você precisa confiar no seu web designer se desejar que os visitantes do site se tornem clientes pagantes.

Os designers da Web entenderão sua visão, mas você precisa deixá-los projetar. Eles conhecem a estrutura e o que ajuda os visitantes a se converterem em clientes.


Veja como funciona o aplicativo WhatsApp Business

Novo app pode ajudar empreendedores a gerenciar melhor a comunicação com clientes

São Paulo – O WhatsApp criou um aplicativo voltado exclusivamente para pequenas e médias empresas. Chamado WhatsApp Business, ele tem recursos extras para ajudar a vida dos empreendedores que atendem seus clientes pelo smartphone.

O app é como se fosse o resultado de um cruzamento do WhatsApp com o Slack, um mensageiro com recursos inteligentes. A interface amigável do WhatsApp é mais sóbria na sua versão para empresas, mas tudo segue simples como no aplicativo para consumidores finais. Testamos o novo aplicativo, confira o principais recursos dessa nova ferramenta de comunicação.

Mensagens rápidas

O recurso criado ao beber da fonte do Slack e outros apps (como o Telegram) é a automatização de mensagens. Você pode configurar atalhos, como “/obrigado” para criar textos de agradecimento que valorizem a sua companhia e reflitam seus valores, por exemplo.

Além das mensagens personalizáveis, também há mensagens para o período em que você estiver ausente e de apresentação.

Perfil

O perfil da sua empresa no WhatsApp Business é algo que você precisa preencher cuidadosamente. Ele é o cartão de visitas para diversos consumidores em potencial que chegarem a você por esse canal mobile de comunicação. É possível adicionar informações cruciais, como endereço, site oficial, segmento de atuação, e-mail e horário de trabalho.

Métricas

Um recurso interessante para viciados em métricas é o menu de estatísticas, encontrado na seção de configurações da sua empresa. Ele é bem básico, mas pode ser uma maneira de mensurar o uso da sua conta corporativa. Dá para ver dados sobre as mensagens enviadas, entregues, lidas e recebidas.

Etiquetas

Para facilitar a identificação de mensagens, tarefa cada vez mais difícil com o passar do tempo, o WhatsApp Business tem uma função de etiquetas. A ideia é usar marcadores como “pago”, “novo cliente”, “pagamento pendente”, etc. É possível também adicionar novas etiquetas. Para isso, basta abrir uma conversa, tocar no ícone do menu, no canto superior direito da interface e escolher a opção referente a adicionar novas etiquetas.


3 dicas para como ter sucesso quando sua primeira idéia não é tão grande

Sua primeira idéia pode não ser sua melhor idéia

As opiniões expressas pelos contribuintes empresariais são próprias.
Depois de anos no setor financeiro, Ryan Harwood sabia que queria mudar sua vida e entrar no trabalho com um sorriso no rosto mais uma vez. Ele também sabia que queria possuir seu próprio negócio. Mas houve um grande problema. Ele não sabia de que indústria ele era apaixonado ou que tipo de empresa criava.

Aqui estão os passos surpreendentes que Harwood levou para lançar o  PureWow , o site de conteúdo de estilo de vida das mulheres uber-successful  Gary Vanyerchuk recentemente adquirido .

1. Esqueça sua primeira idéia brilhante.

Depois de entrevistar vários amigos sobre suas indústrias para tentar encontrar seu próprio nicho, Harwood percebeu que seus interesses e habilidades sempre o levaram de volta ao mundo da tecnologia e da mídia. Ao combinar esses dois interesses, ele criou a idéia de fundar um site de estilo de vida.

Originalmente interessado em começar um site de conteúdo para homens, a pesquisa de mercado preliminar da mídia de Harwood rapidamente o fez mudar de idéia. As mulheres tiveram uma taxa de consumo de conteúdo voraz em linha em relação aos homens, compartilharam conteúdo com amigos com mais freqüência e a receita de anúncios para mídia focada nas mulheres era substancialmente maior. Armado com esses dados, Harwood lançou a idéia de um site para homens pela porta, e PureWow nasceu.

2. Concentre-se em suas habilidades.

Com a idéia de um site de conteúdo de estilo de vida feminino no local, Harwood precisava criar a voz de sua empresa. Ele sabia que ele nunca seria capaz de criar conteúdos autênticos e envolventes para a platéia superior, público feminino da PureWow, então ele olhou para as pessoas que podiam. Ele imediatamente ficou ocupado – 15 dias em – e contratou duas editoras femininas para criar a voz e supervisionar a estratégia de conteúdo da PureWow. Enquanto isso, ele passou seu tempo focado no que ele era bom, o lado comercial de iniciar uma empresa de mídia.

“Eu sabia que nunca mais seria o cara do conteúdo”, disse Harwood. “Eu sabia disso imediatamente. Não me intrometo no conteúdo porque não sei nada sobre a arte do conteúdo. Em vez disso, gasto muito mais do meu tempo em vendas, marketing, produtos, tecnologia, finanças do negócio, tudo isso. E é realmente importante para mim que você esteja se divertindo “.

3. Seja seu próprio tipo de líder.

Desde o início, Harwood sabia que ele era apaixonado por criar uma cultura onde as pessoas estavam felizes em entrar na PureWow. Para cultivar esta atmosfera positiva no local de trabalho, ele teve que formar seu próprio estilo de liderança.

 Pegue as melhores partes de vários líderes que você admira e respeite e faça a sua própria”, disse Harwood. “Seja muito bom para todos os que se aproximam. Fique com um dia útil dia após dia, não importa o que aconteça. E divirta-se. Eu venho trabalhar com um sorriso no meu rosto, e eu sei que gostar de seu trabalho é uma raridade “.

Veja os destaques da palestra da Harwood no  2017 Propelify Innovation Festival .

Quer mais dicas da Harwood para lançar uma empresa de mídia online bem sucedida? Inscreva-se para obter uma adesão de Propelify Insider gratuita e receba acesso à nossa biblioteca de conteúdo incrível e conversações de inovadores, modificadores de mudanças e gênios empresariais na Propelify.com. Diga-nos qual a ponta que ressoou mais ao nos soltar no @LetsPropel .


Seu site pode lidar com o sucesso do seu anúncio no Facebook?

Se a sua empresa for como a maioria, você verá tremendos resultados de uma estratégia de anúncios do Facebook bem implementada  . Digamos que seja o caso, e seus anúncios do Facebook estão desfrutando de uma impressionante taxa de cliques (CTR) de mais de 2%, sua Relevância é através do telhado com uma pontuação de 9 e você obteve 100 cliques do seu anúncio para o seu local. Parabéns por esse impressionante aumento no tráfego da web!

No entanto, sua análise também mostra que você só teve cinco conversões ou uma taxa de 5%. Isso está bem abaixo do padrão ouro de 20%. As pessoas simplesmente não estão completando seu formulário ou baixando o conteúdo que você está oferecendo quando chegar ao site. Você está compreensivelmente confuso e perguntando: “Então, qual é o problema?”

O seu site é um sem fio do processo de vendas?

Quando uma campanha publicitária do Facebook não está entregando os resultados esperados, muitas vezes não é que haja algo errado com os anúncios ou que as perspectivas erradas sejam conduzidas para o site. Em vez disso, o problema é que o site não está levando a transferência do Facebook e fechando o negócio.

“Quando uma campanha publicitária do Facebook não está entregando os resultados esperados, o problema pode estar no seu site.”

Pode haver muitas razões pelas quais seu site se torna um sem saída no processo de vendas:

  • Não é esteticamente agradável. Todos nós já estivemos em um site que tinha toda a informação que procuramos, mas o site era tão pouco atraente que transferimos essa emoção para a empresa e seus produtos, e deixamos o site para encontrar outra opção.
  • Não orienta o visitante para as ações desejadas. É irônico que o principal objetivo do site de uma empresa seja conseguir que os visitantes se convertam, mas, em muitos casos, a oferta ou a ação desejada é tão difícil de descobrir que, novamente, os visitantes deixam para encontrar outro provedor.
  • Os formulários são muito complicados. Dois fatores se juntam para diminuir a taxa de conversão em formas longas. A primeira é que todos somos pessoas ocupadas. Se você pedir muito do meu tempo para completar seu formulário, provavelmente não o farei. O segundo é que, com todas as preocupações de segurança de dados que as pessoas têm compreensivelmente hoje, estamos um pouco hesitantes em compartilhar informações sobre nós mesmos online. Se você pedir mais do que o meu nome e endereço de e-mail, corre o risco de me perder.Sim, as vendas muitas vezes têm a opinião de que, “se eles não são suficientemente sérios para compartilhar seus detalhes, não queremos perder tempo falando com eles”. Mas, não há como contar com quantos desses rumos perdidos eram sérios – graves o suficiente para fazer uma compra com outro fornecedor que lhes permitiu facilitar o relacionamento e a transação um pouco mais devagar.
  • Parece sombrio ou falta credibilidade. A confiança é uma parte importante de qualquer relacionamento comercial. Se a aparência do seu site ou a falta de indicadores de que você é o verdadeiro negócio (revisões, depoimentos, certificações, etc.) confere ao visitante qualquer indigestão, é provável que saem sem conversão.

Se você não pensou muito em como seu site aproveitará um aumento nos visitantes produzidos pelos anúncios do Facebook, você não está sozinho. De acordo com a MarketingSherpa , 68% das empresas B2B não definiram o seu funil de vendas / marketing. Agora, antes que de estatísticas dá-lhe muito conforto, você deve ter em mente que os 32% que não têm um funil cuidadosamente concebido provavelmente tem números de vendas que colocam os outros para vergonha. Portanto, é fundamental que você tome medidas para garantir que o tráfego de anúncios do Facebook não seja desperdiçado.

Design orientado para o crescimento

Para muitas empresas, a revisão e melhoria do site é um processo que acontece uma vez a cada 2 a 4 anos. No entanto, existe um novo conceito de design e otimização de sites que enfatiza fazer mudanças mais pequenas com mais freqüência para manter um site funcionando de forma otimizada, em vez de assistir, tornando-se gradualmente menos eficaz ao longo de um período de anos antes de agir.

É chamado de design orientado para o crescimento (GDD) e ajuda as empresas a serem mais ágeis na forma como reagem às mudanças em sua indústria, às atualizações de suas ofertas de produtos ou serviços e até a novas iniciativas de marketing, como uma campanha publicitária no Facebook. Se você quiser saber mais sobre a GDD, estamos felizes em ajudá-lo até a velocidade!

Garantir a sinergia do anúncio / site

Seu site e seus anúncios no Facebook são um investimento de marketing significativo. Você quer garantir que cada um faça sua parte para atrair e engajar prospectos e, finalmente, convertê-los em clientes.

Você poderia usar assistência para projetar um site de ponta, criar anúncios do Facebook de alto desempenho e criar sinergias poderosas entre eles? Entre em contato conosco hoje para saber mais sobre como podemos ajudá-lo a alcançar seus objetivos de geração de leads. LCF HOST- Hospedagem e Serviços web.


7 Ingredientes de Small Business Success Online

Construir o seu futuro exige medidas iguais de paixão e trabalho árduo.

Construir um pequeno negócio online é assustador. As grandes empresas podem facilmente gastá-lo com PPC, SEO, SMM e campanhas de marketing deentrada .

No entanto, os fundadores de inicialização inteligentes passam as batalhas empresariais na blogosfera, cobrando preços baixos por produtos de qualidade, reverte sua visão, não conseguem expressar sua opinião em seus podcasts, mostrando desprezo pelo nosso produto e desrespeito pelo nosso ofício.

E, no entanto, olhe em volta para a selva da World Wide Web. É irrigada pelos serviços oferecidos pelas pequenas empresas. A tecnologia para produzir clientes de produtos e conversões existe porque criamos códigos, serviços de design e escrevemos páginas da web, postagens de blog e materiais de marketing que geram leads e vendas fechadas. E cada empresa de gorila de 350 libras usa nossos produtos ou serviços para prosperar.

Se você é um pequeno empresário on-line , você pode sair e sair quando você enfrentar seu concorrente na arena de marketing, ou você pode escolher algo melhor. Porque não é algo melhor.

No tempo dede que comecei a criar meu negócio de marketing de conteúdo on-line, notei algumas mentalidades, características e habilidades que fazem a diferença entre as empresas que querem acelerar suas vendas, lucrar e sobreviver e as empresas que querem vender mais e aumentar o ROI, mas não parece ter a capacidade de fazê-lo.

Com base em minhas observações, aqui estão as sete coisas mais importantes que as pequenas empresas precisam ter sucesso em linha.

1. Paixão.

Isso pode parecer muito simples, mas se você é um dono de pequenas empresas, sabe o que quero dizer.

Não há substituto pelo amor que você tem para seus produtos ou serviços. Não há substituto para o compromisso de aparecer todos os dias. Não há substituto para a emoção de receber um pedido ou para o desejo ardente de trabalhar horas extras, para chegar ao seu cliente potencial, enviar uma ordem e ganhar mais dinheiro.

Se você não ama o empreendedorismo , seu produto ou serviço e o processo de fazer as coisas, nenhum dos outros significa realmente nada.

Eu poderia ter sonhado com facilidade em construir outro Moz, Kissmetrics ou Shopify, mas escolhi o que mais amei. Seja qual for a idéia de negócio que você sonha, é sobre recusar fazê-lo apenas pelo dinheiro. Não se trata apenas de ganhar dinheiro; Trata-se de mudar a vida do seu cliente para melhor.

Se você quer conseguir isso, você deve dominar sua indústria . Você deve ser o go-to pessoa para seus produtos ou serviços. Seja super profissional em suas ofertas para que seus clientes não desejem deixá-lo para o seu concorrente.

2. Atitude de serviço.

Ganhar dinheiro pode ser uma proposição tentadora, perseguida por sua própria vontade de se tornar rico e dominar as manchetes.

No entanto, assim que o cliente clica para solicitar o seu produto – as pílulas de vitamina C, a cobertura do smartphone, os serviços de SEO ou PR que você vende – o produto se torna o foco.

Os fundadores profissionais trabalham com uma atitude de servir seus clientes de grande valor, sim, servindo-os com produtos bonitos, duráveis ​​e de qualidade. Eles também trabalham para fornecer excelentes experiências de clientes que excedem suas expectativas, que satisfazem em vez de agravar, e que nascem da atitude genuína de servir o comprador.

Consultores, blogueiros e comerciantes de conteúdo bem-sucedidos vivem em serviço aos nossos clientes. Não importa o quão impressionante ou super sexy possamos encontrar uma ideia, se não servir o nosso cliente, aí vai.

Por quê? Porque temos um profundo amor e obsessão por nossos clientes.

3. Obsessão para o cliente.

Sempre me pareceu estranho que muitos dos fundadores de arranque mais sérios prestem mais atenção à venda do que aos seus clientes.

Não deve ser assim. A obsessão do cliente vem em primeiro lugar. É como o motor que gasta dinheiro em sua conta corporativa. Ele vem da cultura da sua empresa, proposição de valor, missão e visão geral para mudar o mundo do seu cliente com seu produto ou serviço.

Visionistas sérios estão obcecados com seus clientes. “Se você está realmente obcecado com seus clientes”, diz Jeff Bezos , fundador da Amazon e CEO. “Isso irá cobrir muitos dos seus outros erros”.

Você não pode apenas vender seus produtos. Você não pode simplesmente vender seus serviços. Você não pode apenas anunciar sua marca.

Você precisa apelar primeiro aos seus clientes, porque eles são seus compradores. E você não pode ver um aumento na sua receita, a menos que você seja obsessivo por encantar-se com sua marca e criar produtos de qualidade que aliviem suas vidas.

4. Obsessão pela qualidade.

Muitos proprietários de pequenas empresas imaginam que se você tiver uma ótima ideia de negócios e uma ótima visão , você está qualificado para se chamar empresário.

Não tão rápido.

CEOs e empreendedores bem-sucedidos não são apenas criativos; são produtores de produtos de qualidade. Eles entendem o tipo de produtos a serem criados em primeiro lugar, com base nos comentários que eles recebem de seus clientes.

Eles também entendem que seus produtos devem resolver os pontos de dor dos seus clientes. Seus produtos devem agregar valor à vida de seus clientes e devem fornecer excelentes experiências para eles. Você pode aprender mais sobre como construir um produto sólido, observando o quão ótimas empresas como Apple, Amazon e Starbucks fizeram isso.

Se você está obcecado com a qualidade, você pode incorporar o que você aprende com essas empresas em sua cultura comercial. Além de seu produto ou serviço, você pode internalizar embalagens de qualidade, usabilidade simples, pronta resposta às consultas dos clientes e até mesmo qualidade, conteúdo convincente no blog da sua empresa.

Porque no mundo de marketing digital de hoje, o conteúdo de blog de qualidade é rei. É crucial para o seu tráfego, vendas e receita.

5. Conteúdo convincente.

Você pode ter uma idéia brilhante. Você pode ter obtido o produto perfeito / ajuste no mercado. Mas, se você não se dedicar ao tempo de sentar-em-cadeira necessário para produzir uma quantidade significativa de conteúdo atraente no blog da sua empresa, você não conseguirá onde deseja ir.

Em grande medida, escrever conteúdo convincente é uma habilidade que pode ser cultivada. Como dono de uma pequena empresa, você pode dedicar algum tempo a praticar a arte, criar gravações em sua agenda e escrever todos os dias para dominar a arte, ou cavar fundo em mercados freelance para encontrar um excelente criador de conteúdo.

O conteúdo convincente faz mais do que simplesmente divertir seus clientes. O conteúdo convincente pode mudar sua vida. Depois de escrever este post viral nesta incrível plataforma, recebi uma dúzia de louvores por leitores em todo o mundo. Eu também tenho um par de shows de escrita.

A publicação do blog foi viral, não só porque a história atraiu seu público-alvo, mas também porque o tom de conversação e o estilo de escrita são tão envolventes e divertidos … o leitor se sente obrigado a compartilhá-lo.

Escrever postagens convincentes não tem nada a ver com seu diploma, sua experiência ou se você é orador nativo de inglês. É sobre como você faz os leitores sentir. É por isso que cada escritor – assim como todo empreendedor – deve ser criativo, imaginativo e inovador.

6. Inovação.

A inovação é fundamental para o crescimento do seu negócio por vários motivos.

Primeiro, a inovação desenvolve o valor do cliente. Seus clientes sempre precisam de um produto que alivie suas vidas e, uma vez que o obtêm, eles seguem para outra coisa – algo mais fácil, mais novo ou mais simples. Como Steve Jobs disse: “Você não pode simplesmente pedir aos clientes o que eles querem e depois tentar dar isso a eles”, afirmou o fundador da Apple. “No momento em que você for construído, eles vão querer algo novo”.

Em segundo lugar, a inovação é vital para o seu tráfego, vendas e receita. Novas ideias, novos produtos e novas histórias são o que sempre atraem a maior atenção. “A arrogância do sucesso”, de acordo com William Pollard, “é pensar que o que você fez ontem será suficiente para o futuro”.

Em terceiro lugar, as empresas ativas e inovadoras são mais produtivas e geram mais empregos do que empresas não inovadoras, de acordo com dados recentes do Australian Bureau of Statistics (ABS).

Mas, criar novos produtos a partir de suas novas idéias é arriscado. Há uma boa chance de você falhar. Ainda assim, você deve fazê-lo. Você deve dobrar em sua experimentação. Bezos diz: “Se você duplicar o número de experimentos que faz por ano, você vai dobrar sua inventividade”.

Você verá maravilhas se você constantemente inovar.

7. Consistência.

Uma das coisas difíceis sobre o crescimento de um arranque é que o caminho que você caminha é aquele que você se faz.

Não há ninguém para lhe dizer como você deve trabalhar, ninguém para lhe dizer qual direção ir, ninguém para lhe dizer quando fazer uma pausa, ninguém para lhe dizer quando trabalhar horas extras e ninguém para lhe dizer quando dizer não e quando você precisa estar onde.

Essa é uma das coisas fantásticas sobre como administrar seu próprio negócio. Mas às vezes, o Fantástico também é difícil. Você pode abrir sua loja de comércio eletrônico hoje, trabalhar por uma hora, verificar seu e-mail e recuar para o dia.

Mas, você pode voltar para fazer exatamente o mesmo amanhã? Você pode fazê-lo novamente, depois de amanhã, e novamente no dia seguinte, e novamente, e novamente? Consistentemente?

Essa é a parte difícil. E é aí que muitos empresários estão entendendo tudo errado. Construir um negócio próspero não é sobre trabalhar horas extras hoje e não funcionar no dia seguinte.

Trata-se de fazer o trabalho que importa de forma consistente. Trata-se de aparecer todos os dias. Trata-se de minimalismo, não de complexidade.

Então enrole as mangas e continue trabalhando. “Para o futuro”, como diz Paul Wellstone, “pertence àqueles que são apaixonados e trabalham duro”