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Mitos de interface mobile – Mito 2: sites móveis requerem menos features

Segunda parte da série sobre mitos de interface mobile, abordando o mito: sites móveis requerem menos features.

Tenho certeza de que todos nos lembramos de como costumávamos usar a internet há quase 10 anos — estávamos principalmente procurando por “conteúdos sensíveis ao tempo”. Naquela época, nossas necessidades eram bastante imediatas e específicas.

Não é mais o caso.

Este é o segundo artigo da série sobre 5 mitos de interface mobile:

  • Mito 1: usuários móveis estão sempre com pressa
  • Mito 2: sites móveis requerem menos features
  • Mito 3: simplicidade é bom, complexidade é ruim
  • Mito 4: diretrizes não podem ser quebradas
  • Mito 5: designers e visitantes pensam igual

Mito 2: sites móveis requerem menos features

Naquela época, pessoas em dispositivos móveis acessando um site tinham pouca ou nenhuma intenção de explorar ou comprar qualquer coisa. As conexões de dados eram mais lentas e dispendiosas. Fazia sentido projetar sites móveis para tarefas reduzidas, oferecendo o mínimo.

A mentalidade geral era “se está em dúvida, deixe de fora” e se as pessoas quisessem visualizar o site completo, precisariam acessar de um desktop.

A verdade: priorize e maximize as capacidade que o mobile oferece

De acordo com a Pew Internet, a dependência de smartphones aumentou. 1 em cada 10 adultos nos EUA usa seus smartphones como principal meio para se conectar à internet e esse número está crescendo rapidamente. Para reforçar o cenário, enquanto o uso geral da internet aumentou, serviços de banda larga para residências têm se estabilizado nos últimos anos.

Hoje em dia, quando alguém visita um site em seu dispositivo móvel, espera encontrar tudo o que a versão desktop oferece. A maneira prática de conseguir isso é priorizar e maximizar os recursos de dispositivos móveis, incluindo:

  • Tirar proveito dos superpoderes de sensores de dispositivos móveis (algo que os desktops não possuem)
  • Colocar mais conteúdos e recursos em um site mobile — dependendo dos objetivos do visitante, isso pode significar a adição de botões de compartilhamento fixados na tela uma funcionalidade de toque rápido para voltar ao topo da página
  • Desenvolver sites para se adaptarem às necessidades específicas de cada tipo de dispositivo

A ideia é se livrar do pensamento de que uma tela menor indica menos intenção de explorar/usar. Ao invés de eliminar recursos em dispositivos móveis, priorize-os!

Ninguém está sugerindo que as informações sejam apresentadas exatamente da mesma maneira, independentemente de por qual dispositivo/configuração o acesso seja feito. Veja este exemplo:

Neste comparativo, fica claro que o espaço diminuto da tela é mal aproveitado à direita. À esquerda, já se foi direto ao ponto, estimulando o visitante a realizar a ação principal planejada sem delongas.

Fim da segunda parte sobre mitos de interface mobile

Tal como citado no primeiro artigo da série, este mito também já foi derrubado por Luke Wroblewski em 2011 (!), em seu livro Mobile First. Aqui no desenvolvimento para web também já alertamos sobre isso há anos…

Mas é realmente impressionante como até hoje aqueles que projetam sites continuam perpetrando a prática de remover recursos/informações de sites a partir de visitas mobile. Em muitas das vezes os pobres desenvolvedores não temos nada com isso; o erro vem “de cima”…

De qualquer maneira, fica a lição do artigo: priorize e maximize recursos de dispositivos móveis e tente ao máximo não penalizar quem acessa seu site/app oferecendo menos informações/recursos.


Problemas comuns de WordPress e como resolvê-los

Conheça problemas comuns de WordPress e saiba como facilmente resolvê-los através de soluções simples e eficientes.

Todos os dias há perguntas postadas nos fóruns de WordPress sobre alguns dos problemas mais comuns que novos usuários enfrentam. É fácil de instalar e divertido de trabalhar com WordPress e os novos usuários se animam, rapidmente, com os poderosos recursos oferecidos por muitos de seus plugins e temas.

Eventualmente, os neófitos se deparam com perguntas, questões e problemas que muitos antes deles também já se depararam. WordPress tem uma enorme comunidade global de usuários por trás, então, não importa o problema que um usuário esteja enfrentando, há uma boa chance de que alguns outros usuários já o tenham enfrentado e que já exista uma solução disponível para corrigir esse problema ou responder a essa pergunta.

Neste artigo, vamos discutir alguns desses problemas comuns de WordPress e aprender, através de suas soluções, como resolvê-los.

Consumo de memória do WordPress

Quando um site rodando em WordPress cresce em popularidade e pageviews, o consumo de memória é um dos primeiros (se não, o primeiro) problema que os mantenedores do site enfrentam. Se eles estão em uma hospedagem compartilhada ou um VPS, seus webhosts enviarão e-mails sobre o uso de memória e limite alocado. Pelo menos, os bons hosts farão isso; se for um de baixa qualidade, seu site pode apenas cair e você sequer vai ficar sabendo disso a tempo…

Felizmente, existem diversas soluções para esse problema.

O motivo pode ser um plugin ou tema mal feito rodando. Para descobrir, instale o plugin WP-Memory-Usage. Desative todos seus plugins, exceto o WP-Memory-Usage e, em seguida, vá ativando um por um. Observar como vai ficar o uso de memória depois de ativar cada plugin pode ajudar a descobrir qual(is) é(são) o(s) vilão(ões) da história.

Depois dessa verificação inicial, se os temas e plugins estiverem funcionando dentro do esperado, então pode ser uma ótima ideia instalar um plugin de cache, como W3 Total Cacheou WP Super Cache. Se um plugin de cache não reduzir significativamente a memória com as configurações padrão, será preciso uma configuração mais específica, alterando parâmetros tais como compressão, minify de scripts, aumentar o intervalo dos caches, etc.

Leia estes excelentes artigos (em inglês) sobre como otimizar instalações de WordPress:

Sites em WordPress hackados

Outro problema comum de WordPress é descobrir que seu site foi invadido! As chances de tal coisa acontecer em seu site podem ser significativamente reduzidas seguindo algumas dicas práticas de segurança para WordPress.

Existem diferentes tipos de hacks que os usuários do WordPress enfrentam. O mais comum deles é quando um site redireciona para algum outro site com conteúdos ilegais e/ou obscenos, links injetados para outros sites, códigos estranhos em arquivos de temas, etc. Lembre-se de que, na maioria das vezes, é fácil corrigir esses problemas.

  • Mantenha sempre a instalação do WordPress atualizada com a última versão
  • Faça backups regulares de sua instalação e banco de dados WordPress
  • Execute o WP-Security-Scan, um excelente plugin para detectar códigos suspeitos em seus temas, plugins e arquivos principais do wordPress. Se você encontrar algo suspeito em plugins ou temas, apague! Se você encontrar algo suspeito no core do WordPress, substitua por novos!
  • Verifique regularmente seu arquivo .htaccess por mudanças e códigos suspeitos
  • Leia o artigo “My site was hacked” no Codex do WordPress, peça ajuda em fóruns, peça a ajuda do seu provedor de hospedagem para ter certeza que não aconteceu um ataque em todo o servidor.

Perda da senha de admin e/ou e-mail

É realmente surpreendente quantas pessoas instalam o WordPress e esquecem seus nomes de usuário, senha e e-mail utilizados durante a instalação. Existem várias maneiras de recuperar senha e nome de usuário e é importante conhecer algumas delas.

Recuperar senha do WordPress via PHPMyAdmin

Se você tiver acesso ao banco de dados através do phpMyAdmin, vá até lá e encontre a tabela wp_users. Clique na aba “Procurar” e, em seguida, encontre seu user_login. Clique no ícone “Editar”, à esquerda da linha. Agora você vai ver sua senha encriptada; exclua e substitua por qualquer senha que quiser. Haverá um drop-down “Funções” ao lado. Clique sobre ele e selecione “MD5”. Clique em “Executar” e pronto, você atualizou sua senha!

Recuperar senha do WordPress por FTP

Conecte em seu site via FTP, vá em wp-content/themes/SEU_TEMA. Substitua “SEU_TEMA” com o nome do tema ativo em seu site. Edite o arquivo functions.php (se você não tiver um no seu tema, crie). Adicione esta linha:

Substitua “NovaSenha” com qualquer senha que você quiser. O “1” é o para o user_ID – supondo que você é o admin do site e não excluiu o primeiro usuário que criou durante a instalação.

Faça upload do arquivo editado de volta para o servidor. Agora, faça o login usando a senha que você adicionou no functions.php. Uma vez que você tenha conseguido logado, lembre-se de apagar esta linha de seu arquivo de funções.

Escrevendo código em posts e widgets

Para fazer o WordPress mais seguro e proporcionar um ambiente confiável e consistente, por padrão a plataforma não permite que os usuários insiram códigos nos posts, comentários e widgets. No entanto, depois de algum tempo a maioria dos novos usuários se sente confortável o suficiente com o WordPress para querer adicionar funcionalidades diferentes nessas áreas.

Por exemplo, para mostrar os códigos deste artigo, não é possível simplesmente colar o código. Ele seria retirado pelo WordPress e não seria mais legível.

Adicionando código nos posts do WordPress

Codex do WordPress sugere o uso de entidades HTML para escrever código, mas esta é uma forma muito custosa de se fazer isso. Então, se você pretende compartilhar regularmente trechos de código com os visitantes de seu website, então você precisa de algum plugin específico, tal como o Syntax Highlighter Evolved.

O plugin permite escrever código em seus posts e estilizar códigos com shortcodes. É muito fácil de usar, personalizável e suporta várias linguagens incluindo PHP, JavaScript, HTML e CSS.

Adicionando código nos widgets da barra lateral

Também pode haver a necessidade de exibir trechos de códigos em Widgets ou adicionar uma função ou tag em um widget. Para isso, é possível instalar algum plugin, como PHP Code Widget ou Widget Logic.

Conclusão

Certamente, deve haver outras perguntas comuns, questões e problemas que os novos usuários de WordPress muitas vezes se deparam. A primeira coisa a se fazer quando se deparar com qualquer problema com seu site WordPress é pesquisar.

Faça buscas usando diversos termos e você vai ver que muitas pessoas já forneceram soluções para esses problemas de WordPress. Se não, você pode sempre fazer perguntas no Fórum WordPress, IRC e outros fóruns WordPress relacionados.

E você, conhece algum problema comum de WordPress e a solução adequada?


Missões de manutenção do site
Mantenha seu negócio on-line funcionando sem problemas com um controle mensal dessas áreas cruciais
Recentemente, eu estava na concessionária de automóveis assistindo o trabalho de mecânica no meu carro, e de repente um pensamento me pareceu: quantos proprietários de empresas on-line verificam regularmente sob o capô para garantir que seus sites estejam funcionando sem problemas?

E mesmo que você faça exames freqüentes no seu site, você tem certeza de que está dando uma resposta completa? Cerca de uma vez por mês, você deve “pular o capuz” para realizar um check-up abrangente, encontrar o que não está funcionando e consertá-lo. Aqui está o que você deve procurar:

Estatísticas de tráfego O
seu host deve fornecer estatísticas básicas, mas considere obter o programa gratuito do Google Analytics ou usar os serviços de uma empresa de análise de internet baseada em taxas – você terá uma visão mais profunda de como seus visitantes viajam através do seu site. Você deve ser capaz de responder as seguintes perguntas:

  • Em quais páginas seus visitantes deixam seu site? Por exemplo, eles abandonam seu site na página da ordem sem fazer um pedido? Em caso afirmativo, talvez haja um problema com o processo de check-out.
  • Quanto tempo os visitantes gastam no seu site e em cada página individual? Se eles visitam sua página inicial e depois saem quase que imediatamente, obviamente você não está chamando sua atenção.
  • Como seus visitantes o acham? São sites particulares que enviam muito tráfego ao seu lado? Você pode aproveitar isso de alguma forma em parceria com eles? A maioria de seus visitantes vem de um motor de busca específico? Em caso afirmativo, qual poderia ser o motivo disso – e como você pode contrariar o tráfego de outros motores de busca? Quais palavras-chave e ofertas em seus anúncios de pagamento por clique estão melhorando? Você pode incorporá-los em outros lugares em seu site?
  • O que está causando picos de trânsito? De onde vêm os visitantes? Existe um novo link apontando para o seu site? Uma campanha de e-mail ou anúncio de PPC é particularmente bom? Poderia haver uma razão sazonal? Como você pode fazer isso uma ocorrência regular?
  • Onde vivem os seus visitantes? Se houver muito interesse de um determinado local, você pode ajustar seu site para atender especificamente a essas pessoas (por exemplo, oferecendo serviços em outro idioma)?
  • Quais termos de pesquisa e palavras-chave resultam na maior parte do tráfego para o seu site? Você pode colocar mais destes – ou outras palavras-chave semelhantes – em seu código e conteúdo para atrair ainda mais tráfego?

Estatísticas de vendas O
tráfego é bom, mas as vendas fazem você ganhar dinheiro. Acompanhe suas taxas de conversão – a porcentagem de seus visitantes que realmente se tornam clientes pagantes. Muitas rotas com poucas conversões indicam que existe algum tipo de desligamento entre a mensagem que leva as pessoas ao seu site e a mensagem que eles estão a ver quando chegarem lá. Olhe para onde você perde essas pessoas e você verá por onde começar a ajustar e testar. O menor tráfego com altas conversões significa que você está fazendo as coisas certas no seu site e você precisa se concentrar em obter mais tráfego.

Taxas de resposta por e-mail
Verifique sempre seus números de tráfego e vendas cuidadosamente após cada envio de e-mail. Você pode descobrir quais linhas de assunto e ofertas promocionais estão funcionando melhor para você, e mesmo quais horas do dia, semana e ano são melhores para seus e-mails.

O e-mail ainda é uma das técnicas de marketing mais eficazes, e você aproveitará o máximo se você automatizar todas essas tarefas de e-mail desde o início. Um sistema de gerenciamento de e-mail como iContact economizará tempo e fornecerá resultados detalhados em um formato amigável para que você possa facilmente analisar o que está funcionando e o que precisa funcionar.

Manutenção geral
Aqui estão algumas outras coisas relacionadas ao seu site que você deve observar de perto:

  • Verifique se há links quebrados e outras falhas técnicas em seu site. As Ferramentas do Google para webmasters podem ajudar com isso. Outro bom recurso para verificar links quebrados e outros fatores que afetam o desempenho do seu site – como a velocidade de carregamento do seu site – é o Sitereportcard.com .
  • Procure palavras-chave relevantes para sua indústria para ver se o seu site aparece nos resultados da pesquisa.
  • Verifique os sites dos seus concorrentes regularmente para ver se eles estão executando promoções especiais ou têm novos produtos. Se você realmente deseja ver seu funcionamento interno, você pode usar uma ferramenta paga como KeywordSpy ou iSpionage para ver quais palavras-chave estão usando e onde. E certifique-se de se inscrever para seus boletins informativos ou feeds RSS – é uma ótima maneira de manter a guia sobre o que eles estão fazendo.
  • Procure na web frases aleatórias das páginas do seu site para se certificar de que ninguém esteja usando seu conteúdo sem voltar para você.
  • Procure no nome da sua própria empresa e URL para ver se alguém está dizendo algo ruim sobre você.

Um mau funcionamento no seu site pode ser tão prejudicial para o seu negócio como uma falha de freio seria para o seu carro. Idealmente, você deve reservar um dia a cada mês para realizar uma revisão importante do site. Isso manterá seu negócio funcionando tão bem como um motor bem oleado.


Uma nova ferramenta para adicionar recursos do Facebook ao seu site

Boas notícias para o empresário das redes sociais: o Facebook facilitou a integração de suas funções sociais em muitos sites. O gigante da mídia social baseado em Menlo Park lançou seu próprio plug-in pré-fabricado para o popular site e ferramenta de blogs , o WordPress.

Com o novo plug-in, chamado Facebook para WordPress , os proprietários de sites podem adicionar botões Like, Subscribe, Send e Recomendações facilmente em páginas não só, mas também em álbuns de fotos e lojas online – adicionando opções adicionais de compartilhamento e engajamento. Uma função chamada Social Publisher publica automaticamente novos conteúdos em um site de volta para a página do Facebook da empresa. Existem também funções Insights, que acompanham a quantidade de atividade que ocorre.

Ao ser apelidado de “o oficial” plug-in do Facebook para o WordPress, esta ferramenta entra em um campo lotado de complementos do Facebook, incluindo o Facebook Connect , o Facebook Tab Manager e os membros do Facebook .

Aqui estão quatro razões pelas quais um negócio pode considerar a integração de recursos do Facebook em sua experiência online:

1. É fácil de adicionar. 
Os sites que funcionam no WordPress devem encontrar o plug-in simples de baixar e configurar a partir dos painéis de controle do WordPress. As opções incluem cor, tamanho e escolha as páginas para colocar links no Facebook.

Para sites que não usam o WordPress, você ainda pode adicionar muitos desses recursos ao seu site. Visite os desenvolvedores.Facebook.com e escolha entre opções semelhantes. O Facebook fornecerá algumas linhas de código para copiar e colar nas ferramentas de edição nas páginas de controle de um site.

2. Obter novos “amigos”. 
Ao adicionar um botão “Curto” ou “Compartilhar” em uma página ou publicação, as empresas estão permitindo que clientes e visitantes compartilhem conteúdo facilmente em suas próprias paredes no Facebook. Esse recurso pode ajudar a espalhar a mensagem de uma empresa mais, mais rápido e ajuda as informações a serem virais.

Considere também usar o recurso de comentários do Facebook. Permite que as empresas evitem discriminadores anônimos e coloca nomes e rostos reais para comentários.

3. Acesse análises mais detalhadas. 
O recurso Insights do plug-in pode fornecer uma dimensão adicional às análises para empresas. As empresas já têm acesso aos dados de log da Web para quantas pessoas visitam seu site e de onde elas são. Mas com a Insights, as empresas podem dizer quantos visitantes realmente “gostam” de uma página.

Por exemplo, postar um álbum de fotos com 100 visualizações pode ser analisado adicionalmente, rastreando qual imagem obtém o máximo de “Likes”. Os dados que você coleciona da Insights podem ajudá-lo a melhorar o envolvimento do cliente com seu site.

4. Mantenha sua marca socialmente relevante. 
O plug-in torna tão simples quanto possível colocar um ícone bem conhecido, como o botão “Curtir” do Facebook na página da empresa. Com mais e mais clientes socialmente conscientes, isso pode ajudar a aumentar a credibilidade adicional em um site.


Campus Party 2018 traz fundador da Apple, discussão sobre bitcoin e batalha de drones

A 11ª edição do evento acontece entre 31 de janeiro a 4 de fevereiro, no Anhembi, em São Paulo; Neste ano, 12 mil pessoas acamparão no local.

Campus Party, o maior evento de tecnologia e cultura nerd da América Latina, levará para São Paulo de discussões sobre a tecnologia por trás do bitcoin e sobre como a tecnologia pode fazer a diferença na sala de aula, além de palestras de peso, como a de Steve Wozniak, que fundou a Apple com Steve Jobs. Uma das novidades neste ano para quem visita a área aberta do evento é a batalha de drones, em que os pilotos tentam derrubar as aeronaves dos rivais

A 11ª edição da Campus Party ocorre no Pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo, entre 31 de janeiro a 4 de fevereiro. Neste ano, 12 mil pessoas acamparão no local.

A expectativa da organização é que o número de visitantes chegue a 100 mil. A capacidade total de conexão, um assunto sensível para campuseiros, será de 40 Gibabits por segundo. Pela primeira vez, haverá áreas com Wi-Fi e monitoramento para evitar ataques hacker.

“Aqui a gente monta a internet de uma cidade inteira em coisa de um dia”, brincou Franceso Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

Francisco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, durante apresentação da programação 2018 (Foto: Helton Simões Gomes/ G1)Francisco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, durante apresentação da programação 2018 (Foto: Helton Simões Gomes/ G1)

Francisco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, durante apresentação da programação 2018 

Bitcoin e Blockchain

Boa parte da programação de oficinas e palestras da Campus Party será dedicada a discutir o bitcoin, a moeda virtual que passou a chamar a atenção do mundo ao se valorizar mais de 1000% em 2017 e chegar próxima da cotação de US$ 20 mil. Só que o objetivo não será analisar se a criptomoeda enfrenta uma bolha especulativa ou não, debate que dominou o mundo financeiro em 2017.

O foco será a “blockchain”, a tecnologia por trás do bitcoin, que funciona como um livro contábil em que todas as transações com a moeda são registradas de forma segura e confiável. Don Tapscott, um dos principais palestrantes desse ano, subirá ao palco para falar sobre isso. Ele é autor do livro “Blockchain Revolution: How the Technology Underlying Bitcoin is Changing Business, Money and the World” (“Revolução Blockchain: Como a Tecnologia Sustentando o Bitcoin está Mudando Negócios, Dinheiro e o Mundo”).

Boné para tirar sono

Alguns dos eventos são levados à Campus Party por patrocinadores, como Petrobras, Visa, TV Globo e Ford. “Vocês poderiam se perguntar por que uma montadora de 115 anos está aqui. E eu poderia passar o dia inteiro falando disso. A gente veio porque aqui é um celeiro de tecnologia e inovação”, afirmou Fernão Silveira, diretor de comunicação para América Latina da Ford, que vai expor um Mustang 5.0 GT, modelo que a empresa começa a importar agora para o Brasil.

A montadora mostrará algumas de suas tecnologias, como seus serviços conectados para carros e até um boné que faz caminhoneiros que estiverem dirigindo ficarem acordados.

Drones, games e educação

Apesar de palestras e workshops serem feitos em uma área de acesso restrito aos campuseiros, há atividades na área aberta da Campus Party.

Em uma arena ocorrerá o campeonato brasileiro de drones, em que pilotos profissionais usam todas suas habilidades para correr mais rápido que os adversários. Lá também os visitantes do evento poderão participar de duelos de drones. Durante eles, a velocidade fica em segundo plano e o objetivo é derrubar a aeronave dos rivais.

Em outro espaço, ocorrerá torneios de games como “Dragon Ball Z”, “Counter Strike”, “Injustice 2”, entre outros.

Outra novidade de 2018 da Campus Party é uma nova área de atuação: a educação. Haverá oficinas de robótica para crianças e adolescentes e batalhas de robôs virtuais.

Simuladores

Também na área aberta, a Campus Party reunirá 8 simuladores, como asa delta a kart, por exemplo. O destaque fica por conta do MotionSphere, um simulador de sensações vivenciadas por pilotos de aviões super-rápidos. Ele é capaz de imitar acelerações, curvas e impactos de até sete vezes a força da gravidade.

Startups e universidade

Outra área a que os visitantes poderão ir e que já esteve presente em outras edições da Campus é a Startup & Makers. Nela, 120 empresas iniciantes de tecnologia mostrarão como funcionam seus negócios, em busca de parcerias e até de investidores.

Já na Campus Future, estudantes universitários expõem protótipos de novas tecnologias criadas a partir de suas pesquisas.


O QUE A COMPUTAÇÃO QUÂNTICA PODERIA FAZER PARA O GERENCIAMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES DE UM COMERCIANTE

Novos estudos sobre a singularidade da informação quântica para futuras tecnologias abrem novas possibilidades de utilização de dados

A era digital tem sido difícil o suficiente para enfrentar. Mas, no seu coração, o termo “digital” é enraizado em um código binário muito simples de zero e zero.

Então, como será a vida quando nos mudarmos para a próxima era da computação além do marketing digital, e abrir as possibilidades do reino quântico?

Em todo o mundo, inúmeras equipes estão correndo para criar os primeiros computadores quânticos em funcionamento, que aproveitarão o comportamento incomum da matéria no nível atômico e podem levar a máquinas muitas vezes mais poderosas que as disponíveis hoje.

Pesquisador, Dr. Jacq Romero, trabalha com princípios quânticos por mais de uma década. Um recente vencedor de uma bolsa de estudos L’Oréal-UNESCO para mulheres em ciência, seu trabalho na Universidade de Queensland na Austrália concentra-se nos princípios da informação quântica e, especificamente, dos princípios quânticos dos fótons. Isso levou-a ao estudo da forma da própria luz.

O Dr. Romero diz que, embora possamos estar familiarizados com a forma da luz que emerge de um laser como um blob circular, essa não é a única possibilidade.

“Na verdade, a luz pode ser mais interessante do que isso, e tem muitas outras formas”, diz o Dr. Romero. “Isso significa que você pode codificar mais informações em um fotão, em contraste com o que temos agora, que são zeros e outros.

“E porque a informação quântica é inerentemente mais segura do que a informação clássica, você pode ter alta capacidade de informação com segurança imbatível”.

O trabalho do Dr. Romero faz parte de um esforço global para fazer uso da singularidade da informação quântica para tecnologias futuras, começando por entender como é a informação no reino quântico.

“Em algum momento, vamos atingir uma barreira, porque a quantidade de dados que estamos lidando agora não tem precedentes”, diz o Dr. Romero. “Até agora, atacamos o problema usando mais as propriedades clássicas da luz, como cor e comprimentos de onda e o tempo de chegada do pulso de luz diferente. No futuro, veremos mais uso dessas propriedades dimensionais maiores, para que possamos lidar com a capacidade de informação que precisamos “.

Ela diz que outra vantagem do reino quântico é sua segurança inerente.

“A vantagem que você tem com a informação quântica é realmente o aspecto de segurança, porque você não pode copiar informações quânticas”, diz o Dr. Romero. “E a outra coisa com informação quântica é que você pode detectar se há um espião”.

Embora pareça com o material da ficção científica, em setembro, o satélite Micius, projetado em chinês, foi usado para realizar uma videoconferência quântica entre a China e a Áustria.

A computação quântica também se tornou um foco chave para o Commonwealth Bank of Australia, que investiu em pesquisas quânticas na Universidade de NSW.

E, embora possa ser algum tempo antes de entrar no domínio do marketing quântico, não há escassez de startups buscando aplicações práticas de princípios quânticos para armazenar, transmitir e proteger dados hoje.

A diretora de comunicação da L’Oréal, Christine Burke, diz que o programa L’Oréal-UNESCO para as Mulheres na Ciência foi criado em 1998 para apoiar e reconhecer as mulheres pesquisadoras e incentivar as mulheres mais jovens a entrar na profissão e a avançar com suas carreiras.

“A ciência é crucial para abordar alguns dos problemas mais urgentes do mundo, e precisamos de todas as habilidades disponíveis, sejam eles homens ou mulheres”, diz Burke.