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Pixels, pixels ou pixels? Dicas de Web Mobile com viewport

Foi-se o tempo em que pixel significava apenas o menor ponto na tela. Bastava dizer que uma imagem tinha 200px, e então ela ocuparia 200 pontos, ou seja, 25% de uma tela de tamanho padrão 800×600.

Mas o mundo mobile mudou completamente o jogo e, hoje, o conceito de pixel pode significar várias coisas.

(Atualização: escrevi mais detalhadamente sobre esses aspectos dos pixels diferentes e viewport, incluindo telas retina, no meu livro A Web Mobile, publicado pela editora Casa do Código. Se você estuda design responsivo, sites mobile, e assuntos relacionados, vai gostar desse livro.)

Os primeiros Smartphones

Era muito comum que os smartphones da Nokia lá pelos idos de 2007 tivessem uma resolução de 240×320 pixels, como um N95.

Quando surgiu o primeiro iPhone, sem teclado e só touch, a Apple decidiu explorar um tamanho maior de tela, 320×480 pixels. Era o dobro dos pixels normalmente usados na época, com um tamanho físico mais ou menos também com o dobro do tamanho.

Esses valores representam o tamanho físico do aparelho, o número de pixels físicos existentes. Na prática, um iPhone conseguia exibir páginas com mais que 320 pixels de largura. O truque era trabalhar com a ideia de zoom.

Na imagem anterior, abrimos o site da Caelum, que tem 960px de largura, em um iPhone de 320px. Repare como, apesar de menor, o Site está sendo renderizado corretamente.

Mas nosso HTML e CSS não foi codificado pensando em 320px, e sim em 960px. Quando colocamos a imagem do logotipo, por exemplo, nosso HTML diz <img src=".." width="160" height="50">. E, obviamente, o logo não está sendo renderizado a 160px, senão ocuparia metade da tela de 320px do iPhone. Se você medir, verá que o logo está sendo renderizado em mais ou menos 52px, ou 1/6 da tela do iPhone.

CSS pixels e o layout viewport

Repare que usamos uma medida de pixels no HTML/CSS que difere do pixel real usado na tela. O navegador do iPhone, na verdade, se comporta como se tivesse 980px de largura, embora o aparelho tenha apenas 320px. Isso é feito para que o usuário possa ver páginas feitas para Desktop sem problemas.

Nossa página funciona como se tivéssemos 980px disponíveis. Quando escrevemos “245px” no CSS, estamos nos referindo a 1/4 dessa tela imaginária de 980px. Na hora de exibir, porém, os 980px serão encaixados nos 320px reais, aplicando um zoom out.

Essa tela imaginária de 980px é o que chamamos de layout viewport. É o tamanho com o qual trabalhamos no nosso HTML/CSS, sem nos preocuparmos com a renderização no aparelho. Repare que um pixel no layout viewport tem outro significado do pixel físico do aparelho. É comum chamá-lo de CSS pixel.

Zoom e o visual viewport

Mas navegar no celular nessa página gigante sem zoom é praticamente impossível. A grande diferença da navegação mobile com a Desktop é o frequente uso do zoom e o scroll em todas as direções.

Na imagem acima, demos um zoom para ver mais detalhes. Repare que a o layout da página continua o mesmo. Um elemento de “245px” continua ocupando 1/4 do total do nosso layout viewport. A diferença é que, agora, só estamos visualizando uma parte do layout viewport; o restante está fora da tela, e precisaríamos fazer scroll para ver.

Isso nos leva para outro conceito importante: o visual viewport, que representa o tanto do layout viewport que conseguimos visualizar no momento.

Geralmente não estamos interessados no tamanho do visual viewport. Lembre que os CSS pixels são sempre relativos ao layout viewport.

Sites mobile e a meta tag viewport

Abrir um site Desktop no celular é uma experiência pouco agradável. Frequentemente, vamos querer criar uma página otimizada para mobile, que não demande tanto zoom e já mostre o conteúdo em tamanho e formato interessantes para uma tela tão pequena.

Como fazer? Obviamente, não podemos deixar a página com layout fixo em, por exemplo, 960px. Podemos tentar um width:100% no elemento principal, pensando em se adaptar a diversos tamanhos de tela.

Nosso layout viewport é considerado como 980px e o site é mostrado como se fosse de Desktop, com zoom mínimo e conteúdo praticamente ilegível. Que tal colocar width:320px, o tamanho real do dispositivo?

O layout viewport continua em 980px mas o conteúdo fica em 320px. O usuário precisa dar zoom para visualizar e, pior, a página fica com um imenso espaço em branco.

O que precisamos é uma forma de redimensionar o layout viewport para que ele seja mais adequado a tela pequena do mobile. A Apple introduziu uma meta tag viewport no iPhone que, depois, foi adotada em praticamente todas as plataformas móveis – Android, Opera, Windows Phone etc.

<meta name="viewport" content="width=320">

Isso indica ao navegador que o layout viewport deve ser 320px. Agora, colocar width:100% vai significar 320px, deixando a visualização mais confortável.

Viewport flexível com device-width

Deixar “320” fixo na nossa tag de viewport pode não ser uma boa ideia. Há diversos aparelhos diferentes no mercado, cada um com tamanho diferente. E mobile agora também inclui tablets, como o iPad, que tem largura de 800px.

É possível deixar a meta tag viewport com tamanho flexível, baseado no tamanho do aparelho. Basta usarmos:

<meta name="viewport" content="width=device-width">

Isso assumirá o valor, por exemplo, de 320px no iPhone e 800px no iPad. Outros aparelhos poderão assumir outros valores.

Altíssimas resoluções

Antes de aparecerem os Androids de alta resolução e, depois, o iPhone 4, toda a história dos pixels se resumia a diferença entre os CSS pixels e os device pixels. Isso porque um device pixel no iPhone clássico significava um pixel físico na tela.

A retina display mudou isso. O iPhone 4 passou a vir com resolução de 640×960 pixels, melhorando a renderização de textos e imagens. Outros celulares foram até além. O Galaxy Nexus, por exemplo, tem resolução HD de 720x1280px.

Como ficam nossas páginas mobile então que assumiam uma resolução bem menor? Com resolução tão alta quanto um Desktop, os celulares mais modernos vão renderizar as páginas bem pequenas, como um site Desktop? Nossas páginas continuam funcionando porque esses dispositivos de alta resolução continuam reportando um device-width de 320px, pra manter a compatibilidade.

A ideia de reportar um device-width diferente do tamanho de pixels físicos surgiu no Android e depois foi copiada pelo iOS e outras plataformas.

Dessa forma, conseguimos evoluir a resolução da tela com densidades de pixels maiores (dpi) sem afetar a forma como o usuário usa nosso Site mobile, que continua otimizado para telas pequenas.

Os três pixels

Um pixel, pode então, representar três conceitos diferentes quando lidamos com mobile:

Pixel físico: número real de pixels na tela. Nos celulares modernos, é um número altíssimo, com ótima resolução, geralmente com densidade acima de 300 dpi.

Device pixel: é o número de pixels reportado pelo aparelho como sendo seu tamanho. É pensado pra ser um valor que ofereça conforto visual para o usuário olhando para aquele tamanho de tela. É comum que esse valor seja 320px em celulares, copiado do iPhone original.

CSS pixel: é o que usamos no HTML/CSS como px, representando um tamanho dentro do layout viewport. Quando colocamos a meta tag viewport com valor width=device-width, estamos dizendo que nosso CSS pixel é igual a um Device pixel.

Hoje, no Desktop, esses três pixels são equivalentes**. Mas, em breve, teremos que lidar com esse tipo de diferença também no Desktop com a chegada das telas de alta densidade também aos computadores.

Lidando com zoom

Mesmo otimizando nossa página para 320px, o usuário ainda pode dar zoom na página. Em alguns cenários, pode ser interessante desabilitar o zoom, o que pode ser feito na tag viewport com user-scalable:

<meta name="viewport" content="width=device-width, user-scalable=no">

De maneira geral, é interessante deixar o usuário dar zoom caso queira, já que este é um gesto comum ao usar a Web no celular. Podemos, porém, controlar os níveis de zoom com as propriedades minimum-scale e maximum-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, minimum-scale=0.5, maximum-scale=4">

O código acima indica que o usuário pode aumentar até 4x a página e diminuir até pela metade.

Podemos controlar também o nível padrão de zoom quando a página é aberta, com initial-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0">

O valor 1.0 é muito comum quando trabalhamos com device-width e significa o zoom padrão. Se tivermos uma página Desktop não otimizada pro viewport de mobile, podemos usar essa propriedade para controlar o zoom inicial (lembre que o inicial é mostrar todo o layout viewport de 980px, o que pode não ser interessante).

Por fim, é importante citar um bug do iOS que afeta o zoom e o viewport quando rotacionamos o dispositivo em uma página com width=device-width que permita zoom. Se você abre a página no modo retrato, ele vai assumir o scale como 1.0, deixando o visual viewport igual ao layout viewport. Ao rotacioná-lo para modo paisagem, o dispositivo mantém o visual viewport no valor antigo, mas aumentando o layout viewport. Na prática, a página dá zoom automático e o lado direito da página não fica visível. O usuário, que não deu zoom, precisa diminuir o zoom para ver tudo.

É um bug famoso que acontece só no Mobile Safari do iOS, não existindo no Android e outras plataformas. A solução mais direta é desabilitar o zoom por completo, algo que é feito em diversos sites mobile por causa desse bug. Mas não é a solução ideal, já que poder dar zoom é uma feature que interessa ao usuário mobile. Existem alguns hacks para tentar resolver esse problema no iOS.

Conclusão

Trabalhar com telas diferentes é um grande desafio. O uso da meta tag viewport procura facilitar a padronização das páginas nos mais diversos tamanhos de telas e densidades de pixels. Compreender os diferentes significados de viewports e pixels é essencial para se desenvolver para mobile.

E, usando ainda media queries, podemos criar páginas que se adaptem facilmente a diversos dispositivos.

O curso WD-43 da Caelum, de desenvolvimento Web, trata também de tópicos de Web Mobile. Mostramos o uso do viewport e media queries para criação de uma página responsiva. Além disso, meu livro A Web Mobile, aprofunda em diversos assuntos de design responsivo e aspectos técnicos de sites para dispositivos móveis.

Referências

** No Desktop, quando damos zoom numa página, também temos a complicação dos viewports diferentes e a diferença entre CSS pixels e device pixels. Mas, na prática, todo mundo ignora e assume zoom de 100%, onde os CSS pixels são iguais aos device pixels.


5 dicas para projetar seu site para atender cada cliente individualmente

Pesquisas atuais mostram que 40% dos consumidores compram mais de varejistas que personalizam sua experiência de compra em todos os canais. Além disso, quase três em cada quatro, ou 74 por cento, de consumidores online ficam frustrados com sites quando o conteúdo exibido não tem nada a ver com seus interesses. É claro que um site personalizado é uma vantagem para todos os comerciantes ou empresários que lideram um negócio de sucesso hoje.

A personalização do site leva em consideração que os usuários têm diferentes motivações, dispositivos, locais e restrições de tempo. Com a tecnologia atual, os comerciantes podem agora reunir informações específicas sobre o que um visitante do site está procurando e traduzir sua visita em uma conversão mais alta

“As organizações gastam dezenas ou centenas de milhares de dólares, e às vezes até milhões de dólares, para criar experiências dinâmicas dinâmicas na web”, explicou Itai Sadan, CEO e co-fundador da plataforma de criação de sites móveis DudaMobile . A empresa recentemente lançou no site que adiciona conteúdo web dinâmico com base no comportamento do cliente para criar experiências de visualização personalizadas.

“Ferramentas caras e esse tipo de personalização tradicionalmente requer um desenvolvimento e projeto substancial na web, e é por isso que estamos entusiasmados por ter preços acessíveis para essa indústria explosiva”, disse Sadan.

A personalização do site em uma escala de massa é realmente possível com o crescente número de opções de baixo custo disponíveis para os empresários hoje. Aqui estão cinco maneiras pelas quais os empresários podem começar a aumentar a conversão através da personalização básica do site:

1. A frequência do visitante deve determinar diferentes experiências do usuário.  Um visitante de um site pela primeira vez quase sempre estará procurando informações diferentes do que alguém que visita o site repetidamente.

David Reischer, diretor de marketing da LegalAdvice.com , sugere acompanhar cada usuário de forma diferente para dar experiências de usuário diferentes. “Utilizamos um cookie para rastrear um visitante que retorna para que possamos direcioná-los para a página mais adequada e relevante. Isso torna a navegação no site mais fácil para usuários repetidos “.

Para aumentar a conversão de visitantes pela primeira vez, inclua um número de telefone ou endereço comercial, um formulário de contato para capturar leads ou um tutorial de vídeo para explicar um produto ou serviço para um visitante pela primeira vez.

“Para visitantes frequentes, adicione um ponto para se inscrever para uma lista de endereços ou adicionar informações sobre novos produtos ou serviços”, sugere Sadan.

2. A localização geográfica ajuda a reunir o marketing online e offline.  A capacidade de saber onde alguém está no momento em que visitam um site é a mudança de jogo para os comerciantes.

“Online, podemos acompanhar a jornada de compra individual do nosso cliente, otimizando-a a cada passo”, explica Bart Heilbron, CEO e co-fundador da BlueConic , o sistema em tempo real de engajamento de clientes online. “No entanto, nunca fomos capazes de usar esses insights em nossa interação off-line. Com a localização geográfica, agora podemos fazer. ”

Se alguém está a poucos quarteirões de distância de uma empresa e procurando em um telefone celular, é provável que eles possam ser facilmente convertidos como clientes se eles veem um endereço e até um cupom que diz: “Entre hoje e descanse 20%”. restaurantes, um botão OpenTable para reservar uma tabela ou um aplicativo Google Map que fornece instruções passo a passo para o local da loja são críticos para a conversão.

3. Ajuste o conteúdo com base em determinados horários.  Alterar o conteúdo em um site com base na hora do dia, semana ou mesmo temporada também pode aumentar as conversões. Considere substituir um número de telefone disponível para os visitantes do site durante o horário comercial com um formulário de contato quando o negócio está fechado. Isso evitará perder os clientes potenciais que desejem entrar em contato fora do horário comercial.

“A capacidade de oferecer produtos diferentes ao longo de um dia com base em tendências, hábitos ou cultura direcionados aumentará as conversões”, disse o CEO da empresa de marketing na internet , WebiMax , Ken Wisnefski. “Por exemplo, um restaurante oferece um menu diferente ao longo do dia, quando eles mudam de almoço para jantar”.

4. Reconheça feriados e outros eventos especiais.  Esta é uma ótima maneira de personalizar um site e se conectar melhor com o sentimento de um cliente. Mude o tema para os corações durante o Dia dos Namorados ou adicione uma imagem de fogos de artifício durante o 4 de julho.

“Isso poderia ter um efeito positivo no engajamento do cliente e, por sua vez, conversão”, disse Sadan.

5. Capture a fonte do visitante para adaptar o conteúdo.  Conhecer a fonte de destino original que um visitante entrou em um site deve impactar significativamente o conteúdo na página de destino que eles vêem primeiro. Isso pode proporcionar uma experiência perfeita e consistente para o visitante.

De acordo com Sadan, “Os visitantes que chegam ao seu site a partir de uma campanha de marketing por e-mail ou como uma referência de outro site devem receber mensagens dedicadas que estão alinhadas com a mensagem que eles viram no e-mail ou no site de referência. Oferecer um cupom neste ponto também pode ser uma boa idéia “.


6 CEOs de equívocos comuns sobre o desenvolvimento da Web

Lembre-se do seu último projeto de desenvolvimento web ? Você passou pelo orçamento, ultrapassou os prazos e ficou frustrado com quase todos os envolvidos em algum momento.

As más notícias? Foi difícil.

A notícia realmente ruim? Provavelmente foi culpa da sua equipe.

A maioria dos CEOs tem sérios equívocos sobre desenvolvimento web. Este é um problema porque as empresas são mais confiantes do que nunca em sua presença online.

CEOs em empresas de todos os tamanhos lutam com isso. Aqui estão seis mitos que a maioria dos CEOs luta com:

1. O desenvolvimento do site é fácil.

Os clientes geralmente solicitam um site “simples” de 20 páginas com uma configuração de log-in, pagamento on-line, um blog e outros widgets.

Sites como Facebook e Craigslist podem parecer simples, mas o trabalho de desenvolvimento necessário é demorado e complicado. O estranho é que quanto mais simples o design, muitas vezes o mais caro é o site. Alguns pedidos que parecem pequenos podem envolver um trabalho de desenvolvimento complicado e exigem dias de programação.

2. Todos devem estar envolvidos.

Ao invés de empacotar toda a equipe em uma sala de conferências para mostrar idéias envolvem apenas as pessoas que estarão fazendo o trabalho.

Compile sua estratégia de conteúdo, ativos de marca, objetivos de negócios e fluxos de usuários. Não gaste tempo medindo planejamento técnico profundo, arquitetura de banco de dados, layouts, projetos ou widgets.

3. Os sites são uma mercadoria.

Com o advento de modelos,  sites como 99designs e desenvolvimento offshore, muitos empresários mantem a percepção errônea de que o design web é uma mercadoria barata.

Aproveitar os modelos já criados pode funcionar para algumas empresas, mas para aqueles que são sérios sobre sua marca e presença on-line, tais alternativas não serão suficientes a longo prazo.

Considere seu site um investimento e consiga recursos apropriados para isso. Encontre uma equipe de designers que entenda seu negócio, faça as perguntas corretas e tenha clientes felizes. Uma boa equipe irá ajudá-lo a gerenciar seus objetivos junto com seu orçamento e encontrar soluções ótimas. Pode parecer caro, mas o retorno sobre o investimento valerá a pena.

4. Uma vez que um site é construído, está feito.

O desenvolvimento da Web não é uma atividade única. Uma vez que seu site é lançado, ele precisará ser mantido. Muitas empresas do midmarket têm equipes 24 horas atualizadas monitorando seus sites para garantir que permaneçam sem falhas.

Mesmo que o seu site não lide com um alto volume de tráfego, você ainda precisa de alguém atento à funcionalidade. Você também precisará atualizações de segurança e conteúdo fresco para fins de SEO .

5. Qualquer pessoa pode criar uma excelente experiência de usuário.

Você não pode construir o site você mesmo. Concentre-se em liderar seu negócio e melhorar seus produtos. Seu estagiário, primo ou cara de TI também não podem construir isso. Muito mais do que um conhecimento básico do design web, especialmente ao construir sistemas de pagamento e garantir a integração com os sistemas internos da empresa.

Existem ferramentas gratuitas de criação de sites que podem ser ótimas para inicialização iniciada ou executar um site de pequenas empresas. Mas eles não são robustos o suficiente para as necessidades dos negócios mais estabelecidos.

Para o seu site, você pode precisar de uma equipe para projetar principalmente a partir do zero, o que requer um conjunto de habilidades específicas. Deixe a empresa de design web contratada fazer o que faz melhor, mas certifique-se de que seus funcionários estão fazendo as perguntas certas sobre o público-alvo antes de começar.

6. É seu site, então você determina o design.

É natural querer micromanager o site da sua empresa. Infelizmente, a menos que você seja um web designer, este não é o trabalho para você. Você precisa confiar no seu web designer se desejar que os visitantes do site se tornem clientes pagantes.

Os designers da Web entenderão sua visão, mas você precisa deixá-los projetar. Eles conhecem a estrutura e o que ajuda os visitantes a se converterem em clientes.


Então, sua caixa de assinatura é bem sucedida - Aqui está o que fazer em seguida

Depois de ver um sucesso mensurável com os clientes, é hora de entrar em alta velocidade. Veja como acelerar além da marca de assinante de 15.000.


 Não é segredo que as empresas de assinatura são calorosas, mas  o whitepaper da Hitwise em 2017 no setor de assinaturas  mede o quão popular elas são: o mercado de assinaturas dos EUA cresceu 831 por cento entre abril de 2014 e abril de 2017, de acordo com o relatório.Claramente, a concorrência é qualquer coisa menos delgada, não importa qual público uma assinatura cite. E os clientes de hoje não são fáceis de agradar. Eles querem tudo: transações simples, frete grátis, valor e, acima de tudo, pertencem a algo único.

Uma vez que uma marca de assinatura limpa esses obstáculos e ganha terreno em seu mercado, é hora de pisar o gás. As marcas não podem dar ao luxo de deixar o crescimento estagnar no ambiente competitivo de hoje – eles precisam aprender a se mover continuamente para o futuro.

Sair do chão

Na primeira fase da oferta de assinatura de qualquer empresa, a publicidade digital é ideal para testar as águas. Neste ponto, é provável que o empreendedor fundador ainda esteja lidando com todos os aspectos do negócio, talvez auxiliado por uma pequena equipe. Durante esses testes, lembre-se de que é mais importante criar uma base menor de clientes fiéis do que atrair a todos.

Saber quando chutar os esforços de inscrição em alta velocidade exige um equilíbrio delicado de informações de marketing, pessoal, recursos tecnológicos, ofertas de produtos e um senso de timing. Você precisa ver um sucesso mensurável com um número de clientes estatisticamente significativo antes de acelerar seu investimento no negócio.

As caixas de assinatura são populares porque são divertidas. Empreendedores, muitas vezes, começam amorosamente empacotando as caixas e garantindo que elas oferecem excelentes produtos. É comum no setor de caixas de inscrição incentivar as pessoas a fazer essas caixas uma tentativa, então o primeiro envio geralmente fornece o melhor valor possível para obter novos clientes interessados ​​em receber a primeira caixa.

Superando todos os obstáculos

Mas, no início, as coisas podem sair dos trilhos rapidamente. É fácil para os empresários começarem a superestimar a demanda futura e superinvestir seu inventário, especialmente quando estão emocionalmente conectados ao negócio.

Além disso, não é incomum ver baixo custo por aquisição no início. Este baixo custo é uma função de mídia barata, emparelhada com um grupo de clientes-alvo inicialmente interessados. Se a primeira oferta for um enorme sucesso, a aquisição de clientes pode parecer acessível ou mesmo fácil, mas o marketing custará mais e exigirá mais foco. A incapacidade de antecipar a velocidade com a qual o CPA pode aumentar enquanto você está tentando alcançar um público maior ou mais amplo é um grande obstáculo.

Um dos maiores obstáculos que os empresários enfrentarão com os negócios de assinatura, no entanto, é o financiamento. A falta de financiamento no início muitas vezes exige que os empresários façam tudo sozinhos, talvez terceirizando ou usando amigos e familiares para ficar acima da água quando as quantidades aumentam. Saber quando trazer ajuda externa é um estágio crítico para os empresários, e encontrar o financiamento para trazer o conhecimento certo nunca é simples.

Na minha experiência, a maioria das empresas de assinatura parece lutar em torno da assinatura de 15.000 assinantes. As assinaturas de hoje e as expectativas dos clientes estão em um nível de sofisticação que não pode ser gerenciado por fornecedores gerais com terceirização barata ou desfocada, especialmente em locais-chave como atendimento ao cliente. As empresas de assinatura bem-sucedidas precisam da ajuda de gerentes verdadeiramente experientes ou parceiros especializados para crescer e escalar.

As empresas que estão prontas para atingir o gás em seus negócios de assinatura devem seguir estas três dicas para alcançar um crescimento sustentável e lucrativo.

1. Experimente e aprenda sobre produtos, cadeias de suprimentos e mídia.

Essas três disciplinas são cruciais para o sucesso da assinatura; Os empresários precisam entender os detalhes do modelo de negócio antes de começar. Ao iniciar uma caixa de inscrição, seu foco inicial não deve estar em problemas de imagem maior, como a escala. Como o co-fundador do LinkedIn Reid Hoffman diz  no podcast “Masters of Scale” , “Você não começa com 100 milhões de usuários. Você começa com alguns. Então pare de pensar grande e comece a pensar pequeno.

O Scaling vem com qualidade e experiência depois de ter estabelecido seus primeiros 1000 verdadeiros fãs. Birchbox, por exemplo, é um dos líderes do movimento da caixa de assinatura moderna, mas seus co-fundadores começaram pequenos. O  modelo de negócios inicial da empresa  baseou-se em amostras de beleza de transporte que obteve gratuitamente ou baixos custos diretamente das marcas – e a empresa cresceu a partir daí. Ele ajustou os elementos principais da variedade de produtos, da cadeia de suprimentos e da mídia para atingir o gás, uma vez que possuía uma prova inicial de conceito com um grupo central de clientes fiéis.

2. Ouça um especialista financeiro.

O financiamento externo é muitas vezes uma obrigação, dado que a mídia é a parte mais cara de um negócio de assinatura à medida que você escala. Sem um financiamento significativo, o crescimento é um desafio. Então, tome tempo para ouvir o especialista financeiro da sua empresa, seja seu CFO ou outra “pessoa de números”, para descobrir o melhor curso de ação específico à medida que você avançar. Certifique-se de conhecer seus números-chave e o que eles significam para a trajetória do seu negócio. Qual é o valor da sua vida e o custo médio por aquisição? Quais são as suas margens? Qual canal de marketing executa o melhor?

Stitch Fix, fundador do Katrina Lake, começou a armazenar seu inventário em sua própria casa e a aceitar cheques pessoais. Suas finanças e informações de clientes foram rastreadas no Excel. Mas foi com o investimento de $ 750,000 da VC Steve Anderson   que a Stitch Fix conseguiu enraizar e alcançar o próximo passo. A empresa cresceu lentamente e de forma constante de um show de uma mulher para uma empresa pública avaliada em  cerca de US $ 1,6 bilhão , tudo porque Lake sabia exatamente quando encontrar e garantir financiamento externo.

3. Saiba as vitórias e perdas de sua concorrência.

As inscrições lideradas por um grande conceito falham com demasiada frequência porque os empresários que os levam começam com idéias “ótimas”, mas sem planos além disso. Mantenha-se informado das ferramentas e tecnologias que seus concorrentes estão usando. Como mostra um relatório do CB Insights, uma das principais razões que os arranjos falham é que  eles caem em sua concorrência . Em vez de perder com eles, aprenda com eles.

Embora numerosas ferramentas baseadas em nuvem ou empresas genéricas de terceirização alegem ajudar as empresas de assinatura a crescer, elas não estão garantidas para dar à sua empresa uma vantagem. Assista aos resultados de seus concorrentes para ver quais ferramentas ou parceiros podem ser mais benéficos para sua empresa. Alinhando com um provedor de serviço experiente que se concentra em assinaturas, por exemplo, pode fornecer os dados necessários para ajudar na aquisição, reduzir os custos de envio, lidar com a fraude e aprender sobre os clientes.

Crescer uma caixa de inscrição requer um equilíbrio delicado de muitas considerações, mas não precisa terminar em falha. Siga estas três dicas para ajudar uma crescente caixa de inscrição a permanecer no caminho para o sucesso.