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Pixels, pixels ou pixels? Dicas de Web Mobile com viewport

Foi-se o tempo em que pixel significava apenas o menor ponto na tela. Bastava dizer que uma imagem tinha 200px, e então ela ocuparia 200 pontos, ou seja, 25% de uma tela de tamanho padrão 800×600.

Mas o mundo mobile mudou completamente o jogo e, hoje, o conceito de pixel pode significar várias coisas.

(Atualização: escrevi mais detalhadamente sobre esses aspectos dos pixels diferentes e viewport, incluindo telas retina, no meu livro A Web Mobile, publicado pela editora Casa do Código. Se você estuda design responsivo, sites mobile, e assuntos relacionados, vai gostar desse livro.)

Os primeiros Smartphones

Era muito comum que os smartphones da Nokia lá pelos idos de 2007 tivessem uma resolução de 240×320 pixels, como um N95.

Quando surgiu o primeiro iPhone, sem teclado e só touch, a Apple decidiu explorar um tamanho maior de tela, 320×480 pixels. Era o dobro dos pixels normalmente usados na época, com um tamanho físico mais ou menos também com o dobro do tamanho.

Esses valores representam o tamanho físico do aparelho, o número de pixels físicos existentes. Na prática, um iPhone conseguia exibir páginas com mais que 320 pixels de largura. O truque era trabalhar com a ideia de zoom.

Na imagem anterior, abrimos o site da Caelum, que tem 960px de largura, em um iPhone de 320px. Repare como, apesar de menor, o Site está sendo renderizado corretamente.

Mas nosso HTML e CSS não foi codificado pensando em 320px, e sim em 960px. Quando colocamos a imagem do logotipo, por exemplo, nosso HTML diz <img src=".." width="160" height="50">. E, obviamente, o logo não está sendo renderizado a 160px, senão ocuparia metade da tela de 320px do iPhone. Se você medir, verá que o logo está sendo renderizado em mais ou menos 52px, ou 1/6 da tela do iPhone.

CSS pixels e o layout viewport

Repare que usamos uma medida de pixels no HTML/CSS que difere do pixel real usado na tela. O navegador do iPhone, na verdade, se comporta como se tivesse 980px de largura, embora o aparelho tenha apenas 320px. Isso é feito para que o usuário possa ver páginas feitas para Desktop sem problemas.

Nossa página funciona como se tivéssemos 980px disponíveis. Quando escrevemos “245px” no CSS, estamos nos referindo a 1/4 dessa tela imaginária de 980px. Na hora de exibir, porém, os 980px serão encaixados nos 320px reais, aplicando um zoom out.

Essa tela imaginária de 980px é o que chamamos de layout viewport. É o tamanho com o qual trabalhamos no nosso HTML/CSS, sem nos preocuparmos com a renderização no aparelho. Repare que um pixel no layout viewport tem outro significado do pixel físico do aparelho. É comum chamá-lo de CSS pixel.

Zoom e o visual viewport

Mas navegar no celular nessa página gigante sem zoom é praticamente impossível. A grande diferença da navegação mobile com a Desktop é o frequente uso do zoom e o scroll em todas as direções.

Na imagem acima, demos um zoom para ver mais detalhes. Repare que a o layout da página continua o mesmo. Um elemento de “245px” continua ocupando 1/4 do total do nosso layout viewport. A diferença é que, agora, só estamos visualizando uma parte do layout viewport; o restante está fora da tela, e precisaríamos fazer scroll para ver.

Isso nos leva para outro conceito importante: o visual viewport, que representa o tanto do layout viewport que conseguimos visualizar no momento.

Geralmente não estamos interessados no tamanho do visual viewport. Lembre que os CSS pixels são sempre relativos ao layout viewport.

Sites mobile e a meta tag viewport

Abrir um site Desktop no celular é uma experiência pouco agradável. Frequentemente, vamos querer criar uma página otimizada para mobile, que não demande tanto zoom e já mostre o conteúdo em tamanho e formato interessantes para uma tela tão pequena.

Como fazer? Obviamente, não podemos deixar a página com layout fixo em, por exemplo, 960px. Podemos tentar um width:100% no elemento principal, pensando em se adaptar a diversos tamanhos de tela.

Nosso layout viewport é considerado como 980px e o site é mostrado como se fosse de Desktop, com zoom mínimo e conteúdo praticamente ilegível. Que tal colocar width:320px, o tamanho real do dispositivo?

O layout viewport continua em 980px mas o conteúdo fica em 320px. O usuário precisa dar zoom para visualizar e, pior, a página fica com um imenso espaço em branco.

O que precisamos é uma forma de redimensionar o layout viewport para que ele seja mais adequado a tela pequena do mobile. A Apple introduziu uma meta tag viewport no iPhone que, depois, foi adotada em praticamente todas as plataformas móveis – Android, Opera, Windows Phone etc.

<meta name="viewport" content="width=320">

Isso indica ao navegador que o layout viewport deve ser 320px. Agora, colocar width:100% vai significar 320px, deixando a visualização mais confortável.

Viewport flexível com device-width

Deixar “320” fixo na nossa tag de viewport pode não ser uma boa ideia. Há diversos aparelhos diferentes no mercado, cada um com tamanho diferente. E mobile agora também inclui tablets, como o iPad, que tem largura de 800px.

É possível deixar a meta tag viewport com tamanho flexível, baseado no tamanho do aparelho. Basta usarmos:

<meta name="viewport" content="width=device-width">

Isso assumirá o valor, por exemplo, de 320px no iPhone e 800px no iPad. Outros aparelhos poderão assumir outros valores.

Altíssimas resoluções

Antes de aparecerem os Androids de alta resolução e, depois, o iPhone 4, toda a história dos pixels se resumia a diferença entre os CSS pixels e os device pixels. Isso porque um device pixel no iPhone clássico significava um pixel físico na tela.

A retina display mudou isso. O iPhone 4 passou a vir com resolução de 640×960 pixels, melhorando a renderização de textos e imagens. Outros celulares foram até além. O Galaxy Nexus, por exemplo, tem resolução HD de 720x1280px.

Como ficam nossas páginas mobile então que assumiam uma resolução bem menor? Com resolução tão alta quanto um Desktop, os celulares mais modernos vão renderizar as páginas bem pequenas, como um site Desktop? Nossas páginas continuam funcionando porque esses dispositivos de alta resolução continuam reportando um device-width de 320px, pra manter a compatibilidade.

A ideia de reportar um device-width diferente do tamanho de pixels físicos surgiu no Android e depois foi copiada pelo iOS e outras plataformas.

Dessa forma, conseguimos evoluir a resolução da tela com densidades de pixels maiores (dpi) sem afetar a forma como o usuário usa nosso Site mobile, que continua otimizado para telas pequenas.

Os três pixels

Um pixel, pode então, representar três conceitos diferentes quando lidamos com mobile:

Pixel físico: número real de pixels na tela. Nos celulares modernos, é um número altíssimo, com ótima resolução, geralmente com densidade acima de 300 dpi.

Device pixel: é o número de pixels reportado pelo aparelho como sendo seu tamanho. É pensado pra ser um valor que ofereça conforto visual para o usuário olhando para aquele tamanho de tela. É comum que esse valor seja 320px em celulares, copiado do iPhone original.

CSS pixel: é o que usamos no HTML/CSS como px, representando um tamanho dentro do layout viewport. Quando colocamos a meta tag viewport com valor width=device-width, estamos dizendo que nosso CSS pixel é igual a um Device pixel.

Hoje, no Desktop, esses três pixels são equivalentes**. Mas, em breve, teremos que lidar com esse tipo de diferença também no Desktop com a chegada das telas de alta densidade também aos computadores.

Lidando com zoom

Mesmo otimizando nossa página para 320px, o usuário ainda pode dar zoom na página. Em alguns cenários, pode ser interessante desabilitar o zoom, o que pode ser feito na tag viewport com user-scalable:

<meta name="viewport" content="width=device-width, user-scalable=no">

De maneira geral, é interessante deixar o usuário dar zoom caso queira, já que este é um gesto comum ao usar a Web no celular. Podemos, porém, controlar os níveis de zoom com as propriedades minimum-scale e maximum-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, minimum-scale=0.5, maximum-scale=4">

O código acima indica que o usuário pode aumentar até 4x a página e diminuir até pela metade.

Podemos controlar também o nível padrão de zoom quando a página é aberta, com initial-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0">

O valor 1.0 é muito comum quando trabalhamos com device-width e significa o zoom padrão. Se tivermos uma página Desktop não otimizada pro viewport de mobile, podemos usar essa propriedade para controlar o zoom inicial (lembre que o inicial é mostrar todo o layout viewport de 980px, o que pode não ser interessante).

Por fim, é importante citar um bug do iOS que afeta o zoom e o viewport quando rotacionamos o dispositivo em uma página com width=device-width que permita zoom. Se você abre a página no modo retrato, ele vai assumir o scale como 1.0, deixando o visual viewport igual ao layout viewport. Ao rotacioná-lo para modo paisagem, o dispositivo mantém o visual viewport no valor antigo, mas aumentando o layout viewport. Na prática, a página dá zoom automático e o lado direito da página não fica visível. O usuário, que não deu zoom, precisa diminuir o zoom para ver tudo.

É um bug famoso que acontece só no Mobile Safari do iOS, não existindo no Android e outras plataformas. A solução mais direta é desabilitar o zoom por completo, algo que é feito em diversos sites mobile por causa desse bug. Mas não é a solução ideal, já que poder dar zoom é uma feature que interessa ao usuário mobile. Existem alguns hacks para tentar resolver esse problema no iOS.

Conclusão

Trabalhar com telas diferentes é um grande desafio. O uso da meta tag viewport procura facilitar a padronização das páginas nos mais diversos tamanhos de telas e densidades de pixels. Compreender os diferentes significados de viewports e pixels é essencial para se desenvolver para mobile.

E, usando ainda media queries, podemos criar páginas que se adaptem facilmente a diversos dispositivos.

O curso WD-43 da Caelum, de desenvolvimento Web, trata também de tópicos de Web Mobile. Mostramos o uso do viewport e media queries para criação de uma página responsiva. Além disso, meu livro A Web Mobile, aprofunda em diversos assuntos de design responsivo e aspectos técnicos de sites para dispositivos móveis.

Referências

** No Desktop, quando damos zoom numa página, também temos a complicação dos viewports diferentes e a diferença entre CSS pixels e device pixels. Mas, na prática, todo mundo ignora e assume zoom de 100%, onde os CSS pixels são iguais aos device pixels.


3 Riscos de segurança ocultos para usuários do WordPress

O WordPress é indiscutivelmente o sistema de gerenciamento de conteúdo mais popular da web e a plataforma de blogs, e por uma boa razão. O sistema é gratuito, fácil de usar e fornece uma grande variedade de recursos que de outra forma custariam aos empresários milhares de dólares em despesas de desenvolvimento.

Mas se algo parece bom demais para ser verdade, geralmente é. Embora a plataforma WordPress ainda represente uma opção de desenvolvimento web útil para pequenas empresas, é fundamental que você se familiarize com algumas das fraquezas do sistema para evitar seus perigos de segurança ocultos .

O WordPress atualiza sua plataforma com freqüência para responder a ameaças conhecidas, mas não é capaz de policiar todas as possíveis. Aqui está uma olhada nas três maiores fraquezas de segurança da plataforma que você deve estar ciente:

1. O WordPress é susceptível de ataques e hacking de URL. 
A plataforma WordPress executa scripts do lado do servidor na linguagem de desenvolvimento web PHP, usando comandos enviados através dos chamados parâmetros de URL para controlar o comportamento dos bancos de dados MySQL que armazenam os dados do seu site.

Se isso tudo so bastante técnico, não se preocupe. Você não precisa entender a codificação da web para proteger seu site. O que você precisa saber é que esse tipo de estrutura do site é vulnerável a um determinado tipo de ataque. Os hackers podem usar parâmetros de URL maliciosos para revelar conteúdo de banco de dados sensível, um processo conhecido como “ataques de injeção SQL”. Uma vez que os hackers tenham essa informação, eles podem seqüestrar seu site e substituir seu conteúdo por spam ou malware.

Para proteger o seu site WordPress de tal ataque, considere modificar o arquivo .htaccess do seu site, que é um arquivo de configuração que permite que você controle a maneira como seu servidor de hospedagem se comporta. Você pode evitar que os pedidos de parâmetros de URL dos hackers sejam bem sucedidos, incluindo o código encontrado aqui.

Tenha em atenção que este código destina-se aos proprietários do WordPress que utilizam o hospedagem web baseada no Apache. Se você não tem certeza do tipo de hospedagem que você usa ou se precisar de assistência na modificação do arquivo .htaccess do seu site, entre em contato com a equipe de suporte de seu provedor de hospedagem web ou com um desenvolvedor web privado.

2. Os temas gratuitos do WordPress freqüentemente possuem explorações de segurança. 
Um dos maiores benefícios do WordPress é que você pode instalá-lo de graça, usar plugins gratuitos para adicionar funções e baixar arquivos de tema gratuitos para dar ao seu site uma aparência atraente. Infelizmente, os desenvolvedores sem escrúpulos possuem arquivos de temas para download com tudo, desde links de spam indetectáveis ​​até arquivos de malware que infectam um site uma vez que o tema está instalado.

Para manter seu site seguro, baixe arquivos apenas de fontes que você conhece e confie. Os temas pagos representam menos risco de segurança do que temas gratuitos. Mas se quiser temas gratuitos, você pode digitalizá-los para detectar malwares antes de enviá-los para detectar ataques que possam ter ocorrido usando o programa anti-vírus instalado no seu computador.

3. O processo de login padrão do WordPress pode ser facilmente pirateado. 
Todos os logins do painel do WordPress estão localizados no mesmo endereço em URLs, o que significa que quase todas as páginas de login do WordPress podem ser encontradas aqui . Além disso, as configurações padrão do WordPress não permitem logins seguros. Isso significa que um site executado na plataforma WordPress pode ser suscetível a ataques de “força bruta”, nos quais os programas de bot tentam várias combinações de logs com a esperança de que uma combinação de sorte permita o acesso ao site.

Para ter uma ideia de quão prevalecente são esses ataques, considere que os sites hospedados pelo popular blogging site Copyblogger experimentam entre 50.000 e 180.000 tentativas de login não autorizadas a cada dia .

Para proteger o seu site, instale o plugin Limit Login Tentpts . Além disso, você pode trabalhar com seu provedor de hospedagem na web para bloquear os endereços IP que fazem múltiplas tentativas de login sem êxito.

Embora possa parecer muito trabalho para tomar essas precauções, você pode gastar muito mais tempo e esforço tentando consertar seu site se você acabar com a vítima de uma tentativa de hacking bem sucedida.


Campus Party 2018 traz fundador da Apple, discussão sobre bitcoin e batalha de drones

A 11ª edição do evento acontece entre 31 de janeiro a 4 de fevereiro, no Anhembi, em São Paulo; Neste ano, 12 mil pessoas acamparão no local.

Campus Party, o maior evento de tecnologia e cultura nerd da América Latina, levará para São Paulo de discussões sobre a tecnologia por trás do bitcoin e sobre como a tecnologia pode fazer a diferença na sala de aula, além de palestras de peso, como a de Steve Wozniak, que fundou a Apple com Steve Jobs. Uma das novidades neste ano para quem visita a área aberta do evento é a batalha de drones, em que os pilotos tentam derrubar as aeronaves dos rivais

A 11ª edição da Campus Party ocorre no Pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo, entre 31 de janeiro a 4 de fevereiro. Neste ano, 12 mil pessoas acamparão no local.

A expectativa da organização é que o número de visitantes chegue a 100 mil. A capacidade total de conexão, um assunto sensível para campuseiros, será de 40 Gibabits por segundo. Pela primeira vez, haverá áreas com Wi-Fi e monitoramento para evitar ataques hacker.

“Aqui a gente monta a internet de uma cidade inteira em coisa de um dia”, brincou Franceso Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

Francisco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, durante apresentação da programação 2018 (Foto: Helton Simões Gomes/ G1)Francisco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, durante apresentação da programação 2018 (Foto: Helton Simões Gomes/ G1)

Francisco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, durante apresentação da programação 2018 

Bitcoin e Blockchain

Boa parte da programação de oficinas e palestras da Campus Party será dedicada a discutir o bitcoin, a moeda virtual que passou a chamar a atenção do mundo ao se valorizar mais de 1000% em 2017 e chegar próxima da cotação de US$ 20 mil. Só que o objetivo não será analisar se a criptomoeda enfrenta uma bolha especulativa ou não, debate que dominou o mundo financeiro em 2017.

O foco será a “blockchain”, a tecnologia por trás do bitcoin, que funciona como um livro contábil em que todas as transações com a moeda são registradas de forma segura e confiável. Don Tapscott, um dos principais palestrantes desse ano, subirá ao palco para falar sobre isso. Ele é autor do livro “Blockchain Revolution: How the Technology Underlying Bitcoin is Changing Business, Money and the World” (“Revolução Blockchain: Como a Tecnologia Sustentando o Bitcoin está Mudando Negócios, Dinheiro e o Mundo”).

Boné para tirar sono

Alguns dos eventos são levados à Campus Party por patrocinadores, como Petrobras, Visa, TV Globo e Ford. “Vocês poderiam se perguntar por que uma montadora de 115 anos está aqui. E eu poderia passar o dia inteiro falando disso. A gente veio porque aqui é um celeiro de tecnologia e inovação”, afirmou Fernão Silveira, diretor de comunicação para América Latina da Ford, que vai expor um Mustang 5.0 GT, modelo que a empresa começa a importar agora para o Brasil.

A montadora mostrará algumas de suas tecnologias, como seus serviços conectados para carros e até um boné que faz caminhoneiros que estiverem dirigindo ficarem acordados.

Drones, games e educação

Apesar de palestras e workshops serem feitos em uma área de acesso restrito aos campuseiros, há atividades na área aberta da Campus Party.

Em uma arena ocorrerá o campeonato brasileiro de drones, em que pilotos profissionais usam todas suas habilidades para correr mais rápido que os adversários. Lá também os visitantes do evento poderão participar de duelos de drones. Durante eles, a velocidade fica em segundo plano e o objetivo é derrubar a aeronave dos rivais.

Em outro espaço, ocorrerá torneios de games como “Dragon Ball Z”, “Counter Strike”, “Injustice 2”, entre outros.

Outra novidade de 2018 da Campus Party é uma nova área de atuação: a educação. Haverá oficinas de robótica para crianças e adolescentes e batalhas de robôs virtuais.

Simuladores

Também na área aberta, a Campus Party reunirá 8 simuladores, como asa delta a kart, por exemplo. O destaque fica por conta do MotionSphere, um simulador de sensações vivenciadas por pilotos de aviões super-rápidos. Ele é capaz de imitar acelerações, curvas e impactos de até sete vezes a força da gravidade.

Startups e universidade

Outra área a que os visitantes poderão ir e que já esteve presente em outras edições da Campus é a Startup & Makers. Nela, 120 empresas iniciantes de tecnologia mostrarão como funcionam seus negócios, em busca de parcerias e até de investidores.

Já na Campus Future, estudantes universitários expõem protótipos de novas tecnologias criadas a partir de suas pesquisas.


O que se deve observar na CES 2018

Aqui está o que eu espero ver quando ando pelo piso do show, todos os 2,5 milhões de pés quadrados líquidos dele.

Esta história apareceu originalmente no PCMag

Eu sou o que você pode chamar de veterano experiente da CES . Comecei a ir em 1976, e desde então participei de dezenas de shows. Espera-se que mais de 180 mil pessoas baixem em Las Vegas na semana que vem, porque o CES é o show para saber o que há de novo na tecnologia e as principais tendências para o próximo ano. Aqui está o que eu espero ver quando ando pelo piso do show, todos os 2,5 milhões de pés quadrados líquidos dele.

Automóveis inteligentes e veículos autônomos

A indústria automotiva foi representada na CES há décadas, mas mais na forma de sistemas de som complementares, sistemas de entretenimento em carros e produtos de navegação. Mas a CES tornou-se o lugar para muitas empresas de automóveis para mostrar carros inteligentes e tecnologia de veículos autônomos.

Chrysler Fiat Portal Concept

O presidente-executivo da Ford, Jim Hackett, por exemplo, emitirá uma nota – chave na manhã de terça-feira, durante a qual ele deve apresentar a visão da empresa para carros inteligentes e veículos autônomos. Mas todos falaram, haverá pelo menos 15 outros fabricantes de automóveis no piso do show ou em suites privadas falando sobre como eles planejam dirigir o futuro do automóvel.

VR, AR e realidade mista em todos os lugares

Na CES 2014, um protótipo de fone de ouvido VR da Oculus VR foi um dos principais sorteios . Desde então, a Oculus foi adquirida pelo Facebook, a HTC introduziu a Vive, a Sony estreou o Playstation VR e a Samsung começou a vender o Gear VR

No entanto, a VR até agora se concentrou em jogos. Na empresa, é direcionado a aplicativos verticais que trazem VR para coisas como listagens de imóveis , viagens e muitas outras disciplinas de negócios orientadas visualmente.

Magic Leap One

Este ano, os óculos Magic Leap AR serão a conversa do show, mesmo que não sejam esperados que estejam mostrando o dispositivo na CES. Magic Leap atraiu mais de US $ 1 bilhão de investimento para criar o que eles acreditam que serão os melhores goleiros do futuro.

Mas mantenha seus olhos no fone de ouvido Lenovo Mirage AR , que foi empacotado com Star Wars: Jedi Challenge , um jogo de realidade aumentada criado com a Disney. Ele usa o smartphone, mas sobrepõe a ação em seu ambiente; Lutei contra Darth Vader na minha sala de estar, por exemplo. Mas esta é uma maneira de baixo custo para entregar a realidade mista de maneiras mais imersivas.

8K está no horizonte

As TVs de 4K ou HDR foram um tópico quente nos últimos três shows, e eles serão populares novamente em 2018. As TVs 4K agora são mais acessíveis e qualquer um que atualize sua TV deve considerar a tecnologia, mesmo que o conteúdo de 4K tenha demorado a rolar . Mas implementar, e os programas 4K serão mais abundantes em 2018.

A CES também terá pelo menos cinco vendedores de TV exibindo TVs “8K”. O objetivo é começar a mudar as pessoas para 8K nos Jogos Olímpicos de Tóquio de 2020 , que serão filmados em 8K. No início de 2020-2021, a indústria da TV quer transferir os consumidores para 8K na verdade.

LG 88-Inch 8K OLED TV

Mas dois outros tipos de projetos de TV serão na CES: telas de papel de parede e TVs de quadro. A Samsung fez muita pesquisa e descobriu que, para alguns dados demográficos, a idéia de ter uma TV grande em seu fator de forma atual não se encaixa nos aspetos da casa. Assim, criou o Frame TV , que oferece uma TV plana e ultra fina em uma moldura, mas também pode ser usada para exibir arte digital. Sensores especiais iluminam a imagem de modo a que se assemelhe ao que você pode ver em um museu.

No ano passado, a LG mostrou sua TV de papel de parede, que é tão fina que parece ser parte da parede. A LG mostrará uma versão atualizada na CES e, juntamente com a Samsung, pressionará a idéia da mistura de TV com a decoração de uma sala.

IoT e AI em todos os lugares

A Internet das Coisas (IoT) será representada em quase todos os produtos apresentados de uma forma ou de outra. Tudo a partir de produtos wearables e produtos de saúde para aparelhos e veículos se conectará à web.

Este ano, eu vi dezenas de anúncios pré-CES sobre dispositivos de saúde e bem-estar baseados em IoT. A CES possui esses tipos de produtos em zonas dedicadas agora, e se você estiver indo para o show, verifique este gráfico de zona CES para ver onde esses tipos de produtos estarão no piso do show.

A grande adição ao CES neste ano será a inteligência artificial. A maioria dos vendedores está aplicando recursos AI para tudo o que eles fazem, então espere que este tema seja desenfreado e usado em excesso na CES.

Tudo tem voz

A voz está emergindo como a próxima grande evolução nas interfaces homem a máquina. Enquanto o Alexa da Amazon, o Siri da Apple, o Cortana da Microsoft e o Assistente do Google fizeram grandes progressos na entrega de voz através de PCs, tablets e smartphones, falantes inteligentes baseados   em voz estão trazendo voz para o lar de novas maneiras. Mas no show, veremos refrigeradores habilitados para voz, banheiros e muitos outros dispositivos que não possuem telas, mas podem se beneficiar da voz para fins de navegação.

Todo o resto

A Corning, que no ano passado mostrou como o vidro inteligente poderia afetar o futuro design dos automóveis, mostrará um novo nível de detecção 3D em vidro que poderia permitir que os OEMs usassem o vidro de formas mais criativas. Ele começará em dispositivos móveis, mas a Corning também estará mostrando uma visão maior para uso em casas inteligentes, aparelhos inteligentes e automóveis.

Dada a quantidade de convidados que recebi sobre robôs pessoais, espero ver alguns no piso do show. Alguns são orientados para tarefas, como aspiradores de robôs e cafeteiras robóticas, mas alguns são pequenos robôs que o seguem e atuam como um tipo de assistente pessoal.

Também será quente dispositivos de transporte pessoal como hoverboards e diferentes variações na idéia de dar às pessoas novas formas de opções de transporte eletrônico pessoal. E devemos ver dezenas de novos drones introduzidos que segmentam empresas e consumidores.

Como tecnólogo, esta é minha loja de doces. O PCMag  terá uma equipe de alto nível na CES, então verifique novamente durante o show para acompanhar todos os anúncios importantes do show. Eu também terei ganho do show, então verifique @ Bajarin para as descobertas e comentários da minha CES.


10 fatos fascinantes sobre a World Wide Web em seu 25º aniversário

“Vá descobrir o que é essa coisa da World Wide Web”. Ironicamente, essa foi a minha primeira tarefa de jornal. Ainda estou tentando desvendar os infinitos complexos de tunelamento da Web todos esses anos mais tarde, mesmo hoje no seu 25º aniversário. É o que eu faço por um trabalho, o que um jornalista de impressão da velha escola como eu pode nem ter se não for a web.

A ideia do que se tornaria a World Wide Web foi proposta há 25 anos hoje em um computador NeXT , em 12 de março de 1989. Esse segmento de texto sem graça e sem imagem é o que a primeira página de destino da web parecia. Não era mais do que um fundo branco com palavras negras e um pouco de links “hipermídia” azuis para clicar. Nenhum Google. Não há Twitter. Não há Facebook. Eles ainda estavam a alguns anos de distância.

Havia, no entanto, todos os 17 “assuntos” para ler, juntamente com as perguntas internas de cinco perguntas da Web , escritas por ninguém menos que o físico Tim Berners-Lee , o homem que conceituou a ferramenta revolucionária de ligação e compartilhamento de informações em um escritório do CERN na Suíça. (CERN é abreviação da Organização Europeia de Pesquisa Nuclear).

A rede recém-nascida não era exatamente fascinante, mas foi um começo. O nascimento de uma fascinante força cultural intangível que amadureceu em uma massa virtual agitada de cerca de 4,1 bilhões de páginas , com inúmeras mais vendo online agora quando você lê isso.

É um eufemismo dizer que a web mudou para sempre a maneira como vivemos, trabalhamos, jogamos e nos comunicamos, para o pior e o pior. Eu me inclino para melhor.

Então pegue uma fatia de bolo, envie um cartão de aniversário de rede social # web25 hashtagged e confira esses 10 fatos históricos legais sobre a web no seu 25º aniversário:

1. O Pai da web quer que você lute por sua liberdade. Berners-Lee, de 58 anos, está comemorando o aniversário histórico de seu protocolo pioneiro de comunicação colaborativa hoje implorando seus usuários a “defender seus princípios fundamentais” de liberdade, não censura e neutralidade da rede.

O vocalista de Edward Snowden está pedindo que as pessoas apoiem uma “Declaração de Direitos dos Usuários de Internet” universal. A iniciativa ” Web We Want ” pretende estabelecer proteções de usuários pessoais, incluindo muitos agora rotineiramente pisoteados pela NSA. O projeto também pretende expandir a web para os dois terços do mundo que ainda não tem acesso a ela.

Relacionado: Isto é o que a Internet parecerá em 2025

2. O primeiro site da Internet foi on-line em 6 de agosto de 1991. Berners-Lee e seus colegas membros da equipe do CERN lançaram http://info.cern.ch com uma página de destino que só continha 153 palavras. Definiu a World Wide Web (“W3”) como “uma iniciativa de recuperação de informações hipermídia de ampla área com o objetivo de dar acesso universal a um grande universo de documentos” e continha 25 links para informações adicionais básicas sobre a iniciativa pioneira.

3. Deixe a liberdade soar. Em 30 de abril de 1993, o CERN anunciou que sua tecnologia da World Wide Web estará disponível para todos gratuitamente. A declaração pública declarou que os principais componentes da estrutura da web permaneceriam no domínio público, dando a qualquer um no mundo liberdade para usá-los. “O CERN renuncia a todos os direitos de propriedade intelectual deste código, fonte e binário, e a permissão é dada a qualquer pessoa para usar, duplicar, modificá-lo e distribuí-lo”, lê a declaração histórica.

4. Agora você pode navegar livremente pela Internet. Archie, que é amplamente considerado o primeiro motor de busca primitivo, foi ao vivo em 1990. Mas uma série de outros seguiram o exemplo na década seguinte, incluindo gigantes de rastreamento da web que ainda são fortes hoje como Yahoo, MSN e, sim, o poderoso Google.

5. Os bibliotecários também surfam. Temos um bibliotecário de Nova York que se chama Net-mom® para agradecer o termo “Navegar na Internet”. Jean Armour Polly escreveu um artigo chamado “Surfing INTERNET” que foi publicado em um boletim da biblioteca da Universidade de Minnesota em 1992. Alguns creditar Mark McCahill , o programador por trás de uma alternativa inicial da web chamada protocolo Gopher, por ter resistido a frase.

6. Uma banda de garotas é a primeira imagem publicada on-line. Berners-Lee também possui os direitos de se vangloriar para outro impressionante primeiro: carregar a primeira foto para a web em 1992. Foi uma imagem quebrou nos bastidores de uma banda de rock com temas de física de todas as meninas chamada Les Horribles Cernettes , fundada em 1990 por um designer gráfico no CERN. Berners-Lee examinou a foto, o upload para um Mac e FTPD-lo para o agora famoso info.cern.ch . A web que Berners-Lee inventou viveu, mas as Cernettes terminaram em 2012. Bummer.

7. Os navegadores primitivos ajudaram a web a atingir uma massa crítica. O NCSA Mosaic, o primeiro navegador gráfico amplamente utilizado na web é muitas vezes creditado com a internet para fora da obscuridade geeky. Marc Andreessen e Eric Bina desenvolveram o icônico navegador preto, cinza e azul no Centro Nacional de Aplicações de Supercomputação da Universidade de Illinois em 1993. Antes do Mosaic, os usuários da web tiveram que se preocupar com interfaces caras e complicadas, como Lynx.

O Netscape Navigator, que aterrissou na internet um ano depois, no dia 15 de dezembro de 1994, também desempenhou um papel importante na disponibilização da web ao público em geral. (Lembre-se da primeira atribuição de jornal que marquei? Peguei a pesquisa do meu artigo através de um vórtex Netscape sem fundo e frustrantemente lento por três horas estranhas. Bom tempo.)

Mosaico pode levar o título para o primeiro navegador web popular, mas a honra do navegador gráfico inaugural pertence a ViolaWWW . O complexo “navegador hipermídia”, que só funcionou nas estações de trabalho X Windows System e Unix, lançado em 9 de março de 1992.

8. A internet não é a web e a internet não é a internet. Não os faça torcer como a maioria das pessoas , especialmente não se você estiver no Silicon Valley. A Internet era uma coisa muito antes da web e a web não existiria sem a internet. A internet, cujas raízes podem ser rastreadas até a invenção do modem em 1958, é uma enorme infra-estrutura que combina milhões de computadores em todo o mundo. A World Wide Web é um vasto sistema de documentos de hipertexto interligados acessados ​​na internet.

9. Bilhões de pessoas navegam na web. Dos 7,1 bilhões de pessoas do mundo, cerca de 2,4 bilhões de pessoas estão online hoje. Isso é 37,7 por cento da população total do mundo. Cerca de seis de sete pessoas em todo o mundo têm acesso à internet. Aproximadamente 70 por cento dos internautas navegam na internet todos os dias.

10. Os americanos balançam a web mais. Os usuários dos EUA representam 78,6 por cento do uso global da internet, seguidos pela Austrália (67,6 por cento), pela Europa (63,2 por cento), América Latina / Caribe (42,9 por cento), Oriente Médio (40,2 por cento), Ásia (25,7 por cento) e África (15.6). Surpreendentemente, cerca de 24 nações permanecem completamente offline.


ESQUEÇA POKÉMON GO - HARRY POTTER: WIZARDS UNITE É A PRÓXIMA OBSESSÃO AR DE NIANTIC

Ansioso para transformar seu bairro em um mundo mágico? Aqui está o que sabemos até agora

Nunca houve uma sensação de jogo móvel como Pokémon Go , e no verão de 2016, o jogo de Niantic teve milhões de pessoas vagando por seus bairros para pegar monstros digitais. Você podia vê-lo nos rostos das pessoas que olhavam para os seus telefones enquanto se aproximavam: a emoção de pegar um novo Pokémon pela primeira vez ou ganhar uma batalha de ginástica, ou, alternadamente, a frustração das muitas falhas no início do jogo.

Mas pode haver outro fenômeno móvel como no ano que vem ou logo depois: Niantic e Warner Bros. anunciaram que eles estão trabalhando em Harry Potter: Wizards Unite , um novo jogo de realidade com aumento de localização. Aparentemente, seguirá o molde Pokémon Go, pois ele envia você ao redor do mundo real para aprender magias, batalhar criaturas mágicas e mergulhar em uma magia ampla do universo da mídia.

Os detalhes iniciais são esparsos, mas com base no que eles disseram, temos algum senso do que esperar quando o Wizards Unite finalmente atinge a App Store e a Play Store (assumidamente, nenhuma plataforma já foi especificada). Aqui está o que sabemos até agora, bem como o que esperamos ver dessa adaptação aumentada.

Detalhes iniciais

Quando se trata de franquias de entretenimento maciças, Harry Potter realmente parece um swap bastante ideal para a série de jogos da Nintendo. Pokémon e Harry Potter são amplamente amados, universais de mídia cruzada que atraem todas as idades e sofreu por 20 ou mais anos. Eles também são enormes fabricantes de dinheiro : Pokémon arrecadou mais de US $ 55 bilhões de seus miríades de empreendimentos, enquanto Harry Potter vem por trás de cerca de US $ 25 bilhões a partir do ano passado.

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Veremos uma versão disso, embora com imagens de Harry Potter ?

Mais importante ainda, eles criaram vastos mundos de que muitas pessoas se preocupam, e também são preenchidas com muitos personagens interessantes, lugares, tópicos da história e muito mais. E é exatamente por isso que estamos ansiosos para ver o que Niantic e Warner Bros. estão preparando com Harry Potter: Wizards Unite.

Eles não compartilharam nenhuma captura de tela ou imagens do jogo de qualquer tipo, mas de acordo com o comunicado de imprensa, “os jogadores irão aventuras, aprenderão e lançarão feitiços, descobrirem artefatos misteriosos e encontrarem bestas lendárias e personagens icônicos”. Isso é tudo feito por explorar o mundo real ao seu redor, seja seu parque local, praça da cidade, ou uma cidade maior nas proximidades, ou a busca de diversão em outros lugares enquanto estiver de férias ou viajando pelo mundo.

Você assumirá o papel de mago ou bruxa e “descobrirá as partes maravilhosas e muitas vezes mágicas do mundo em torno de [você]”, escreveu o CEO da Niantic, John Hanke, no comunicado de imprensa, observando a filosofia geral de seu estúdio em relação à sua localização jogos. A postagem no blog também sugere que você será capaz de se unir com os outros para “combater inimigos poderosos”. Um blog no site oficial Harry Potter Pottermore , enquanto isso, sugere que você estará “tropeçando em personagens icônicos do mundo mágico ao longo do caminho”. Crikey. Quem sabe quem você vai encontrar no seu parque local? ”

Além disso, espera-se que “use a tecnologia móvel de realidade aumentada de última geração”, talvez sugerindo uma experiência mais avançada ou imersiva do que ver o Pokémon 3D ao seu redor através da câmera do seu telefone. E a publicação do blog da Niantic acrescenta que o jogo “aproveitará a pilha completa da Niantic Platform, ao mesmo tempo que proporcionará uma oportunidade para pioneirar a nova tecnologia e a mecânica da jogabilidade”.

Potter-mon Go?

Isso é sobre tudo o que Niantic e Warner Bros. disseram até agora. Mas o que isso significa?

Bem, parece muito com o Pokémon Go na superfície, o que não deve surpreender ninguém. E esse jogo foi construído na parte traseira de Ingress , a primeira experiência de realidade aumentada da Niantic, que teve um conjunto bastante sólido de fãs sérios, apesar de ser menos acessível do que o Pokémon Go. Com base no que o desenvolvedor sugeriu, Harry Potter: Wizards Unite provavelmente continuará a evolução dos mundos dos jogos de Niantic, apresentando novas idéias e conceitos de jogo em um modelo geral familiar.

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Pokémon Go’s Raid Battles poderia se adaptar bem às lutas de bruxas maiores.

Você provavelmente criará o seu próprio assistente ou bruxa, espero que com um pouco mais de personalização que escolher roupas no Pokémon Go, e depois entrar no mundo em busca de coisas para fazer. Você terá criaturas para a batalha, e a franquia de Harry Potter não tem escassez deles – olhe para o filme Fantastic Beasts e onde encontrá-los para obter provas recentes. Você também se unirá para lutar contra esses “inimigos poderosos”, que provavelmente serão semelhantes a Raid Battles no Pokémon Go , onde você precisará de vários jogadores em uma festa para derrubar um inimigo mais forte. E quanto a duelos de magos no lugar das batalhas de ginásio de Pokémon Go?

Quanto ao aprendizado de feitiços, essa é uma noção intrigante. Concedido, isso poderia ser tão simples como apenas nivelar o perfil do seu jogador enquanto você acumula experiência e, eventualmente, ter novos ataques na batalha. No entanto, espero que haja algo mais: algum incentivo para explorar e descobrir novos feitiços e ataques e, em seguida, algum nível de esforço para realmente usá-los na batalha, em vez de apenas tocar e deslizar como um louco. Ser capaz de usar os controles de movimento do seu telefone como uma varinha improvisada pode ser bastante legal.

Haverá um equivalente a PokéStops e Gyms? Isso poderia envolver a descoberta de artefatos, como mencionado. Como experimentamos com o Pokémon Go, é necessário que haja uma pilha bastante consistente de atividades, incentivos e metas, caso contrário, a moagem se torna obsoleta. Mas, por outro lado, Harry Potter: Wizards Unite não aguardará a atenção por muito tempo, se apenas sentir como uma pele de Harry Potter deu uma bofetada no topo de um modelo Pokémon Go mal alterado.

Manter alguns elementos faz sentido, mas para Wizards Unite realmente ressoa com os fãs, ele precisa encontrar uma maneira de destacar as histórias icônicas, personagens e locais da franquia de Harry Potter. Eles desempenham um papel muito importante em Harry Potter do que nos Pokémon, que já estabeleceram mecanismos de jogo e conceitos para se adaptar e construir. Felizmente, o Wizards Unite pode capturar o suficiente do trabalho escrito da JK Rowling enquanto faz você se sentir como se estivesse criando sua própria história no processo.

E os dedos cruzados – esperamos que alguns dos avanços técnicos do jogo incluem estabilidade, especialmente no início, quando há um inevitável dilúvio de jogadores. Além disso, esperemos que eles não tentem outro evento parecido com o Pokémon Go Fest para este jogo antes que os servidores e a tecnologia estejam na verdade até o desafio de suportar tal coisa.

Até o próximo ano …

Nós teremos que esperar um tempo para descobrir, no entanto: mais informações sobre Harry Potter: Wizards Unite virá em algum momento em 2018. Embora nenhuma data de lançamento tenha sido anunciada ainda, parece provável que também vejamos a versão do jogo em algum momento no próximo ano, talvez perto da estréia teatral da sequela Fantastic Beastsem novembro de 2018.

Será o primeiro de potencialmente muitos novos jogos de Harry Potter no horizonte para todas as plataformas, graças à nova impressão da Warner’s Portkey Games que está lidando com a franquia no futuro. Mas como o primeiro do grupo e o sucessor de Niantic para o Pokémon Go, o Wizards Unite certamente terá muitos olhos sobre ele, já que ele nasce das sombras no próximo ano – incluindo o nosso. Nós vamos te trazer mais quando o ouviremos.

Esta história, “Forget Pokémon Go – Harry Potter: Wizards Unite é a próxima obsessão de AR de Niantic” foi originalmente publicada pela Macworld .


MINGIS ON TECH: O IPHONE X - O MELHOR TELEFONE PARA EMPRESAS, OU O MELHOR TELEFONE JÁ?

O novo iPhone X da Apple já tem muita coisa para isso: segurança da identificação do rosto, uma tela OLED e, claro, iOS 11 – tornando-o um telefone de alto nível (se caro) para usuários corporativos.

Quando se trata de dispositivos móveis, as empresas tendem a gostar de três coisas: segurança sólida, facilidade de gerenciamento e baixo custo.

Com o iPhone X da Apple, parece que você pode verificar dois desses três itens. O sistema de autenticação Face ID de ponta do telefone realmente funciona. O iOS 11 é fácil de gerenciar e inerentemente seguro . Mas esse último – preço – é grande. O iPhone X começa em US $ 999 para o modelo de 64GB e vai para US $ 1.149 para a versão de 256GB.

E isso nem sequer conta com o Apple Care, agora mais prático, o que lhe dá mais $ 199.

Mesmo assim, o nosso trio tecnológico de especialistas em dispositivos móveis – o editor executivo da Computerworld, Ken Mingis, o escritor independente Michael deAgonia (que está revendo o iPhone X para Computerworld) e o escritor Michael Simon do Macworld – simplesmente não conseguiram parar de mexer sobre o mais novo telefone da Apple.

O que você esperaria de três pessoas que se levassem antes das 3 horas do dia 27 de outubro para pedir um iPhone X para entrega no primeiro dia que estava disponível: 3 de novembro (todos eles conseguiram, a propósito.)

Esta história, “Mingis on Tech: O iPhone X – o melhor telefone para empresas, ou o melhor telefone de todos os tempos?” foi originalmente publicado pelaComputerworld .


VOCÊ DEVE USAR UMA ANTENA DE TV, MESMO QUE TENHA CABO. AQUI ESTÁ O PORQUÊ

Considere uma atualização de baixo custo para seu sistema de entretenimento doméstico

Você gastou centenas, talvez milhares de dólares em sua TV de tela grande, e todas as noites forma o centro do seu sistema de entretenimento doméstico. Então, você não deveria dar a melhor foto que puder?

Se você estiver assistindo TV de transmissão através de uma conexão de cabo ou satélite, você pode fazer melhor. Uma antena de TV lhe dará um sinal que é superior e, o melhor de tudo, é grátis. Tudo se resume ao modo como a programação digital é enviada para a sua TV.

Dentro de uma estação de TV, os dados de vídeo podem estar fluindo em centenas de megabits por segundo, mas um canal de transmissão padrão dos EUA só pode transportar cerca de 20Mbps. E, dependendo do canal, é dividido entre o canal principal e sub canais.

O padrão de TV ATSC usado na América do Norte usa a compressão MPEG-2 para compactar os dados, para que ele possa ser transmitido pelo ar. Quando é descomprimido pela sua TV, deve parecer idêntico ao original. Mas nenhum sistema de compressão é perfeito, então há sempre alguma degradação de imagem. Você notará como ruído se você examinar de perto as áreas detalhadas da imagem na tela da sua TV.

Como as empresas de cabo e satélite transportam tantos canais, eles costumam usar compressão mais agressiva do que as estações aéreas, e isso leva a um maior ruído. Os sinais de cabo e satélite também passam por mais processamento, e isso também afeta a qualidade da imagem.

Aqui está um exemplo de um jogo de futebol profissional transmitido pela NBC.

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Martyn Williams / IDG

O logotipo do Oakland Raiders é exibido em uma transmissão (esquerda) e alimentação de TV a cabo.

A imagem à esquerda é de uma antena de TV enquanto a imagem à direita é do cabo, ambos vistos na mesma televisão. Olhe atentamente o detalhe no logotipo Oakland Raiders (clique na imagem para ampliá-la) e na palavra “Raiders” acima do logotipo. Você verá que muita coisa está perdida na imagem do cabo.

O mesmo acontece com o logotipo do Miami Dolphins.

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Martyn Williams / IDG

O logotipo do Miami Dolphins é exibido em uma transmissão (esquerda) e TV a cabo.

Na imagem da TV a cabo, o olho do golfinho é difícil de distinguir, mas é claro na imagem de transmissão.

E, finalmente, olhe para o barulho em torno das letras nesta parte da tela. As bordas das letras não estão tão bem definidas:

2º

Martyn Williams / IDG

Subtítulos de jogos de futebol em uma transmissão (esquerda) e alimentação de TV a cabo.

Não é só nos jogos de futebol onde você verá uma diferença. Imagens de uma antena aparecerão mais nítidas e detalhadas em geral, mas você provavelmente apreciará a diferença mais ao assistir a esportes ao vivo ou a filmes.

Então, à medida que as Olimpíadas e o Super Bowl se aproximam, considere uma antena de TV uma atualização que vale a pena para o seu sistema de entretenimento.

Como um bônus, ele se protegerá contra os momentos em que o cabo se desligar , como em fevereiro de 2017, quando o serviço da Comcast foi para baixo na área de DC, fazendo com que milhares percam a maioria do Super Bowl.

Esta história, “Você deve usar uma antena de TV, mesmo se você tiver cabo. É por isso que” foi originalmente publicado pela TechHive .


QUADROS DE KOTLIN: UM LEVANTAMENTO DAS FERRAMENTAS DE DESENVOLVIMENTO DA JVM

A alternativa Java está ganhando mais suporte na forma de frameworks, incluindo ferramentas estabelecidas como Spring Framework e Vert.x

Kotlin, a linguagem Java alterada estaticamente tipada para o desenvolvimento da JVM e Android, está mostrando sinais de fazer as grandes ligas, obter suporte em estruturas de desenvolvimento.

Por exemplo, o Spring Framework agora oferece suporte ao Kotlin. E existem novos quadros, como Javalin e Ktor, que suportam Kotlin.

Estruturas Kotlin: suporte no Spring Framework

Mais conhecido como uma venerável estrutura Java com injeção de dependência, o Spring Framework da Pivotal ganhou o suporte da Kotlin na versão Spring 5.0 lançada este ano. O Spring 5.0 suporta extensões do Kotlin, oferecendo uma alternativa às classes de utilidade e hierarquias de classes específicas do Kotlin, além de adicionar recursos da Kotlin à própria Primavera.

Uma linguagem específica de domínio de roteamento (DSL) para o Kotlin na Spring 5.0 permite aos desenvolvedores usar a API da Web Spring Functional para acessar a estrutura da Web funcional da Spring.

Você pode usar o Kotln para escrever aplicativos baseados em anotações para a tecnologia Spring Boot complementar para a construção de aplicativos Spring Spring prontos para produção.

Onde baixar o Spring Framework

Você pode baixar o Spring Framework de repo.spring.io ou Maven Central .

Estruturas Kotlin: suporte na estrutura Vert.x

A versão 3.5 da estrutura Vert.x JVM da Eclipse Foundation suporta cupons de Kotlin, para realizar eventos assíncronos e processamento de eventos. Orientado para o desenvolvimento empresarial e web, o Vert.x é orientado a eventos e não bloqueado, de modo que as aplicações podem lidar com a concorrência com poucos threads e em escala.

Onde fazer o download do Vert.x

Você pode fazer o download do Vert.x no site do projeto Vert.x ou da Bintray .

Estruturas Kotlin: Spark Framework para aplicativos da web

Uma estrutura web para desenvolvimento Java, a Spark adicionou uma DSL Kotlin, para a construção de aplicativos Kotlin e Java 8. Spark oferece um local para desenvolvedores de Kotlin e Java para criar aplicativos web expressivos com pouco código de código através de uma sintaxe declarativa.

Não deve ser confundido com o projeto Apache Spark para processamento de dados, o Spark pode ser usado para construir APIs REST, mas também suporta mecanismos de modelo. Para o desenvolvimento de microservices, a Spark pode servir a JSON em menos de dez linhas de código.

Onde fazer o download do framework Spark

Você pode baixar o Spark do Maven Central ou do GitHub .

Estruturas Kotlin: framework Ktor para aplicativos conectados

Desenvolvido pelo criador Kotlin JetBrains, o novo framework Ktor para cenários JVM abrange a natureza fortemente digerida da Kotlin e oferece pontos finais fortemente digitados e a capacidade de trocar dados com as classes compartilhadas em plataformas. Ele fornece uma estrutura de aplicativos multiplataforma para o desenvolvimento de aplicativos conectados.

Os recursos de pipeline da Ktor, para processamento de solicitações HTTP e APIs usam corutinas Kotlin, oferecendo um modelo de programação assíncrona. As APIs do Ktor são principalmente chamadas de função com lambdas. Kot’s Kotlin DSL permite que o código apareça como declarativo.

Onde fazer o download de Ktor

Você pode baixar a página de download do Ktor da JetBrains para o Ktor .

Estruturas Kotlin: biblioteca API JINALIN REST para aplicativos da web

Tendo acabado de alcançar o lançamento estável da versão 1.0 no início de novembro, a Javalin é uma estrutura web leve para a Kotlin e Java, inspirando-se nas estruturas da web Spark e Koa. Javalin não é uma estrutura completa, mas uma biblioteca de API REST. É baseado em Kotlin, embora algumas interfaces funcionais tenham sido escritas em Java.

Não há nenhum conceito de model-view-controller (MVC) em Javalin; Em vez disso, ele suporta mecanismos de modelo, websockets e arquivos de arquivos estáticos. Javalin também possui um servidor Jetty incorporado, bem como renderização de modelos e markdown.

Onde fazer o download da biblioteca Javalin REST API

Você pode obter Javalin da página de download do projeto Javalin .

Esta história, “Kotlin frameworks: A survey of JVM development tools” foi originalmente publicada pela InfoWorld .


Assistente do Google vem às TVs da Sony

Selecionar TVs da Sony agora pode usar o impressionante assistente pessoal inteligente do Google para reprodução de mídia ou controles domésticos inteligentes.

A batalha entre Alexa e o Assistente do Google continua – enquanto Siri olha a partir da esquina.

Agora, você pode acessar o Assistente do Google de TVs selecionadas da Sony. Eles vão permitir que você procure por programas de TV e filmes e controle dispositivos domésticos inteligentes , assim como você usaria um orador do Google Home .

Há, no entanto, algumas capturas. O Google Assistant só vem para televisores Sony com displays de 4K e software de TV Android incorporado . Os modelos incluem o XBR-Z9D, XBR-X800D, XBR-X750 / X700D e todas as TVs Android 2017 da Sony .

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Você terá que usar isso para acessar o Assistente do Google na sua TV Sony.

Sarah Tew / CNET

E ao invés de apenas falar o seu pedido em voz alta, você precisa pressionar um botão de microfone no controle remoto da TV e falar no controle remoto.

Em um comunicado de imprensa , Mike Fasulo, presidente e COO da Sony Electronics, disse: “O objetivo da Sony é fornecer aos nossos clientes a funcionalidade Smart Home que eles desejam da maneira que eles escolherem. Com o Assistente do Google, os proprietários de TV da Sony obtêm todas as respostas e tarefas que eles precisam fazer, apenas usando sua voz “.

Você pode configurar o recurso Assistente do Google através de uma atualização de software a partir de hoje.

 


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