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URLs amigáveis (slug) à WordPress

Apenda a gerar URLs amigáveis como é feito no WordPress e implemente em seu sistema PHP

desenvolvimento web em WordPress é excelente! O CMS já vem com diversas funções e funcionalidades para facilitar a vida de desenvolvedores e, até mesmo, de pessoas que não tem o mínimo conhecimento em programação (um dos objetivos é esse, mesmo).

Mas muitos desenvolvedores, principalmente os ainda incipientes, esquecem que o WordPress nada mais é do que PHP! Claro, o WP é nada mais, nada menos, que um sistema feito em PHP, como você e eu poderíamos ter feito. Mas, por motivos que me fogem ao conhecimento, as pessoas esquecem isso… Talvez o nível de abstração em programação que o CMS proporcione seja o “culpado”, mas, sinceramente, não tenho certeza.

Então, se você tiver a curiosidade de vasculhar os arquivos PHP que fazem do WordPress o que ele é, vai ter uma grata surpresa e encontrar uma rica fonte de scripts, funções e funcionalidades que você sempre quis implementar e não sabia como!

URLs amigáves à WordPress

Por exemplo, muitos querem implementar uma estrutura de URLs amigáves (gerar os famosos “slugs”) em sistemas desenvolvidos do zero  – seja através de frameworks ou em PHPU (“PHP Unha”) -, mas não sabem como. Ora, se sabemos que o WordPress possui um ótimo sistema de geração de slugs e temos acesso a seu código-fonte, tudo o que é preciso é vasculhar o código-fonte e encontrar as funções certas.

Seguindo o exemplo de gerar slugs, procurando um pouco, é possível saber que as funções necessárias se encontram em /wp-includes/formatting.php. E, como era de se esperar, as funções estão devidamente documentadas com seu escopo, parâmetros e retorno. Precisa de mais?

Para gerar URLs amigáveis à WordPress, são necessárias 4 funções. 3 “preliminares” que são:

E, com essas funções devidamente estabelecidas, a função que gera os slugs, propriamente dita:

Então, para gerar um slug em seu próprio sistema depois de implementar as funções mostradas, basta escrever:

Achou o nome da função grande ou feio? Você tem o código, altere como bem entender!

Considerações finais

O WordPress é software livre (registrado sob a licença GPL), então você pode pegar essas 4 funções e implementar em seu site/sistema/softwares sem o medo de receber uma cartinha do advogado da equipe WordPress amanhã ou depois.

Fica uma pergunta: você tem um software livre à disposição e fica quebrando a cabeça em busca de soluções de código que já existem e estão implementadas nele? Vasculhe todo o código fonte (veja alguns recursos que ajudam no artigo sobre ferramentas e recursos para desenvolvimento web) e procure por aquilo que vai lhe ser útil!

Não seja tímido! 😉


Pixels, pixels ou pixels? Dicas de Web Mobile com viewport

Foi-se o tempo em que pixel significava apenas o menor ponto na tela. Bastava dizer que uma imagem tinha 200px, e então ela ocuparia 200 pontos, ou seja, 25% de uma tela de tamanho padrão 800×600.

Mas o mundo mobile mudou completamente o jogo e, hoje, o conceito de pixel pode significar várias coisas.

(Atualização: escrevi mais detalhadamente sobre esses aspectos dos pixels diferentes e viewport, incluindo telas retina, no meu livro A Web Mobile, publicado pela editora Casa do Código. Se você estuda design responsivo, sites mobile, e assuntos relacionados, vai gostar desse livro.)

Os primeiros Smartphones

Era muito comum que os smartphones da Nokia lá pelos idos de 2007 tivessem uma resolução de 240×320 pixels, como um N95.

Quando surgiu o primeiro iPhone, sem teclado e só touch, a Apple decidiu explorar um tamanho maior de tela, 320×480 pixels. Era o dobro dos pixels normalmente usados na época, com um tamanho físico mais ou menos também com o dobro do tamanho.

Esses valores representam o tamanho físico do aparelho, o número de pixels físicos existentes. Na prática, um iPhone conseguia exibir páginas com mais que 320 pixels de largura. O truque era trabalhar com a ideia de zoom.

Na imagem anterior, abrimos o site da Caelum, que tem 960px de largura, em um iPhone de 320px. Repare como, apesar de menor, o Site está sendo renderizado corretamente.

Mas nosso HTML e CSS não foi codificado pensando em 320px, e sim em 960px. Quando colocamos a imagem do logotipo, por exemplo, nosso HTML diz <img src=".." width="160" height="50">. E, obviamente, o logo não está sendo renderizado a 160px, senão ocuparia metade da tela de 320px do iPhone. Se você medir, verá que o logo está sendo renderizado em mais ou menos 52px, ou 1/6 da tela do iPhone.

CSS pixels e o layout viewport

Repare que usamos uma medida de pixels no HTML/CSS que difere do pixel real usado na tela. O navegador do iPhone, na verdade, se comporta como se tivesse 980px de largura, embora o aparelho tenha apenas 320px. Isso é feito para que o usuário possa ver páginas feitas para Desktop sem problemas.

Nossa página funciona como se tivéssemos 980px disponíveis. Quando escrevemos “245px” no CSS, estamos nos referindo a 1/4 dessa tela imaginária de 980px. Na hora de exibir, porém, os 980px serão encaixados nos 320px reais, aplicando um zoom out.

Essa tela imaginária de 980px é o que chamamos de layout viewport. É o tamanho com o qual trabalhamos no nosso HTML/CSS, sem nos preocuparmos com a renderização no aparelho. Repare que um pixel no layout viewport tem outro significado do pixel físico do aparelho. É comum chamá-lo de CSS pixel.

Zoom e o visual viewport

Mas navegar no celular nessa página gigante sem zoom é praticamente impossível. A grande diferença da navegação mobile com a Desktop é o frequente uso do zoom e o scroll em todas as direções.

Na imagem acima, demos um zoom para ver mais detalhes. Repare que a o layout da página continua o mesmo. Um elemento de “245px” continua ocupando 1/4 do total do nosso layout viewport. A diferença é que, agora, só estamos visualizando uma parte do layout viewport; o restante está fora da tela, e precisaríamos fazer scroll para ver.

Isso nos leva para outro conceito importante: o visual viewport, que representa o tanto do layout viewport que conseguimos visualizar no momento.

Geralmente não estamos interessados no tamanho do visual viewport. Lembre que os CSS pixels são sempre relativos ao layout viewport.

Sites mobile e a meta tag viewport

Abrir um site Desktop no celular é uma experiência pouco agradável. Frequentemente, vamos querer criar uma página otimizada para mobile, que não demande tanto zoom e já mostre o conteúdo em tamanho e formato interessantes para uma tela tão pequena.

Como fazer? Obviamente, não podemos deixar a página com layout fixo em, por exemplo, 960px. Podemos tentar um width:100% no elemento principal, pensando em se adaptar a diversos tamanhos de tela.

Nosso layout viewport é considerado como 980px e o site é mostrado como se fosse de Desktop, com zoom mínimo e conteúdo praticamente ilegível. Que tal colocar width:320px, o tamanho real do dispositivo?

O layout viewport continua em 980px mas o conteúdo fica em 320px. O usuário precisa dar zoom para visualizar e, pior, a página fica com um imenso espaço em branco.

O que precisamos é uma forma de redimensionar o layout viewport para que ele seja mais adequado a tela pequena do mobile. A Apple introduziu uma meta tag viewport no iPhone que, depois, foi adotada em praticamente todas as plataformas móveis – Android, Opera, Windows Phone etc.

<meta name="viewport" content="width=320">

Isso indica ao navegador que o layout viewport deve ser 320px. Agora, colocar width:100% vai significar 320px, deixando a visualização mais confortável.

Viewport flexível com device-width

Deixar “320” fixo na nossa tag de viewport pode não ser uma boa ideia. Há diversos aparelhos diferentes no mercado, cada um com tamanho diferente. E mobile agora também inclui tablets, como o iPad, que tem largura de 800px.

É possível deixar a meta tag viewport com tamanho flexível, baseado no tamanho do aparelho. Basta usarmos:

<meta name="viewport" content="width=device-width">

Isso assumirá o valor, por exemplo, de 320px no iPhone e 800px no iPad. Outros aparelhos poderão assumir outros valores.

Altíssimas resoluções

Antes de aparecerem os Androids de alta resolução e, depois, o iPhone 4, toda a história dos pixels se resumia a diferença entre os CSS pixels e os device pixels. Isso porque um device pixel no iPhone clássico significava um pixel físico na tela.

A retina display mudou isso. O iPhone 4 passou a vir com resolução de 640×960 pixels, melhorando a renderização de textos e imagens. Outros celulares foram até além. O Galaxy Nexus, por exemplo, tem resolução HD de 720x1280px.

Como ficam nossas páginas mobile então que assumiam uma resolução bem menor? Com resolução tão alta quanto um Desktop, os celulares mais modernos vão renderizar as páginas bem pequenas, como um site Desktop? Nossas páginas continuam funcionando porque esses dispositivos de alta resolução continuam reportando um device-width de 320px, pra manter a compatibilidade.

A ideia de reportar um device-width diferente do tamanho de pixels físicos surgiu no Android e depois foi copiada pelo iOS e outras plataformas.

Dessa forma, conseguimos evoluir a resolução da tela com densidades de pixels maiores (dpi) sem afetar a forma como o usuário usa nosso Site mobile, que continua otimizado para telas pequenas.

Os três pixels

Um pixel, pode então, representar três conceitos diferentes quando lidamos com mobile:

Pixel físico: número real de pixels na tela. Nos celulares modernos, é um número altíssimo, com ótima resolução, geralmente com densidade acima de 300 dpi.

Device pixel: é o número de pixels reportado pelo aparelho como sendo seu tamanho. É pensado pra ser um valor que ofereça conforto visual para o usuário olhando para aquele tamanho de tela. É comum que esse valor seja 320px em celulares, copiado do iPhone original.

CSS pixel: é o que usamos no HTML/CSS como px, representando um tamanho dentro do layout viewport. Quando colocamos a meta tag viewport com valor width=device-width, estamos dizendo que nosso CSS pixel é igual a um Device pixel.

Hoje, no Desktop, esses três pixels são equivalentes**. Mas, em breve, teremos que lidar com esse tipo de diferença também no Desktop com a chegada das telas de alta densidade também aos computadores.

Lidando com zoom

Mesmo otimizando nossa página para 320px, o usuário ainda pode dar zoom na página. Em alguns cenários, pode ser interessante desabilitar o zoom, o que pode ser feito na tag viewport com user-scalable:

<meta name="viewport" content="width=device-width, user-scalable=no">

De maneira geral, é interessante deixar o usuário dar zoom caso queira, já que este é um gesto comum ao usar a Web no celular. Podemos, porém, controlar os níveis de zoom com as propriedades minimum-scale e maximum-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, minimum-scale=0.5, maximum-scale=4">

O código acima indica que o usuário pode aumentar até 4x a página e diminuir até pela metade.

Podemos controlar também o nível padrão de zoom quando a página é aberta, com initial-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0">

O valor 1.0 é muito comum quando trabalhamos com device-width e significa o zoom padrão. Se tivermos uma página Desktop não otimizada pro viewport de mobile, podemos usar essa propriedade para controlar o zoom inicial (lembre que o inicial é mostrar todo o layout viewport de 980px, o que pode não ser interessante).

Por fim, é importante citar um bug do iOS que afeta o zoom e o viewport quando rotacionamos o dispositivo em uma página com width=device-width que permita zoom. Se você abre a página no modo retrato, ele vai assumir o scale como 1.0, deixando o visual viewport igual ao layout viewport. Ao rotacioná-lo para modo paisagem, o dispositivo mantém o visual viewport no valor antigo, mas aumentando o layout viewport. Na prática, a página dá zoom automático e o lado direito da página não fica visível. O usuário, que não deu zoom, precisa diminuir o zoom para ver tudo.

É um bug famoso que acontece só no Mobile Safari do iOS, não existindo no Android e outras plataformas. A solução mais direta é desabilitar o zoom por completo, algo que é feito em diversos sites mobile por causa desse bug. Mas não é a solução ideal, já que poder dar zoom é uma feature que interessa ao usuário mobile. Existem alguns hacks para tentar resolver esse problema no iOS.

Conclusão

Trabalhar com telas diferentes é um grande desafio. O uso da meta tag viewport procura facilitar a padronização das páginas nos mais diversos tamanhos de telas e densidades de pixels. Compreender os diferentes significados de viewports e pixels é essencial para se desenvolver para mobile.

E, usando ainda media queries, podemos criar páginas que se adaptem facilmente a diversos dispositivos.

O curso WD-43 da Caelum, de desenvolvimento Web, trata também de tópicos de Web Mobile. Mostramos o uso do viewport e media queries para criação de uma página responsiva. Além disso, meu livro A Web Mobile, aprofunda em diversos assuntos de design responsivo e aspectos técnicos de sites para dispositivos móveis.

Referências

** No Desktop, quando damos zoom numa página, também temos a complicação dos viewports diferentes e a diferença entre CSS pixels e device pixels. Mas, na prática, todo mundo ignora e assume zoom de 100%, onde os CSS pixels são iguais aos device pixels.


Missões de manutenção do site
Mantenha seu negócio on-line funcionando sem problemas com um controle mensal dessas áreas cruciais
Recentemente, eu estava na concessionária de automóveis assistindo o trabalho de mecânica no meu carro, e de repente um pensamento me pareceu: quantos proprietários de empresas on-line verificam regularmente sob o capô para garantir que seus sites estejam funcionando sem problemas?

E mesmo que você faça exames freqüentes no seu site, você tem certeza de que está dando uma resposta completa? Cerca de uma vez por mês, você deve “pular o capuz” para realizar um check-up abrangente, encontrar o que não está funcionando e consertá-lo. Aqui está o que você deve procurar:

Estatísticas de tráfego O
seu host deve fornecer estatísticas básicas, mas considere obter o programa gratuito do Google Analytics ou usar os serviços de uma empresa de análise de internet baseada em taxas – você terá uma visão mais profunda de como seus visitantes viajam através do seu site. Você deve ser capaz de responder as seguintes perguntas:

  • Em quais páginas seus visitantes deixam seu site? Por exemplo, eles abandonam seu site na página da ordem sem fazer um pedido? Em caso afirmativo, talvez haja um problema com o processo de check-out.
  • Quanto tempo os visitantes gastam no seu site e em cada página individual? Se eles visitam sua página inicial e depois saem quase que imediatamente, obviamente você não está chamando sua atenção.
  • Como seus visitantes o acham? São sites particulares que enviam muito tráfego ao seu lado? Você pode aproveitar isso de alguma forma em parceria com eles? A maioria de seus visitantes vem de um motor de busca específico? Em caso afirmativo, qual poderia ser o motivo disso – e como você pode contrariar o tráfego de outros motores de busca? Quais palavras-chave e ofertas em seus anúncios de pagamento por clique estão melhorando? Você pode incorporá-los em outros lugares em seu site?
  • O que está causando picos de trânsito? De onde vêm os visitantes? Existe um novo link apontando para o seu site? Uma campanha de e-mail ou anúncio de PPC é particularmente bom? Poderia haver uma razão sazonal? Como você pode fazer isso uma ocorrência regular?
  • Onde vivem os seus visitantes? Se houver muito interesse de um determinado local, você pode ajustar seu site para atender especificamente a essas pessoas (por exemplo, oferecendo serviços em outro idioma)?
  • Quais termos de pesquisa e palavras-chave resultam na maior parte do tráfego para o seu site? Você pode colocar mais destes – ou outras palavras-chave semelhantes – em seu código e conteúdo para atrair ainda mais tráfego?

Estatísticas de vendas O
tráfego é bom, mas as vendas fazem você ganhar dinheiro. Acompanhe suas taxas de conversão – a porcentagem de seus visitantes que realmente se tornam clientes pagantes. Muitas rotas com poucas conversões indicam que existe algum tipo de desligamento entre a mensagem que leva as pessoas ao seu site e a mensagem que eles estão a ver quando chegarem lá. Olhe para onde você perde essas pessoas e você verá por onde começar a ajustar e testar. O menor tráfego com altas conversões significa que você está fazendo as coisas certas no seu site e você precisa se concentrar em obter mais tráfego.

Taxas de resposta por e-mail
Verifique sempre seus números de tráfego e vendas cuidadosamente após cada envio de e-mail. Você pode descobrir quais linhas de assunto e ofertas promocionais estão funcionando melhor para você, e mesmo quais horas do dia, semana e ano são melhores para seus e-mails.

O e-mail ainda é uma das técnicas de marketing mais eficazes, e você aproveitará o máximo se você automatizar todas essas tarefas de e-mail desde o início. Um sistema de gerenciamento de e-mail como iContact economizará tempo e fornecerá resultados detalhados em um formato amigável para que você possa facilmente analisar o que está funcionando e o que precisa funcionar.

Manutenção geral
Aqui estão algumas outras coisas relacionadas ao seu site que você deve observar de perto:

  • Verifique se há links quebrados e outras falhas técnicas em seu site. As Ferramentas do Google para webmasters podem ajudar com isso. Outro bom recurso para verificar links quebrados e outros fatores que afetam o desempenho do seu site – como a velocidade de carregamento do seu site – é o Sitereportcard.com .
  • Procure palavras-chave relevantes para sua indústria para ver se o seu site aparece nos resultados da pesquisa.
  • Verifique os sites dos seus concorrentes regularmente para ver se eles estão executando promoções especiais ou têm novos produtos. Se você realmente deseja ver seu funcionamento interno, você pode usar uma ferramenta paga como KeywordSpy ou iSpionage para ver quais palavras-chave estão usando e onde. E certifique-se de se inscrever para seus boletins informativos ou feeds RSS – é uma ótima maneira de manter a guia sobre o que eles estão fazendo.
  • Procure na web frases aleatórias das páginas do seu site para se certificar de que ninguém esteja usando seu conteúdo sem voltar para você.
  • Procure no nome da sua própria empresa e URL para ver se alguém está dizendo algo ruim sobre você.

Um mau funcionamento no seu site pode ser tão prejudicial para o seu negócio como uma falha de freio seria para o seu carro. Idealmente, você deve reservar um dia a cada mês para realizar uma revisão importante do site. Isso manterá seu negócio funcionando tão bem como um motor bem oleado.


Uma nova ferramenta para adicionar recursos do Facebook ao seu site

Boas notícias para o empresário das redes sociais: o Facebook facilitou a integração de suas funções sociais em muitos sites. O gigante da mídia social baseado em Menlo Park lançou seu próprio plug-in pré-fabricado para o popular site e ferramenta de blogs , o WordPress.

Com o novo plug-in, chamado Facebook para WordPress , os proprietários de sites podem adicionar botões Like, Subscribe, Send e Recomendações facilmente em páginas não só, mas também em álbuns de fotos e lojas online – adicionando opções adicionais de compartilhamento e engajamento. Uma função chamada Social Publisher publica automaticamente novos conteúdos em um site de volta para a página do Facebook da empresa. Existem também funções Insights, que acompanham a quantidade de atividade que ocorre.

Ao ser apelidado de “o oficial” plug-in do Facebook para o WordPress, esta ferramenta entra em um campo lotado de complementos do Facebook, incluindo o Facebook Connect , o Facebook Tab Manager e os membros do Facebook .

Aqui estão quatro razões pelas quais um negócio pode considerar a integração de recursos do Facebook em sua experiência online:

1. É fácil de adicionar. 
Os sites que funcionam no WordPress devem encontrar o plug-in simples de baixar e configurar a partir dos painéis de controle do WordPress. As opções incluem cor, tamanho e escolha as páginas para colocar links no Facebook.

Para sites que não usam o WordPress, você ainda pode adicionar muitos desses recursos ao seu site. Visite os desenvolvedores.Facebook.com e escolha entre opções semelhantes. O Facebook fornecerá algumas linhas de código para copiar e colar nas ferramentas de edição nas páginas de controle de um site.

2. Obter novos “amigos”. 
Ao adicionar um botão “Curto” ou “Compartilhar” em uma página ou publicação, as empresas estão permitindo que clientes e visitantes compartilhem conteúdo facilmente em suas próprias paredes no Facebook. Esse recurso pode ajudar a espalhar a mensagem de uma empresa mais, mais rápido e ajuda as informações a serem virais.

Considere também usar o recurso de comentários do Facebook. Permite que as empresas evitem discriminadores anônimos e coloca nomes e rostos reais para comentários.

3. Acesse análises mais detalhadas. 
O recurso Insights do plug-in pode fornecer uma dimensão adicional às análises para empresas. As empresas já têm acesso aos dados de log da Web para quantas pessoas visitam seu site e de onde elas são. Mas com a Insights, as empresas podem dizer quantos visitantes realmente “gostam” de uma página.

Por exemplo, postar um álbum de fotos com 100 visualizações pode ser analisado adicionalmente, rastreando qual imagem obtém o máximo de “Likes”. Os dados que você coleciona da Insights podem ajudá-lo a melhorar o envolvimento do cliente com seu site.

4. Mantenha sua marca socialmente relevante. 
O plug-in torna tão simples quanto possível colocar um ícone bem conhecido, como o botão “Curtir” do Facebook na página da empresa. Com mais e mais clientes socialmente conscientes, isso pode ajudar a aumentar a credibilidade adicional em um site.


3 Riscos de segurança ocultos para usuários do WordPress

O WordPress é indiscutivelmente o sistema de gerenciamento de conteúdo mais popular da web e a plataforma de blogs, e por uma boa razão. O sistema é gratuito, fácil de usar e fornece uma grande variedade de recursos que de outra forma custariam aos empresários milhares de dólares em despesas de desenvolvimento.

Mas se algo parece bom demais para ser verdade, geralmente é. Embora a plataforma WordPress ainda represente uma opção de desenvolvimento web útil para pequenas empresas, é fundamental que você se familiarize com algumas das fraquezas do sistema para evitar seus perigos de segurança ocultos .

O WordPress atualiza sua plataforma com freqüência para responder a ameaças conhecidas, mas não é capaz de policiar todas as possíveis. Aqui está uma olhada nas três maiores fraquezas de segurança da plataforma que você deve estar ciente:

1. O WordPress é susceptível de ataques e hacking de URL. 
A plataforma WordPress executa scripts do lado do servidor na linguagem de desenvolvimento web PHP, usando comandos enviados através dos chamados parâmetros de URL para controlar o comportamento dos bancos de dados MySQL que armazenam os dados do seu site.

Se isso tudo so bastante técnico, não se preocupe. Você não precisa entender a codificação da web para proteger seu site. O que você precisa saber é que esse tipo de estrutura do site é vulnerável a um determinado tipo de ataque. Os hackers podem usar parâmetros de URL maliciosos para revelar conteúdo de banco de dados sensível, um processo conhecido como “ataques de injeção SQL”. Uma vez que os hackers tenham essa informação, eles podem seqüestrar seu site e substituir seu conteúdo por spam ou malware.

Para proteger o seu site WordPress de tal ataque, considere modificar o arquivo .htaccess do seu site, que é um arquivo de configuração que permite que você controle a maneira como seu servidor de hospedagem se comporta. Você pode evitar que os pedidos de parâmetros de URL dos hackers sejam bem sucedidos, incluindo o código encontrado aqui.

Tenha em atenção que este código destina-se aos proprietários do WordPress que utilizam o hospedagem web baseada no Apache. Se você não tem certeza do tipo de hospedagem que você usa ou se precisar de assistência na modificação do arquivo .htaccess do seu site, entre em contato com a equipe de suporte de seu provedor de hospedagem web ou com um desenvolvedor web privado.

2. Os temas gratuitos do WordPress freqüentemente possuem explorações de segurança. 
Um dos maiores benefícios do WordPress é que você pode instalá-lo de graça, usar plugins gratuitos para adicionar funções e baixar arquivos de tema gratuitos para dar ao seu site uma aparência atraente. Infelizmente, os desenvolvedores sem escrúpulos possuem arquivos de temas para download com tudo, desde links de spam indetectáveis ​​até arquivos de malware que infectam um site uma vez que o tema está instalado.

Para manter seu site seguro, baixe arquivos apenas de fontes que você conhece e confie. Os temas pagos representam menos risco de segurança do que temas gratuitos. Mas se quiser temas gratuitos, você pode digitalizá-los para detectar malwares antes de enviá-los para detectar ataques que possam ter ocorrido usando o programa anti-vírus instalado no seu computador.

3. O processo de login padrão do WordPress pode ser facilmente pirateado. 
Todos os logins do painel do WordPress estão localizados no mesmo endereço em URLs, o que significa que quase todas as páginas de login do WordPress podem ser encontradas aqui . Além disso, as configurações padrão do WordPress não permitem logins seguros. Isso significa que um site executado na plataforma WordPress pode ser suscetível a ataques de “força bruta”, nos quais os programas de bot tentam várias combinações de logs com a esperança de que uma combinação de sorte permita o acesso ao site.

Para ter uma ideia de quão prevalecente são esses ataques, considere que os sites hospedados pelo popular blogging site Copyblogger experimentam entre 50.000 e 180.000 tentativas de login não autorizadas a cada dia .

Para proteger o seu site, instale o plugin Limit Login Tentpts . Além disso, você pode trabalhar com seu provedor de hospedagem na web para bloquear os endereços IP que fazem múltiplas tentativas de login sem êxito.

Embora possa parecer muito trabalho para tomar essas precauções, você pode gastar muito mais tempo e esforço tentando consertar seu site se você acabar com a vítima de uma tentativa de hacking bem sucedida.


5 dicas para projetar seu site para atender cada cliente individualmente

Pesquisas atuais mostram que 40% dos consumidores compram mais de varejistas que personalizam sua experiência de compra em todos os canais. Além disso, quase três em cada quatro, ou 74 por cento, de consumidores online ficam frustrados com sites quando o conteúdo exibido não tem nada a ver com seus interesses. É claro que um site personalizado é uma vantagem para todos os comerciantes ou empresários que lideram um negócio de sucesso hoje.

A personalização do site leva em consideração que os usuários têm diferentes motivações, dispositivos, locais e restrições de tempo. Com a tecnologia atual, os comerciantes podem agora reunir informações específicas sobre o que um visitante do site está procurando e traduzir sua visita em uma conversão mais alta

“As organizações gastam dezenas ou centenas de milhares de dólares, e às vezes até milhões de dólares, para criar experiências dinâmicas dinâmicas na web”, explicou Itai Sadan, CEO e co-fundador da plataforma de criação de sites móveis DudaMobile . A empresa recentemente lançou no site que adiciona conteúdo web dinâmico com base no comportamento do cliente para criar experiências de visualização personalizadas.

“Ferramentas caras e esse tipo de personalização tradicionalmente requer um desenvolvimento e projeto substancial na web, e é por isso que estamos entusiasmados por ter preços acessíveis para essa indústria explosiva”, disse Sadan.

A personalização do site em uma escala de massa é realmente possível com o crescente número de opções de baixo custo disponíveis para os empresários hoje. Aqui estão cinco maneiras pelas quais os empresários podem começar a aumentar a conversão através da personalização básica do site:

1. A frequência do visitante deve determinar diferentes experiências do usuário.  Um visitante de um site pela primeira vez quase sempre estará procurando informações diferentes do que alguém que visita o site repetidamente.

David Reischer, diretor de marketing da LegalAdvice.com , sugere acompanhar cada usuário de forma diferente para dar experiências de usuário diferentes. “Utilizamos um cookie para rastrear um visitante que retorna para que possamos direcioná-los para a página mais adequada e relevante. Isso torna a navegação no site mais fácil para usuários repetidos “.

Para aumentar a conversão de visitantes pela primeira vez, inclua um número de telefone ou endereço comercial, um formulário de contato para capturar leads ou um tutorial de vídeo para explicar um produto ou serviço para um visitante pela primeira vez.

“Para visitantes frequentes, adicione um ponto para se inscrever para uma lista de endereços ou adicionar informações sobre novos produtos ou serviços”, sugere Sadan.

2. A localização geográfica ajuda a reunir o marketing online e offline.  A capacidade de saber onde alguém está no momento em que visitam um site é a mudança de jogo para os comerciantes.

“Online, podemos acompanhar a jornada de compra individual do nosso cliente, otimizando-a a cada passo”, explica Bart Heilbron, CEO e co-fundador da BlueConic , o sistema em tempo real de engajamento de clientes online. “No entanto, nunca fomos capazes de usar esses insights em nossa interação off-line. Com a localização geográfica, agora podemos fazer. ”

Se alguém está a poucos quarteirões de distância de uma empresa e procurando em um telefone celular, é provável que eles possam ser facilmente convertidos como clientes se eles veem um endereço e até um cupom que diz: “Entre hoje e descanse 20%”. restaurantes, um botão OpenTable para reservar uma tabela ou um aplicativo Google Map que fornece instruções passo a passo para o local da loja são críticos para a conversão.

3. Ajuste o conteúdo com base em determinados horários.  Alterar o conteúdo em um site com base na hora do dia, semana ou mesmo temporada também pode aumentar as conversões. Considere substituir um número de telefone disponível para os visitantes do site durante o horário comercial com um formulário de contato quando o negócio está fechado. Isso evitará perder os clientes potenciais que desejem entrar em contato fora do horário comercial.

“A capacidade de oferecer produtos diferentes ao longo de um dia com base em tendências, hábitos ou cultura direcionados aumentará as conversões”, disse o CEO da empresa de marketing na internet , WebiMax , Ken Wisnefski. “Por exemplo, um restaurante oferece um menu diferente ao longo do dia, quando eles mudam de almoço para jantar”.

4. Reconheça feriados e outros eventos especiais.  Esta é uma ótima maneira de personalizar um site e se conectar melhor com o sentimento de um cliente. Mude o tema para os corações durante o Dia dos Namorados ou adicione uma imagem de fogos de artifício durante o 4 de julho.

“Isso poderia ter um efeito positivo no engajamento do cliente e, por sua vez, conversão”, disse Sadan.

5. Capture a fonte do visitante para adaptar o conteúdo.  Conhecer a fonte de destino original que um visitante entrou em um site deve impactar significativamente o conteúdo na página de destino que eles vêem primeiro. Isso pode proporcionar uma experiência perfeita e consistente para o visitante.

De acordo com Sadan, “Os visitantes que chegam ao seu site a partir de uma campanha de marketing por e-mail ou como uma referência de outro site devem receber mensagens dedicadas que estão alinhadas com a mensagem que eles viram no e-mail ou no site de referência. Oferecer um cupom neste ponto também pode ser uma boa idéia “.


Os elementos essenciais da construção de um site de comércio eletrônico

Se você planeja vender qualquer coisa online, ter um plano de comércio eletrônico é tão importante quanto seu plano de negócios original.

O primeiro passo para escrever um plano de e-business é decidir qual o tipo de experiência que você deseja que seus clientes online tenham. Pense não só hoje, mas também em dois e cinco anos na estrada.

Seus planos de comércio eletrônico começam com os objetivos do site. Quem são seus clientes-alvo? O que eles precisam? Eles estão apenas recebendo informações ou podem comprar produtos no seu site? Essas questões-chave, perguntadas e respondidas com antecedência, determinarão quanto tempo e dinheiro você precisará desenvolver e manter uma presença on-line.

Em segundo lugar, decida quais produtos ou serviços você oferecerá. Como você irá posicioná-los e exibi-los? Você oferecerá compras on-line e off-line? Como você vai lidar com o transporte e os retornos?

Além disso, não negligencie a necessidade do cliente de alcançar uma pessoa ao vivo. Um número de telefone gratuito deve ser exibido de forma proeminente que os clientes podem ligar em qualquer momento para que suas perguntas sejam respondidas por uma pessoa ao vivo.

Se você decidir vender online, você precisará de um componente de carrinho de compras, que é um meio de lidar com o processamento do cartão de crédito e um processo organizado de realização de pedidos.

Finalmente, mesmo que você crie um site incrível, não assuma que as pessoas vão encontrá-lo por conta própria. Se você quiser desenvolver um fluxo consistente de tráfego para seu site, é essencial que você planeje e mantenha uma estratégia de promoção contínua e multifacetada que seja cuidadosamente orientada para o seu público.

Uma vez que você decidiu ter um site, um de seus primeiros itens de “fazer” é criar uma lista de possíveis nomes de sites ou URLs.

Em seguida, execute, não passe, com o computador mais próximo, acesse a internet, acesse seu mecanismo de pesquisa favorito e digite “registro de domínio”. Você encontrará uma lista de empresas, como networksolutions.com, godaddy.com e register.com, que o guiarão no processo de registro de domínio simples.

Por uma taxa modesta (US $ 8 a US $ 75), você pode registrar um nome de domínio por um ou mais anos.

A partir dos nomes disponíveis, escolha um que seja fácil de soletrar e lembrar, e descreve o que sua empresa faz. Certifique-se, no entanto, você não está impondo a marca registrada de outra pessoa ou o nome com direitos autorais. Em muitos casos, o nome da sua empresa, com a adição de dot-com (www. [YourCompanyName] .com) é um nome de domínio adequado que você deve se registrar.

Depois de registar o seu nome de domínio e ter um plano no lugar para o que deseja oferecer aos potenciais e existentes clientes on-line, o próximo grande desafio é projetar e construir seu site real e presença on-line.

oque faz um bom website? Antes de se enredar em detalhes de design, obtenha o grande quadro escrevendo um esboço do site. O conteúdo que você desenvolve e publica deve se relacionar diretamente e ajudá-lo a atingir os objetivos e metas que você definiu para o site.

Um esquema bem pensado do site inclui:

Conteúdo. A chave para um site bem sucedido é o conteúdo. Dê aos visitantes do site muitas informações interessantes, incentivos para visitar e comprar, e formas de contatá-lo. Uma vez que seu site esteja funcionando, atualize e adicione conteúdo fresco para manter as pessoas voltando.

Estrutura. Decida quantas páginas ter e como elas serão vinculadas entre si. Escolha gráficos e ícones que melhorem o conteúdo.

Desenhar. Com o conteúdo e estrutura no local, o design do site vem próximo. Se você está usando um designer externo ou fazendo isso sozinho, concentre-se na simplicidade, legibilidade e consistência. Lembre-se de se concentrar no que deseja realizar.

Navegação. Facilite e aproveite os visitantes para navegar no site. Por exemplo, não utilize mais de dois ou três links para áreas principais e nunca deixe visitantes em um beco sem saída.

Credibilidade. Este é um problema que não deve ser perdido nos sinos e assobios de estabelecer um site. Seu site deve chegar a cada visitante, dizendo a essa pessoa por que ele ou ela deve comprar seu produto ou seu serviço. Deve parecer muito profissional e dar aos clientes potenciais o mesmo sentimento de confiança que receberiam com um telefonema ou uma visita pessoal com você. Lembre os visitantes de que você não existe apenas no ciberespaço. As informações completas de contato da sua empresa – nome da empresa, endereço completo, telefone, fax e e-mail – devem aparecer em todas ou todas as suas páginas da Web individuais e serem exibidas de forma proeminente na página inicial do seu site, a LCF Host pode te ajudar a desenvolver seu comercio eletrônico, clique aqui e saiba mais.

 


Os 11 pior pedaços de conselhos que você já ouviu (e o que fazer em vez disso)
O “2 centavos” de algumas pessoas deixa você com apenas isso.

Como instruções ruins, um conselho ruim pode orientá-lo fora da pista. Principais empresários e membros de The Oracles pesam sobre os piores conselhos que eles constantemente ouviram e o que fazer em vez disso.

Grant Cardone
Crédito da imagem: os oráculos

1. O sucesso é uma jornada, não um destino.

Quantas vezes você já ouviu a frase: “O sucesso é uma jornada, não um destino”? Por favor! O sucesso não é apenas uma “jornada”, é um estado sobre o qual você tem controle e responsabilidade. Nenhum clube da NFL conta a sua base de fãs que é a jornada que conta. Todo mundo sabe que é tudo sobre o anel: o Super Bowl. Um bombeiro que conduz um caminhão de bombeiros não está focado na jornada; Ele está focado em chegar ao fogo e colocá-lo fora.

Sua vida não é diferente. É o destino mais importante. As pessoas que dizem o contrário provavelmente correm um seminário ou tentam vender um livro. – Grant Cardone , especialista em vendas superior que construiu um império imobiliário de US $ 500 milhões e um autor de best-seller do NYT ; siga Grant no Facebook ou no YouTube

Tim Draper
Crédito da imagem: os oráculos

2. Recupere sua equipe.

Um conselho de consertos rápidos que ouço o tempo todo é: “acelerar sua equipe”. Na verdade, todo empresário deve manter seu time tão magro quanto possível até encontrar um produto forte ou um ajuste de mercado. Uma equipe maior não faz um melhor lucro.

Como mencionei no meu livro, Como ser o Startup Hero , uma vez que três grandes clientes estão pagando pelo seu serviço e estão dispostos a expandir sua compra, só então você pode “acelerar” o negócio. – Tim Draper , lendário VC, fundador da Draper Associates e DFJ

Michael Johnson
Crédito da imagem: os oráculos

3. Apenas seja positivo.

Na indústria do comportamento humano e otimização do potencial pessoal, as pessoas adoram dizer: “Apenas seja positivo”. Isso coloca as pessoas para um pesadelo de saúde mental! Ninguém é apenas positivo ou negativo; as pessoas mais bem sucedidas são equilibradas.

Se uma pessoa é excessivamente otimista, eles geralmente não consideram os riscos associados às suas ações ou aprendem através de tentativas e erros dolorosos. Muitos auto-proclamados “pensadores positivos” se espalha internamente por seus pensamentos negativos, ao mesmo tempo em que estabelecem expectativas irrealistas sobre se sentirem felizes ou pacíficas constantemente. É melhor ficar equilibrado: há uma hora e um lugar para todas as emoções. – Michael Johnson, “The Mojo Master”, palestrante e treinador de mentalidade para atletas profissionais e empresários de elite; siga Michael no Facebook

Michael Alden
Crédito da imagem: os oráculos

4. Siga o exagero.

Nova tecnologia gera exagero e desinformação. Recentemente, investei muito tempo e recursos em cryptocurrency. Eu estudei como se eu preparasse para o exame de bar. Ao analisar as tendências da corrente criptográfica, eu aprendi que você sempre deve fazer sua pesquisa. Não basta investir em algo porque seu amigo envia um texto dizendo: “Compre isso agora”. Atuar cegamente na histeria é uma receita para o desastre.

Em vez disso, faça perguntas. Leia sobre isso. Os bons empreendedores se adaptam e atuam rapidamente. Mas o melhor ato com informações confiáveis ​​para aumentar seus negócios e patrimônio líquido. Michael Alden , autor de best-seller e CEO daCloiXonné

Sharran Srivatsaa
Crédito da imagem: os oráculos

5. Não seja uma “aberração de controle”.

Todo empreendedor alto provavelmente foi criticado como um “freak de controle” em algum momento. No entanto, tendo em conta as inúmeras distrações diárias que os empresários encontram, se você quer fazer “um trabalho profundo” com um impacto abrangente, você tem de controlar o seu tempo para fazer cada dia uma obra-prima.

Meu “dia da obra-prima” é composto por seis categorias: comer, mover, dormir, trabalhar profundamente, servir e desenvolver pessoal. Cada categoria tem uma ação que eu posso realizar nesse dia, seja 30 minutos de exercício (mover) ou fazer uma chamada de inspiração 5am ​​Club (serviço). Para alcançar seu potencial, exerça controle sobre sua vida. – Sharran Srivatsaa , investidor-anjo e presidente da corretora (região ocidental) em Douglas Elliman; cresceu Teles Properties 10X em cinco anos

Steve Griggs
Crédito da imagem: os oráculos

6. Faça o que você ama e o dinheiro seguirá.

Durante anos, eu acreditei: “Faça o que você ama e o dinheiro vai seguir”. Eu perderia dinheiro em projetos e me dizia: “Não se preocupe, o dinheiro vai seguir”. Eu tive que desaprender esta lição do jeito difícil .

Em qualquer empreendimento, certifique-se de entender as finanças. Não se sinta culpado por fazer lucro. O lucro é a linha de vida de qualquer negócio. Em vez de apenas “fazer o que você ama”, eu digo, “seja justo, honesto e obtenha lucro”.

Outro conselho que eu ouvi dizer é “ficar sob o radar”. Não tenho certeza de como eu consegui isso embutido na minha cabeça; não faz sentido. Se as pessoas não o conhecem, elas não comprarão de você. – Steve Griggs , fundador e CEO da Steve Griggs Design ; O premier designer de paisagens da NYC transformou os quintais e os jardins do telhado em fugas privadas

Jared Goetz
Crédito da imagem: os oráculos

7. Sempre triturar.

Muitos empresários glorificam “o grind”. Não me interpretem mal: sou um grande proponente de trabalhar duro e fazer as coisas, mas acho que é tão importante, se não mais, ter equilíbrio.

Muitas vezes, os empresários ficam tão apanhados na moagem que não conseguem ver que o que eles estão trabalhando não os impulsiona. Trabalho inteligente. Concentre-se no seu bem-estar. Reserve tempo pessoal. Reflita. Estas práticas terão efeitos maciços e positivos sobre o seu sucesso. – Jared Goetz , empresário em série e especialista em comércio eletrônico; co-fundador de quatro empresas multimilionárias em cinco anos

John Hanna
Crédito da imagem: os oráculos

8. As decisões empresariais devem basear-se na lógica, e não nas emoções.

O conselho de fazer decisões comerciais lógicas soa racional, mas é falho. A neurociência provou que é impossível tomar decisões sem emoção. Todos entrámos em um campo de negócios armado com fatos, números e pesquisas independentes, pensando que nossa proposta é à prova de balas, apenas para receber um “No.” definitivo.

Isso porque a semente da motivação está no coração. Se você aplicar apenas lógica a negócios, você estará condenado a falhar porque a tomada de decisões é principalmente emocional. A paixão, a resistência e o zelo são impulsionados pelas emoções. Lógica, sabedoria e razão são ferramentas que a mente alavanca para que as decisões baseadas em emoções sejam bem-sucedidas. – John Hanna , autor de ” Way of the Wealthy ” e CEO doFairchild Group

Nafisé Nina Hodjat
Crédito da imagem: os oráculos

9. Seja um buldogue.

O pior conselho que recebi como advogado é: “Seja um buldogue”. Todos querem um advogado feroz e implacável. No entanto, um advogado de defesa criminal implacável e feroz sem uma estratégia holística só será efetivo em uma pequena porcentagem de casos.

Bruce Lee disse uma vez: “Seja como a água”. Resolvi muitos casos em favor dos meus clientes, adaptando a estratégia do caso e sendo aberto a abordagens não convencionais. Se sua única estratégia é ser bulldog no negócio, você vai sentir falta oportunidades para crescer e servir seus clientes de forma eficaz. -Nafisé Nina Hodjat, fundadora e advogada da Firma SLS

Shaun Rawls
Crédito da imagem: os oráculos

10. Fale até que você faça isso.

“Fake to till you make it” é uma estratégia de negócios em papel para novatos e um jogo de tolos para profissionais reais. Você nunca vai enganar aqueles que você quer conquistar, e você pode apenas prejudicar sua reputação em ascensão no processo.

Quanto ao “fazer”, o conhecimento é poder. Quanto mais você sabe, mais você cresce. Saiba tudo o que puder dos melhores líderes em sua indústria. Entrevistá-los; leve-os para o almoço; estudá-los. O melhor atalho para o sucesso é aprender com os melhores. Combine este conhecimento com autenticidade, e você terá uma proposição de valor única que o serve ao longo de sua carreira. – Shaun Rawls , empresário permanente, fundador e CEO da Rawls Consulting

Joe Kakaty
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11. Faça isso, como sempre, foi feito.

Os “especialistas” adoram pregar sobre como algo sempre foi feito. Seus métodos experimentados pelo tempo invariavelmente trabalhavam em “insert-mega-company-company-name-here”, e é por isso que ele vai funcionar para você. Mas apenas porque uma estratégia funcionou para uma grande marca corporativa não significa que ela funcionará em uma cultura inicial ou pode ser copiada para obter os mesmos resultados.

Se você está em uma indústria em rápida mudança como o negócio de mídia, sugiro recrutar uma mistura de especialistas experientes, bem como tipos de produtos em bruto, quebram o molde, que gostam de inovar. Quando resolver problemas, não fique preso em como algo já foi feito antes. Descubra o que funciona melhor para você. – Joe Kakaty , co-fundador e presidente da Poker Central

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5 IDEIAS DE NEGÓCIOS DIGITAIS PARA VOCÊ COMEÇAR DO ZERO

Quem não sonha em ter seu próprio negócio e faturar muito dinheiro sem sair de casa? E o melhor de tudo, sem ter que investir muito dinheiro. Muitos brasileiros sonham em deixar de ser assalariado, e os negócios digitais são uma ótima alternativa para tornar esse sonho, realidade.

Pois saiba que a internet oferece várias opções, basta você escolher o negócio que melhor se encaixa no seu perfil. Justamente por isso o meu objetivo no post de hoje é lhe apresentar algumas ideias de negócios online para te ajudar nessa escolha.

VEJA AGORA 5 IDEIAS DE NEGÓCIOS DIGITAIS PARA VOCÊ COMEÇAR DO ZERO

1 # Criação de Blogs

Atualmente esse é um dos negócios digitais mais rentáveis da internet. Você já deve ter visto vários blogueiros de sucesso que ganham muito dinheiro nesse meio. Quantas vezes você já se perguntou como eles conseguem faturar com uma página na internet?

Na verdade, o lucro está nos anúncios exibidos na página. Quando o usuário clica, o webmaster já está ganhando.

Além disso, hoje muitos blogueiros faturam alto promovendo produtos de outras empresas, marcas e até mesmo pessoas comuns, tudo isso através do Programa de Afiliados, conforme veremos mais a diante.

Mas o primeiro passo é buscar um nicho de mercado que seja rentável e que ao mesmo tempo lhe traga satisfação pessoal. Isso porque a motivação é muito importante para conseguir dar sequência as estratégias de marketing digital necessárias para gerar tráfego no blog e ter sucesso no mercado dos negócios online.

Quando falamos em marketing digital, é importante salientar que se trata de um processo que requer planejamento e tempo.

É fundamental que o nicho de sua escolha seja um tema que você tenha certo domínio ou interesse, para que assim essa experiência não seja monótona e cansativa, isso garante maior facilidade para tratar dos assuntos referentes ao blog.

Além disso, é preciso estudar muito o mercado e o público com quem você vai trabalhar no blog. Alguns empreendimentos digitais de sucesso tratam de temas referentes a dieta, fitness, culinária, beleza, negócios, etc.

2 # Criação de Vídeos para a internet

O primeiro passo para montar um bom vídeo é planejar e definir um assunto interessante e pesquisar seus detalhes. O conteúdo precisa ser original e relevante para atrair a atenção do público.

Organize a estrutura do vídeo como se fosse um roteiro de filme, com começo, meio e fim. O ideal é colocar tudo no papel para as ideias ficarem mais claras.

A criação de vídeos para a internet é um dos negócios digitais mais rentáveis atualmente, isso porque os internautas acessam diariamente milhões de vídeos no Youtube. Inclusive esse canal é o mais famoso para expor gravações.

Uma boa dica é ver outros vídeos que tratem do assunto que você deseja abordar.

Observe quais são os mais visualizados e se inspire. Pode ser vídeos engraçados, tutoriais, cursos, etc. Quanto mais criatividade e habilidade você tiver na criação de vídeos, melhor será o desempenho da sua publicação.

Realizar vídeos com imagens e áudio também é uma boa opção para prender a atenção dos visitantes.

Outra tendência em negócios pela internet é desenvolver vídeos institucionais animados para exibir produtos, uma teoria ou um conceito com criatividade e relevância. Para isso basta ter familiaridade com programas de animação para criar bons vídeos de divulgação.

 

3 # Comércio eletrônico

Mais uma ideia de negócios digitais é abrir uma loja virtual para vender algum produto pela internet.

Atualmente existem também Franquias Virtuais que permitem que você tenha o seu próprio negócio com um baixo investimento, como esta que eu fui franqueado e super recomendo Clicando Aqui.

Mas, caso você não pretenda correr o risco de investir em um empreendimento de alto nível, você pode abrir uma loja virtual de forma gratuita.

Primeiro, selecione os produtos que pretende comercializar e desenvolva um catálogo online. Organize as fotos e a descrição dos produtos para tornar a página mais completa e atraente aos usuários.

É essencial oferecer bastante dados sobre o produto e as maneiras de entrega. Seja específico ao determinar o conteúdo da loja para ganhar espaço nesse mercado de comércio eletrônico.

Assim como outros negócios online, trata-se de um mercado competitivo que exige estratégias bem definidas para o empreendedor conseguir alcançar seus objetivos em venda.

Lembre-se de estabelecer um planejamento para conseguir atingir suas metas. Acesse o site da LCF Host para saber mais sobre loja virtuais e Blogs desenvolvimento seguro e profissional clique aqui


O que realmente impulsiona o crescimento das vendas e a repetição de negócios?
Dica: não é a capacidade de seus clientes potenciais de comprar, nem o quão grande é o seu produto ou serviço.

As opiniões expressas pelos contribuintes do Empreendedor são suas …
Alguma vez você já analisou o que realmente impulsiona as vendas no seu negócio? A maioria das pessoas atribui sua resposta ao marketing ou a novas ligações. Esses podem ser drivers, mas não o principal driver para pequenas empresas.

O que faz com que uma pessoa compre com você por anos, fazendo o possível para chegar até você, enquanto o cara do outro lado da rua não põe os pés na sua porta? Normalmente, quando faço essa pergunta, recebo comentários sobre o quão ótimo é o produto e o serviço. Quando pergunto por que o cara do outro lado da rua não vai usar você, eu costumo obter alguma explicação sobre falta de necessidade ou capacidade de compra.

Essas respostas podem ser verdadeiras, mas isso não faz nenhuma correção.

Passei os últimos sete anos estudando essas questões e procurando a verdade e a resposta correta. Surpreendentemente, a resposta certa é muito mais fácil de entender do que eu pensava que seria. Em vez de ter que se tornar um especialista no assunto, eu vou salvar você anos e dizer o que encontrei.

A verdade e a resposta correta.

Se você deseja impulsionar o crescimento das vendas e repetir os negócios, ele se resume a entender e implementar uma estratégia: o conteúdo cria relacionamentos, relacionamentos criam confiança e a confiança é igual a vendas. Pense nessa declaração por um minuto. É verdade na sua vida pessoal e comercial agora.

O conteúdo cria relacionamentos.

Desde o início do homem, como construímos relacionamentos? Criamos conteúdo. Se eu me encontrasse solteira amanhã e em uma data, eu trabalharia para construir um relacionamento com a pessoa com quem eu estava namorando falando com eles – ou seja, criando conteúdo.

Nas vendas de B2B por muitos anos, as pessoas criaram conteúdo tendo todo o conhecimento e revelando perspectivas de vendas sobre os grandes recursos e benefícios de máquinas novas e surpreendentes. Hoje, criamos conteúdo para nossos sites e e-books, bem como para downloads ou vídeos para publicar no YouTube.

Por que fazemos tudo isso? Simplificando, o conteúdo cria relacionamentos. E se o seu cliente procura comprar algo de valor significativo de você, primeiro você precisará de um relacionamento para fazer isso acontecer. Uma vez que temos um relacionamento, o que acontece?

Os relacionamentos criam confiança.

A maioria das pessoas não confia plenamente em alguém que acabou de conhecer, independentemente de ser um relacionamento comercial ou pessoal. A natureza humana é dar um pouco de confiança e ver se alguém vale a pena confiar mais. Em outras palavras, faça com que ganhem. É por isso que entregar, no mínimo, o que você disse que seria tão de vital importância.

Este é o lugar onde um bom serviço ao cliente, a pessoa que atende o telefone ou fica na recepção, pode fazer ou quebrar um novo relacionamento. À medida que a relação continua, mais e mais confiança é dada; e se a experiência permanecer positiva, a quantidade de confiança que você obtém cresce ainda mais. À medida que a confiança em você cresce, então o que acontece?

A confiança equivale às vendas.

Quanto mais uma pessoa confia em você, mais eles vão comprar de você.

Um pouco de boas notícias com toda a concorrência que está aparecendo é que é super fácil se destacar, porque existem muitas empresas mal administradas e pessoas não confiáveis ​​do mundo. Tudo o que você precisa fazer é fazer o que você diz que vai fazer quando diz que vai fazer isso. Além disso, trate as pessoas do jeito que você gostaria de ser tratado. Uma vez que tão poucos vão fazer isso, não é tão difícil se destacar do pacote.

Uma vez que uma pessoa tem um relacionamento com alguém, e eles sempre conseguem o que esperam, a mudança de pessoa ou empresa não é fácil ou mesmo desejável. Porque você deu um bom conteúdo, você criou um relacionamento. Através desse relacionamento você trabalhou duro e desenvolveu a confiança e agora, a confiança que você ganhou ganha dinheiro, ano após ano. Quando você tem 500; 1.000; 2.000; ou 5.000 desses relacionamentos confiantes, eles se tornam ativos de seu negócio incrível.

Se você me leu antes, você pode ter me ouvido dizer que você deve usar uma newsletter para construir uma cerca em torno de seus clientes. Eles ficarão mais tempo e gastarão mais. Bem, é disso que estou falando. Se eu tivesse sido mais sofisticado na minha compreensão de como tudo isso funciona há sete anos, eu teria mudado a palavra “boletins informativos” para “conteúdo”.

Eu digo às pessoas o tempo todo que um boletim informativo não é uma ferramenta mágica. Se alguém está lhe vendendo uma ferramenta de solução mágica, tudo-seu-problema, você deve correr muito longe e muito rápido. Um boletim informativo é simplesmente um veículo para distribuir conteúdo que cria relacionamentos. Ele nutre essas relações ao longo do tempo. Você deve respeitar o relacionamento e ganhar confiança ao entregar seus produtos ou serviços. Se você não, não pode, ou não vai fazer isso, você pode entregar todo o conteúdo e enviar todos os boletins, e simplesmente não importará um pouco.

Como implementar isso em sua empresa.

O desafio com qualquer idéia é a implementação. Com a maioria das idéias nos negócios, normalmente você tem quatro opções, e esta não é diferente.

Você pode fazer o seguinte:

  • Fazer nada. Isso é o que a maioria das pessoas faz, o que é uma boa notícia para você, porque também é o que a maioria dos seus concorrentes estão fazendo. Isso torna muito fácil se destacar.
  • Faça Você Mesmo. O conteúdo tem que ser criado, e talvez você seja a melhor pessoa para fazer isso agora em sua empresa.
  • Contrate um funcionário para fazer isso por você. Claro, você pode contratar e treinar uma pessoa de criação de conteúdo e terceirizar edição, design gráfico, etc.
  • Encontre uma empresa para ajudá-lo a implementar essa estratégia.

Independentemente da sua decisão, se você quiser crescer verdadeiramente, ou se você quiser vencer o competidor pela rua, ou se quiser aumentar o valor da sua empresa, ele começa com esta estratégia: o conteúdo cria relacionamentos, relacionamentos criam confiança, e a confiança é igual a vendas

Isso deixa você com uma coisa ao terminar este artigo: olhe para as quatro opções e faça uma escolha.


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