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URLs amigáveis (slug) à WordPress

Apenda a gerar URLs amigáveis como é feito no WordPress e implemente em seu sistema PHP

desenvolvimento web em WordPress é excelente! O CMS já vem com diversas funções e funcionalidades para facilitar a vida de desenvolvedores e, até mesmo, de pessoas que não tem o mínimo conhecimento em programação (um dos objetivos é esse, mesmo).

Mas muitos desenvolvedores, principalmente os ainda incipientes, esquecem que o WordPress nada mais é do que PHP! Claro, o WP é nada mais, nada menos, que um sistema feito em PHP, como você e eu poderíamos ter feito. Mas, por motivos que me fogem ao conhecimento, as pessoas esquecem isso… Talvez o nível de abstração em programação que o CMS proporcione seja o “culpado”, mas, sinceramente, não tenho certeza.

Então, se você tiver a curiosidade de vasculhar os arquivos PHP que fazem do WordPress o que ele é, vai ter uma grata surpresa e encontrar uma rica fonte de scripts, funções e funcionalidades que você sempre quis implementar e não sabia como!

URLs amigáves à WordPress

Por exemplo, muitos querem implementar uma estrutura de URLs amigáves (gerar os famosos “slugs”) em sistemas desenvolvidos do zero  – seja através de frameworks ou em PHPU (“PHP Unha”) -, mas não sabem como. Ora, se sabemos que o WordPress possui um ótimo sistema de geração de slugs e temos acesso a seu código-fonte, tudo o que é preciso é vasculhar o código-fonte e encontrar as funções certas.

Seguindo o exemplo de gerar slugs, procurando um pouco, é possível saber que as funções necessárias se encontram em /wp-includes/formatting.php. E, como era de se esperar, as funções estão devidamente documentadas com seu escopo, parâmetros e retorno. Precisa de mais?

Para gerar URLs amigáveis à WordPress, são necessárias 4 funções. 3 “preliminares” que são:

E, com essas funções devidamente estabelecidas, a função que gera os slugs, propriamente dita:

Então, para gerar um slug em seu próprio sistema depois de implementar as funções mostradas, basta escrever:

Achou o nome da função grande ou feio? Você tem o código, altere como bem entender!

Considerações finais

O WordPress é software livre (registrado sob a licença GPL), então você pode pegar essas 4 funções e implementar em seu site/sistema/softwares sem o medo de receber uma cartinha do advogado da equipe WordPress amanhã ou depois.

Fica uma pergunta: você tem um software livre à disposição e fica quebrando a cabeça em busca de soluções de código que já existem e estão implementadas nele? Vasculhe todo o código fonte (veja alguns recursos que ajudam no artigo sobre ferramentas e recursos para desenvolvimento web) e procure por aquilo que vai lhe ser útil!

Não seja tímido! 😉


O que SEO pode aprender com UX?

Pontos interessantíssimos sobre UX, SEO, a relação entre ambos e o que pode acontecer a estas carreiras a partir de agora.

Experiência do Usuário (ou User Experience, também chamada UX) desempenha um papel fundamental em orientar decisões básicas que moldam web sites e produtos digitais e, cada vez mais, está “tomando seu lugar à mesa”, por assim dizer. A razão é porque UX é multidisciplinar, englobando Design, Arquitetura da Informação, Usabilidade, Design de Interface, Estratégia de Conteúdo e Pesquisa. Apesar da sua relativa “juventude”, UX, como disciplina, tem crescido exponencialmente nos últimos anos.

Consultores de SEO são trazidos mais tarde ao processo e, geralmente, têm um alcance de trabalho limitado em UX, mas seus esforços podem ter um impacto mais amplo por causa dos números. Então, por que SEO parecem ter menos força com a liderança executiva?

Ambas as disciplinas construíram suas reputações na tomada de decisões apoiadas por dados, mas como especialistas em SEO podem aplicar o sucesso de UX em seus cargos?

Breve história

Pessoas que trabalham com Experiência do Usuário (UX) não acabaram de surgir. Eles eram psicólogos, jornalistas, designers de interface e arquitetos da informação – pessoas que escutam bem e pode traduzir suas descobertas em recomendações contextuais. UX, em sua forma atual, existe desde meados da década de 1990. Anteriormente, pessoas da área de UX estariam trabalhando em áreas afins como:

  • Psicologia
  • Ergonomia
  • Interação Humano-Computador
  • Design de Produtos
  • Biblioteconomia

SEO existe desde, pelo menos, 1997, e evoluiu em conjunto com a tecnologia. Antes disso, o análogo mais óbvio seria marketing. Há pontos em comum definidos nos dados que os profissionais de UX e SEO trabalham, mas as pessoas que trabalham nestas áreas têm diferentes origens e prioridades que podem contribuir para a desconexão entre os dois.

A maioria das pessoas que querem/têm um site veem SEO como uma grande prioridade. Ninguém quer pagar por um sistema que não existe aos olhos dos mecanismos de busca e, portanto, corre o risco de ter seu crescimento obstruído. SEO é uma preocupação crítica, mas é, em última análise, secundária a uma grande experiência.

O papel da UX

Implementar processos centrados no usuário se tornou uma prioridade em muitas empresas porque tem um alto retorno sobre o investimento (ROI), muitas vezes resultando, diretamente, em maior satisfação do cliente, crescimento do negócio e engajamento de marca.

Não existe uma definição singular sobre o que é o processo de UX, já que os que atuam na área trazem sua própria combinação única de habilidades e conhecimentos para os projetos e porque as recomendações variam de acordo com cada contexto em que se está trabalhando.

Alguns diriam que UX se concentra em acrescentar “personalidade” e utilidade para um meio inerentemente sem emoção. Um bom profissional de UX irá:

  • Ajudar pessoas (“usuários”) a alcançar seus objetivos
  • Equilibrar os objetivos do negócio com a integridade da experiência do usuário
  • Em última instância, ajudar as pessoas a melhorar suas vidas através da tecnologia

A grande marca de um consultor de UX é a facilitação (entre as preocupações dos stakeholders, estratégia, design, conteúdo e engenharia). Consultores de UX idealmente atuam como agentes de mudança dentro das empresas.

SEO e UX são diferentes

As pessoas realmente não enxergar uma interseção entre UX e SEO. É mais ou menos como na Corrida de Revezamento: eles não querem se tocar, só querem se apressar e seguir em frente.

Simplificando, SEO leva as pessoas a um site, aumentando a encontrabilidade de informações; e UX as mantêm lá, fazendo com que a informação seja envolvente e utilizável. Não é mágica. Os comportamentos de busca de informação que as pessoas usam para encontrar o que estão procurando pela primeira vez são muito diferentes dos “gatilhos” que levam a tráfego repetido.

Ambas as disciplinas são necessárias para acomodar diferentes tipos de informações de comportamentos de busca; o objetivo primordial deve ser o equilíbrio entre o ranking nos mecanismos de busca e a integridade da experiência da marca. Em última instância, a relação do usuário de longa duração é com a experiência.

“Me dê alguma coisa acionável”

Todo estão fazendo o trabalho necessário para ajudar produtos digitais a encontrarem sua audiência; como isso é alcançado é “o” ponto de diferenciação. Tudo se resume a todos pedindo a mesma coisa: “Me dê alguma coisa acionável”.

O que UX e SEO consideram como “acionável”?

SEO considera métricas web como acionável – dados quantitativos que são derivados a partir de medições. Ao lidar com o tráfego web, minutos ganhos podem se traduzir em números enormes em sites de grande escala. Devido ao fato de os consultores serem trazidos mais tarde no ciclo de planejamento de um produto, há uma ênfase em melhorias incrementais conforme o tempo passa.

UX emprega métodos de pesquisa qualitativa e quantitativa em sua busca pelo equilíbrio entre utilidade e prazer. Dependendo do projeto, você pode precisar de dados quantitativos, como web analytics. Outras vezes você pode usar dados qualitativos como:

  • Entrevistas com usuários
  • Análise heurística
  • Pesquisa de campo

Essas fontes de dados, qualitativas e quantitativas, são essenciais para a identificação de oportunidades de mudança – grandes e pequenas.

Estratégia de Conteúdo e SEO a longo prazo

A longo prazo, SEO deve quase que cuidar de si mesmo com uma boa Estratégia de Conteúdoe uma “voz de marca” diferenciada – conteúdo real deveria, teoricamente, levar a ganhos reais de tráfego.

Envolvente, o conteúdo exclusivo é essencial para a sua estratégia, claro. Essa estratégia poderia envolver o crescimento do “estilo” de uma marca ou o estabelecimento de liderança de pensamento em um campo, em particular, ou o desenvolvimento de uma marca orientada a serviço. Conteúdos novos também são cruciais se você está focado em compartilhamento social e backlinking, já que ambos aumentam o alcance de um site e fazem crescer a base de usuários.

Técnicas de SEO podem desvirtuar a Estratégia deConteúdo se aplicadas em excesso. Quando os ganhos são mais de de otimização, ao invés de conteúdo real, relevante, a experiência geral é diminuída. A desvantagem desta maior ênfase na estratégia de conteúdo é que SEOs podem, eventualmente, não serem mais necessários em dado momento.

Mas existe alguma forma de agregar valor e fazer crescer o papel de SEO que não está em desacordo com a experiência holística do cliente?

Educação como chave para a elevação da disciplina

É a educação a chave para elevar a disciplina e levar a SEO para o próximo nível?

Uma coisa que UX tem feito muito bem na última década é se promover. Existe uma comunidade ativa na internet dedicada a melhorar e legitimar a UX, ajudando a próxima geração de profissionais da área a crescer em seus cargos.

Design originalmente se referia ao apelo visual, mas esses esforços criativos muitas vezes tornaram muitos sites inutilizáveis… Design se expandiu para incluir UX, o que transformou o site atrativo num sistema coeso. Os sistemas foram ficando funcionais e atrativos, mas não particularmente interessantes, daí a necessidade da Estratégia de Conteúdo.

Qual é o objetivo de um sistema atraente, funcional e envolvente que não se pode encontrar? Assim, a necessidade de SEO. É um pouco de especialidade nicho que às vezes é tratado como um adendo pelo pessoal que faz a administração.

SEO ainda está, muitas vezes, associado a táticas questionáveis devido à época em que era mais comum que atualmente comprometer a experiência global em função de pequenos ganhos em rankings de busca. Táticas como:

  • “Keyword stuffing”
  • Rodapés obesos, cheios de links
  • Conteúdo falso e/ou de baixa qualidade

Capacitar a próxima geração de designers e SEOs para tomar decisões inteligentes e educar as partes interessadas nesse sentido é a chave para o crescimento da disciplina e elevação da percepção do nível executivo de SEO.

Jakob Nielsen recentemente levantou um excelente ponto sobre SEO de curto prazo ser, principalmente, sobre um bom design. E a definição de “bom design” deve incluir projetar com SEO em mente, para além de todas as outras coisas que os designers de hoje têm de se preocupar. Seria incentivar jovens designers de projetos de sistemas a não violarem osprincípios básicos de encontrabilidade, acessibilidade e credibilidade.

Quando designers se preocupam com os princípios básicos de SEO, eles têm o poder de melhorar a integridade de seus projetos. Quando as pessoas têm um sentimento de “posse” do processo, eles são mais propensos a valorizar a ênfase adicional nas melhores práticas de SEO. Consultores então seriam livres para o trabalho mais especializado ou para encontrar novas maneiras de contribuir para expandir a definição de seus papéis.

O valor de UX

Não existe uma quantidade finita de trabalho, empregos ou de receita; a grande coisa a respeito de UX é o tanto que as pessoas estão dispostas a pagar por isso. Rúben Steiger fala sobre isso em seu artigo “Who’s the Chief Experience Officer?“.

Em seu livro “Future Shock”, de 1971, o futurista Alvin Toffler falou sobre a vindoura “indústria experiencial” em que as pessoas no futuro estariam dispostas a alocar altos percentuais de seus salários para viver experiências incríveis […] […] Empresas precisam começar a pensar sobre a relação holística entre suas marcas, produtos e serviços. “Moldar” uma experiência requer um projeto que considera estes três elementos de marca, produto e serviço, a fim de gerar resultados bem sucedidos.

Faz sentido que as empresas teriam que sentar e prestar atenção às oportunidade em mãos. Diretores de Experiência (CXOs) até já começaram a fazer incursões na estrutura executiva da indústria da tecnologia. Quantos profissionais fizeram isso recentemente?

Muitas empresas querem ser a Apple, uma empresa reconhecida pela qualidade de sua UX, mas estes “wannabes” (termos pejorativo para se referir a pessoas que querem ser o que não são) não estão dispostos a colocar o trabalho em seus processos de design de produto e cadeia de suprimentos para suavizar os solavancos. Você não pode simplesmente imitar a aparência de um sistema porque, no minuto em que os usuários começarem a tentar fazer as coisas que querem/precisam fazer, as diferenças se tornam claras.

Experiência do Usuário tem um lugar à mesa porque o valor agregado é claro. Processos eficientes de design centrado no usuário resultam em maior satisfação do cliente, o crescimento do negócio e num engajamento global de marca. A contribuição da UX para produtos digitais, em última análise, ajuda as pessoas a melhorarem suas vidas através da tecnologia.

Pode a SEO ganhar um assento à mesa?

Especialistas em SEO podem ter de se adaptar a fim de evitar o destino de “marginalização”. Estratégia de Conteúdo apenas começou a ter seu “lugar ao sol” e sua contínua popularidade poderia reduzir a necessidade de otimização de busca para todos. Especialistas em SEO terão que aprender novas especialidades no futuro ou enfrentar a concorrência cada vez mais dura por trabalhos? Há outras oportunidades além dos paradigmas habituais para fazer crescer a posição de SEO dentro das organizações?

UX capturou o Zeitgeist (“Espírito do Tempo”) porque tem uma comunidade robusta dedicada a crescer, educar e legitimar o campo, e provou seu valor para a liderança executiva. Alguns diriam que SEO tem um problema de percepção, indo sempre pelo caminho do nível executivo.

Pode ser hora de considerar uma reeducação das partes interessadas e membros da equipe sobre o valor de SEO.


Problemas comuns de WordPress e como resolvê-los

Conheça problemas comuns de WordPress e saiba como facilmente resolvê-los através de soluções simples e eficientes.

Todos os dias há perguntas postadas nos fóruns de WordPress sobre alguns dos problemas mais comuns que novos usuários enfrentam. É fácil de instalar e divertido de trabalhar com WordPress e os novos usuários se animam, rapidmente, com os poderosos recursos oferecidos por muitos de seus plugins e temas.

Eventualmente, os neófitos se deparam com perguntas, questões e problemas que muitos antes deles também já se depararam. WordPress tem uma enorme comunidade global de usuários por trás, então, não importa o problema que um usuário esteja enfrentando, há uma boa chance de que alguns outros usuários já o tenham enfrentado e que já exista uma solução disponível para corrigir esse problema ou responder a essa pergunta.

Neste artigo, vamos discutir alguns desses problemas comuns de WordPress e aprender, através de suas soluções, como resolvê-los.

Consumo de memória do WordPress

Quando um site rodando em WordPress cresce em popularidade e pageviews, o consumo de memória é um dos primeiros (se não, o primeiro) problema que os mantenedores do site enfrentam. Se eles estão em uma hospedagem compartilhada ou um VPS, seus webhosts enviarão e-mails sobre o uso de memória e limite alocado. Pelo menos, os bons hosts farão isso; se for um de baixa qualidade, seu site pode apenas cair e você sequer vai ficar sabendo disso a tempo…

Felizmente, existem diversas soluções para esse problema.

O motivo pode ser um plugin ou tema mal feito rodando. Para descobrir, instale o plugin WP-Memory-Usage. Desative todos seus plugins, exceto o WP-Memory-Usage e, em seguida, vá ativando um por um. Observar como vai ficar o uso de memória depois de ativar cada plugin pode ajudar a descobrir qual(is) é(são) o(s) vilão(ões) da história.

Depois dessa verificação inicial, se os temas e plugins estiverem funcionando dentro do esperado, então pode ser uma ótima ideia instalar um plugin de cache, como W3 Total Cacheou WP Super Cache. Se um plugin de cache não reduzir significativamente a memória com as configurações padrão, será preciso uma configuração mais específica, alterando parâmetros tais como compressão, minify de scripts, aumentar o intervalo dos caches, etc.

Leia estes excelentes artigos (em inglês) sobre como otimizar instalações de WordPress:

Sites em WordPress hackados

Outro problema comum de WordPress é descobrir que seu site foi invadido! As chances de tal coisa acontecer em seu site podem ser significativamente reduzidas seguindo algumas dicas práticas de segurança para WordPress.

Existem diferentes tipos de hacks que os usuários do WordPress enfrentam. O mais comum deles é quando um site redireciona para algum outro site com conteúdos ilegais e/ou obscenos, links injetados para outros sites, códigos estranhos em arquivos de temas, etc. Lembre-se de que, na maioria das vezes, é fácil corrigir esses problemas.

  • Mantenha sempre a instalação do WordPress atualizada com a última versão
  • Faça backups regulares de sua instalação e banco de dados WordPress
  • Execute o WP-Security-Scan, um excelente plugin para detectar códigos suspeitos em seus temas, plugins e arquivos principais do wordPress. Se você encontrar algo suspeito em plugins ou temas, apague! Se você encontrar algo suspeito no core do WordPress, substitua por novos!
  • Verifique regularmente seu arquivo .htaccess por mudanças e códigos suspeitos
  • Leia o artigo “My site was hacked” no Codex do WordPress, peça ajuda em fóruns, peça a ajuda do seu provedor de hospedagem para ter certeza que não aconteceu um ataque em todo o servidor.

Perda da senha de admin e/ou e-mail

É realmente surpreendente quantas pessoas instalam o WordPress e esquecem seus nomes de usuário, senha e e-mail utilizados durante a instalação. Existem várias maneiras de recuperar senha e nome de usuário e é importante conhecer algumas delas.

Recuperar senha do WordPress via PHPMyAdmin

Se você tiver acesso ao banco de dados através do phpMyAdmin, vá até lá e encontre a tabela wp_users. Clique na aba “Procurar” e, em seguida, encontre seu user_login. Clique no ícone “Editar”, à esquerda da linha. Agora você vai ver sua senha encriptada; exclua e substitua por qualquer senha que quiser. Haverá um drop-down “Funções” ao lado. Clique sobre ele e selecione “MD5”. Clique em “Executar” e pronto, você atualizou sua senha!

Recuperar senha do WordPress por FTP

Conecte em seu site via FTP, vá em wp-content/themes/SEU_TEMA. Substitua “SEU_TEMA” com o nome do tema ativo em seu site. Edite o arquivo functions.php (se você não tiver um no seu tema, crie). Adicione esta linha:

Substitua “NovaSenha” com qualquer senha que você quiser. O “1” é o para o user_ID – supondo que você é o admin do site e não excluiu o primeiro usuário que criou durante a instalação.

Faça upload do arquivo editado de volta para o servidor. Agora, faça o login usando a senha que você adicionou no functions.php. Uma vez que você tenha conseguido logado, lembre-se de apagar esta linha de seu arquivo de funções.

Escrevendo código em posts e widgets

Para fazer o WordPress mais seguro e proporcionar um ambiente confiável e consistente, por padrão a plataforma não permite que os usuários insiram códigos nos posts, comentários e widgets. No entanto, depois de algum tempo a maioria dos novos usuários se sente confortável o suficiente com o WordPress para querer adicionar funcionalidades diferentes nessas áreas.

Por exemplo, para mostrar os códigos deste artigo, não é possível simplesmente colar o código. Ele seria retirado pelo WordPress e não seria mais legível.

Adicionando código nos posts do WordPress

Codex do WordPress sugere o uso de entidades HTML para escrever código, mas esta é uma forma muito custosa de se fazer isso. Então, se você pretende compartilhar regularmente trechos de código com os visitantes de seu website, então você precisa de algum plugin específico, tal como o Syntax Highlighter Evolved.

O plugin permite escrever código em seus posts e estilizar códigos com shortcodes. É muito fácil de usar, personalizável e suporta várias linguagens incluindo PHP, JavaScript, HTML e CSS.

Adicionando código nos widgets da barra lateral

Também pode haver a necessidade de exibir trechos de códigos em Widgets ou adicionar uma função ou tag em um widget. Para isso, é possível instalar algum plugin, como PHP Code Widget ou Widget Logic.

Conclusão

Certamente, deve haver outras perguntas comuns, questões e problemas que os novos usuários de WordPress muitas vezes se deparam. A primeira coisa a se fazer quando se deparar com qualquer problema com seu site WordPress é pesquisar.

Faça buscas usando diversos termos e você vai ver que muitas pessoas já forneceram soluções para esses problemas de WordPress. Se não, você pode sempre fazer perguntas no Fórum WordPress, IRC e outros fóruns WordPress relacionados.

E você, conhece algum problema comum de WordPress e a solução adequada?