Desenvolvimento web

Desenvolvimento de site por R$150,00/Mês

Desenvolvimento Web responsivo com Melhor Custo-beneficio

Planos de desenvolvimento web com hospedagem Gratís
Arquivo de Empreendedores | LCF HOST

Empreendedores


Pixels, pixels ou pixels? Dicas de Web Mobile com viewport

Foi-se o tempo em que pixel significava apenas o menor ponto na tela. Bastava dizer que uma imagem tinha 200px, e então ela ocuparia 200 pontos, ou seja, 25% de uma tela de tamanho padrão 800×600.

Mas o mundo mobile mudou completamente o jogo e, hoje, o conceito de pixel pode significar várias coisas.

(Atualização: escrevi mais detalhadamente sobre esses aspectos dos pixels diferentes e viewport, incluindo telas retina, no meu livro A Web Mobile, publicado pela editora Casa do Código. Se você estuda design responsivo, sites mobile, e assuntos relacionados, vai gostar desse livro.)

Os primeiros Smartphones

Era muito comum que os smartphones da Nokia lá pelos idos de 2007 tivessem uma resolução de 240×320 pixels, como um N95.

Quando surgiu o primeiro iPhone, sem teclado e só touch, a Apple decidiu explorar um tamanho maior de tela, 320×480 pixels. Era o dobro dos pixels normalmente usados na época, com um tamanho físico mais ou menos também com o dobro do tamanho.

Esses valores representam o tamanho físico do aparelho, o número de pixels físicos existentes. Na prática, um iPhone conseguia exibir páginas com mais que 320 pixels de largura. O truque era trabalhar com a ideia de zoom.

Na imagem anterior, abrimos o site da Caelum, que tem 960px de largura, em um iPhone de 320px. Repare como, apesar de menor, o Site está sendo renderizado corretamente.

Mas nosso HTML e CSS não foi codificado pensando em 320px, e sim em 960px. Quando colocamos a imagem do logotipo, por exemplo, nosso HTML diz <img src=".." width="160" height="50">. E, obviamente, o logo não está sendo renderizado a 160px, senão ocuparia metade da tela de 320px do iPhone. Se você medir, verá que o logo está sendo renderizado em mais ou menos 52px, ou 1/6 da tela do iPhone.

CSS pixels e o layout viewport

Repare que usamos uma medida de pixels no HTML/CSS que difere do pixel real usado na tela. O navegador do iPhone, na verdade, se comporta como se tivesse 980px de largura, embora o aparelho tenha apenas 320px. Isso é feito para que o usuário possa ver páginas feitas para Desktop sem problemas.

Nossa página funciona como se tivéssemos 980px disponíveis. Quando escrevemos “245px” no CSS, estamos nos referindo a 1/4 dessa tela imaginária de 980px. Na hora de exibir, porém, os 980px serão encaixados nos 320px reais, aplicando um zoom out.

Essa tela imaginária de 980px é o que chamamos de layout viewport. É o tamanho com o qual trabalhamos no nosso HTML/CSS, sem nos preocuparmos com a renderização no aparelho. Repare que um pixel no layout viewport tem outro significado do pixel físico do aparelho. É comum chamá-lo de CSS pixel.

Zoom e o visual viewport

Mas navegar no celular nessa página gigante sem zoom é praticamente impossível. A grande diferença da navegação mobile com a Desktop é o frequente uso do zoom e o scroll em todas as direções.

Na imagem acima, demos um zoom para ver mais detalhes. Repare que a o layout da página continua o mesmo. Um elemento de “245px” continua ocupando 1/4 do total do nosso layout viewport. A diferença é que, agora, só estamos visualizando uma parte do layout viewport; o restante está fora da tela, e precisaríamos fazer scroll para ver.

Isso nos leva para outro conceito importante: o visual viewport, que representa o tanto do layout viewport que conseguimos visualizar no momento.

Geralmente não estamos interessados no tamanho do visual viewport. Lembre que os CSS pixels são sempre relativos ao layout viewport.

Sites mobile e a meta tag viewport

Abrir um site Desktop no celular é uma experiência pouco agradável. Frequentemente, vamos querer criar uma página otimizada para mobile, que não demande tanto zoom e já mostre o conteúdo em tamanho e formato interessantes para uma tela tão pequena.

Como fazer? Obviamente, não podemos deixar a página com layout fixo em, por exemplo, 960px. Podemos tentar um width:100% no elemento principal, pensando em se adaptar a diversos tamanhos de tela.

Nosso layout viewport é considerado como 980px e o site é mostrado como se fosse de Desktop, com zoom mínimo e conteúdo praticamente ilegível. Que tal colocar width:320px, o tamanho real do dispositivo?

O layout viewport continua em 980px mas o conteúdo fica em 320px. O usuário precisa dar zoom para visualizar e, pior, a página fica com um imenso espaço em branco.

O que precisamos é uma forma de redimensionar o layout viewport para que ele seja mais adequado a tela pequena do mobile. A Apple introduziu uma meta tag viewport no iPhone que, depois, foi adotada em praticamente todas as plataformas móveis – Android, Opera, Windows Phone etc.

<meta name="viewport" content="width=320">

Isso indica ao navegador que o layout viewport deve ser 320px. Agora, colocar width:100% vai significar 320px, deixando a visualização mais confortável.

Viewport flexível com device-width

Deixar “320” fixo na nossa tag de viewport pode não ser uma boa ideia. Há diversos aparelhos diferentes no mercado, cada um com tamanho diferente. E mobile agora também inclui tablets, como o iPad, que tem largura de 800px.

É possível deixar a meta tag viewport com tamanho flexível, baseado no tamanho do aparelho. Basta usarmos:

<meta name="viewport" content="width=device-width">

Isso assumirá o valor, por exemplo, de 320px no iPhone e 800px no iPad. Outros aparelhos poderão assumir outros valores.

Altíssimas resoluções

Antes de aparecerem os Androids de alta resolução e, depois, o iPhone 4, toda a história dos pixels se resumia a diferença entre os CSS pixels e os device pixels. Isso porque um device pixel no iPhone clássico significava um pixel físico na tela.

A retina display mudou isso. O iPhone 4 passou a vir com resolução de 640×960 pixels, melhorando a renderização de textos e imagens. Outros celulares foram até além. O Galaxy Nexus, por exemplo, tem resolução HD de 720x1280px.

Como ficam nossas páginas mobile então que assumiam uma resolução bem menor? Com resolução tão alta quanto um Desktop, os celulares mais modernos vão renderizar as páginas bem pequenas, como um site Desktop? Nossas páginas continuam funcionando porque esses dispositivos de alta resolução continuam reportando um device-width de 320px, pra manter a compatibilidade.

A ideia de reportar um device-width diferente do tamanho de pixels físicos surgiu no Android e depois foi copiada pelo iOS e outras plataformas.

Dessa forma, conseguimos evoluir a resolução da tela com densidades de pixels maiores (dpi) sem afetar a forma como o usuário usa nosso Site mobile, que continua otimizado para telas pequenas.

Os três pixels

Um pixel, pode então, representar três conceitos diferentes quando lidamos com mobile:

Pixel físico: número real de pixels na tela. Nos celulares modernos, é um número altíssimo, com ótima resolução, geralmente com densidade acima de 300 dpi.

Device pixel: é o número de pixels reportado pelo aparelho como sendo seu tamanho. É pensado pra ser um valor que ofereça conforto visual para o usuário olhando para aquele tamanho de tela. É comum que esse valor seja 320px em celulares, copiado do iPhone original.

CSS pixel: é o que usamos no HTML/CSS como px, representando um tamanho dentro do layout viewport. Quando colocamos a meta tag viewport com valor width=device-width, estamos dizendo que nosso CSS pixel é igual a um Device pixel.

Hoje, no Desktop, esses três pixels são equivalentes**. Mas, em breve, teremos que lidar com esse tipo de diferença também no Desktop com a chegada das telas de alta densidade também aos computadores.

Lidando com zoom

Mesmo otimizando nossa página para 320px, o usuário ainda pode dar zoom na página. Em alguns cenários, pode ser interessante desabilitar o zoom, o que pode ser feito na tag viewport com user-scalable:

<meta name="viewport" content="width=device-width, user-scalable=no">

De maneira geral, é interessante deixar o usuário dar zoom caso queira, já que este é um gesto comum ao usar a Web no celular. Podemos, porém, controlar os níveis de zoom com as propriedades minimum-scale e maximum-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, minimum-scale=0.5, maximum-scale=4">

O código acima indica que o usuário pode aumentar até 4x a página e diminuir até pela metade.

Podemos controlar também o nível padrão de zoom quando a página é aberta, com initial-scale:

<meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0">

O valor 1.0 é muito comum quando trabalhamos com device-width e significa o zoom padrão. Se tivermos uma página Desktop não otimizada pro viewport de mobile, podemos usar essa propriedade para controlar o zoom inicial (lembre que o inicial é mostrar todo o layout viewport de 980px, o que pode não ser interessante).

Por fim, é importante citar um bug do iOS que afeta o zoom e o viewport quando rotacionamos o dispositivo em uma página com width=device-width que permita zoom. Se você abre a página no modo retrato, ele vai assumir o scale como 1.0, deixando o visual viewport igual ao layout viewport. Ao rotacioná-lo para modo paisagem, o dispositivo mantém o visual viewport no valor antigo, mas aumentando o layout viewport. Na prática, a página dá zoom automático e o lado direito da página não fica visível. O usuário, que não deu zoom, precisa diminuir o zoom para ver tudo.

É um bug famoso que acontece só no Mobile Safari do iOS, não existindo no Android e outras plataformas. A solução mais direta é desabilitar o zoom por completo, algo que é feito em diversos sites mobile por causa desse bug. Mas não é a solução ideal, já que poder dar zoom é uma feature que interessa ao usuário mobile. Existem alguns hacks para tentar resolver esse problema no iOS.

Conclusão

Trabalhar com telas diferentes é um grande desafio. O uso da meta tag viewport procura facilitar a padronização das páginas nos mais diversos tamanhos de telas e densidades de pixels. Compreender os diferentes significados de viewports e pixels é essencial para se desenvolver para mobile.

E, usando ainda media queries, podemos criar páginas que se adaptem facilmente a diversos dispositivos.

O curso WD-43 da Caelum, de desenvolvimento Web, trata também de tópicos de Web Mobile. Mostramos o uso do viewport e media queries para criação de uma página responsiva. Além disso, meu livro A Web Mobile, aprofunda em diversos assuntos de design responsivo e aspectos técnicos de sites para dispositivos móveis.

Referências

** No Desktop, quando damos zoom numa página, também temos a complicação dos viewports diferentes e a diferença entre CSS pixels e device pixels. Mas, na prática, todo mundo ignora e assume zoom de 100%, onde os CSS pixels são iguais aos device pixels.


Uma nova ferramenta para adicionar recursos do Facebook ao seu site

Boas notícias para o empresário das redes sociais: o Facebook facilitou a integração de suas funções sociais em muitos sites. O gigante da mídia social baseado em Menlo Park lançou seu próprio plug-in pré-fabricado para o popular site e ferramenta de blogs , o WordPress.

Com o novo plug-in, chamado Facebook para WordPress , os proprietários de sites podem adicionar botões Like, Subscribe, Send e Recomendações facilmente em páginas não só, mas também em álbuns de fotos e lojas online – adicionando opções adicionais de compartilhamento e engajamento. Uma função chamada Social Publisher publica automaticamente novos conteúdos em um site de volta para a página do Facebook da empresa. Existem também funções Insights, que acompanham a quantidade de atividade que ocorre.

Ao ser apelidado de “o oficial” plug-in do Facebook para o WordPress, esta ferramenta entra em um campo lotado de complementos do Facebook, incluindo o Facebook Connect , o Facebook Tab Manager e os membros do Facebook .

Aqui estão quatro razões pelas quais um negócio pode considerar a integração de recursos do Facebook em sua experiência online:

1. É fácil de adicionar. 
Os sites que funcionam no WordPress devem encontrar o plug-in simples de baixar e configurar a partir dos painéis de controle do WordPress. As opções incluem cor, tamanho e escolha as páginas para colocar links no Facebook.

Para sites que não usam o WordPress, você ainda pode adicionar muitos desses recursos ao seu site. Visite os desenvolvedores.Facebook.com e escolha entre opções semelhantes. O Facebook fornecerá algumas linhas de código para copiar e colar nas ferramentas de edição nas páginas de controle de um site.

2. Obter novos “amigos”. 
Ao adicionar um botão “Curto” ou “Compartilhar” em uma página ou publicação, as empresas estão permitindo que clientes e visitantes compartilhem conteúdo facilmente em suas próprias paredes no Facebook. Esse recurso pode ajudar a espalhar a mensagem de uma empresa mais, mais rápido e ajuda as informações a serem virais.

Considere também usar o recurso de comentários do Facebook. Permite que as empresas evitem discriminadores anônimos e coloca nomes e rostos reais para comentários.

3. Acesse análises mais detalhadas. 
O recurso Insights do plug-in pode fornecer uma dimensão adicional às análises para empresas. As empresas já têm acesso aos dados de log da Web para quantas pessoas visitam seu site e de onde elas são. Mas com a Insights, as empresas podem dizer quantos visitantes realmente “gostam” de uma página.

Por exemplo, postar um álbum de fotos com 100 visualizações pode ser analisado adicionalmente, rastreando qual imagem obtém o máximo de “Likes”. Os dados que você coleciona da Insights podem ajudá-lo a melhorar o envolvimento do cliente com seu site.

4. Mantenha sua marca socialmente relevante. 
O plug-in torna tão simples quanto possível colocar um ícone bem conhecido, como o botão “Curtir” do Facebook na página da empresa. Com mais e mais clientes socialmente conscientes, isso pode ajudar a aumentar a credibilidade adicional em um site.


Os elementos essenciais da construção de um site de comércio eletrônico

Se você planeja vender qualquer coisa online, ter um plano de comércio eletrônico é tão importante quanto seu plano de negócios original.

O primeiro passo para escrever um plano de e-business é decidir qual o tipo de experiência que você deseja que seus clientes online tenham. Pense não só hoje, mas também em dois e cinco anos na estrada.

Seus planos de comércio eletrônico começam com os objetivos do site. Quem são seus clientes-alvo? O que eles precisam? Eles estão apenas recebendo informações ou podem comprar produtos no seu site? Essas questões-chave, perguntadas e respondidas com antecedência, determinarão quanto tempo e dinheiro você precisará desenvolver e manter uma presença on-line.

Em segundo lugar, decida quais produtos ou serviços você oferecerá. Como você irá posicioná-los e exibi-los? Você oferecerá compras on-line e off-line? Como você vai lidar com o transporte e os retornos?

Além disso, não negligencie a necessidade do cliente de alcançar uma pessoa ao vivo. Um número de telefone gratuito deve ser exibido de forma proeminente que os clientes podem ligar em qualquer momento para que suas perguntas sejam respondidas por uma pessoa ao vivo.

Se você decidir vender online, você precisará de um componente de carrinho de compras, que é um meio de lidar com o processamento do cartão de crédito e um processo organizado de realização de pedidos.

Finalmente, mesmo que você crie um site incrível, não assuma que as pessoas vão encontrá-lo por conta própria. Se você quiser desenvolver um fluxo consistente de tráfego para seu site, é essencial que você planeje e mantenha uma estratégia de promoção contínua e multifacetada que seja cuidadosamente orientada para o seu público.

Uma vez que você decidiu ter um site, um de seus primeiros itens de “fazer” é criar uma lista de possíveis nomes de sites ou URLs.

Em seguida, execute, não passe, com o computador mais próximo, acesse a internet, acesse seu mecanismo de pesquisa favorito e digite “registro de domínio”. Você encontrará uma lista de empresas, como networksolutions.com, godaddy.com e register.com, que o guiarão no processo de registro de domínio simples.

Por uma taxa modesta (US $ 8 a US $ 75), você pode registrar um nome de domínio por um ou mais anos.

A partir dos nomes disponíveis, escolha um que seja fácil de soletrar e lembrar, e descreve o que sua empresa faz. Certifique-se, no entanto, você não está impondo a marca registrada de outra pessoa ou o nome com direitos autorais. Em muitos casos, o nome da sua empresa, com a adição de dot-com (www. [YourCompanyName] .com) é um nome de domínio adequado que você deve se registrar.

Depois de registar o seu nome de domínio e ter um plano no lugar para o que deseja oferecer aos potenciais e existentes clientes on-line, o próximo grande desafio é projetar e construir seu site real e presença on-line.

oque faz um bom website? Antes de se enredar em detalhes de design, obtenha o grande quadro escrevendo um esboço do site. O conteúdo que você desenvolve e publica deve se relacionar diretamente e ajudá-lo a atingir os objetivos e metas que você definiu para o site.

Um esquema bem pensado do site inclui:

Conteúdo. A chave para um site bem sucedido é o conteúdo. Dê aos visitantes do site muitas informações interessantes, incentivos para visitar e comprar, e formas de contatá-lo. Uma vez que seu site esteja funcionando, atualize e adicione conteúdo fresco para manter as pessoas voltando.

Estrutura. Decida quantas páginas ter e como elas serão vinculadas entre si. Escolha gráficos e ícones que melhorem o conteúdo.

Desenhar. Com o conteúdo e estrutura no local, o design do site vem próximo. Se você está usando um designer externo ou fazendo isso sozinho, concentre-se na simplicidade, legibilidade e consistência. Lembre-se de se concentrar no que deseja realizar.

Navegação. Facilite e aproveite os visitantes para navegar no site. Por exemplo, não utilize mais de dois ou três links para áreas principais e nunca deixe visitantes em um beco sem saída.

Credibilidade. Este é um problema que não deve ser perdido nos sinos e assobios de estabelecer um site. Seu site deve chegar a cada visitante, dizendo a essa pessoa por que ele ou ela deve comprar seu produto ou seu serviço. Deve parecer muito profissional e dar aos clientes potenciais o mesmo sentimento de confiança que receberiam com um telefonema ou uma visita pessoal com você. Lembre os visitantes de que você não existe apenas no ciberespaço. As informações completas de contato da sua empresa – nome da empresa, endereço completo, telefone, fax e e-mail – devem aparecer em todas ou todas as suas páginas da Web individuais e serem exibidas de forma proeminente na página inicial do seu site, a LCF Host pode te ajudar a desenvolver seu comercio eletrônico, clique aqui e saiba mais.

 


Os 11 pior pedaços de conselhos que você já ouviu (e o que fazer em vez disso)
O “2 centavos” de algumas pessoas deixa você com apenas isso.

Como instruções ruins, um conselho ruim pode orientá-lo fora da pista. Principais empresários e membros de The Oracles pesam sobre os piores conselhos que eles constantemente ouviram e o que fazer em vez disso.

Grant Cardone
Crédito da imagem: os oráculos

1. O sucesso é uma jornada, não um destino.

Quantas vezes você já ouviu a frase: “O sucesso é uma jornada, não um destino”? Por favor! O sucesso não é apenas uma “jornada”, é um estado sobre o qual você tem controle e responsabilidade. Nenhum clube da NFL conta a sua base de fãs que é a jornada que conta. Todo mundo sabe que é tudo sobre o anel: o Super Bowl. Um bombeiro que conduz um caminhão de bombeiros não está focado na jornada; Ele está focado em chegar ao fogo e colocá-lo fora.

Sua vida não é diferente. É o destino mais importante. As pessoas que dizem o contrário provavelmente correm um seminário ou tentam vender um livro. – Grant Cardone , especialista em vendas superior que construiu um império imobiliário de US $ 500 milhões e um autor de best-seller do NYT ; siga Grant no Facebook ou no YouTube

Tim Draper
Crédito da imagem: os oráculos

2. Recupere sua equipe.

Um conselho de consertos rápidos que ouço o tempo todo é: “acelerar sua equipe”. Na verdade, todo empresário deve manter seu time tão magro quanto possível até encontrar um produto forte ou um ajuste de mercado. Uma equipe maior não faz um melhor lucro.

Como mencionei no meu livro, Como ser o Startup Hero , uma vez que três grandes clientes estão pagando pelo seu serviço e estão dispostos a expandir sua compra, só então você pode “acelerar” o negócio. – Tim Draper , lendário VC, fundador da Draper Associates e DFJ

Michael Johnson
Crédito da imagem: os oráculos

3. Apenas seja positivo.

Na indústria do comportamento humano e otimização do potencial pessoal, as pessoas adoram dizer: “Apenas seja positivo”. Isso coloca as pessoas para um pesadelo de saúde mental! Ninguém é apenas positivo ou negativo; as pessoas mais bem sucedidas são equilibradas.

Se uma pessoa é excessivamente otimista, eles geralmente não consideram os riscos associados às suas ações ou aprendem através de tentativas e erros dolorosos. Muitos auto-proclamados “pensadores positivos” se espalha internamente por seus pensamentos negativos, ao mesmo tempo em que estabelecem expectativas irrealistas sobre se sentirem felizes ou pacíficas constantemente. É melhor ficar equilibrado: há uma hora e um lugar para todas as emoções. – Michael Johnson, “The Mojo Master”, palestrante e treinador de mentalidade para atletas profissionais e empresários de elite; siga Michael no Facebook

Michael Alden
Crédito da imagem: os oráculos

4. Siga o exagero.

Nova tecnologia gera exagero e desinformação. Recentemente, investei muito tempo e recursos em cryptocurrency. Eu estudei como se eu preparasse para o exame de bar. Ao analisar as tendências da corrente criptográfica, eu aprendi que você sempre deve fazer sua pesquisa. Não basta investir em algo porque seu amigo envia um texto dizendo: “Compre isso agora”. Atuar cegamente na histeria é uma receita para o desastre.

Em vez disso, faça perguntas. Leia sobre isso. Os bons empreendedores se adaptam e atuam rapidamente. Mas o melhor ato com informações confiáveis ​​para aumentar seus negócios e patrimônio líquido. Michael Alden , autor de best-seller e CEO daCloiXonné

Sharran Srivatsaa
Crédito da imagem: os oráculos

5. Não seja uma “aberração de controle”.

Todo empreendedor alto provavelmente foi criticado como um “freak de controle” em algum momento. No entanto, tendo em conta as inúmeras distrações diárias que os empresários encontram, se você quer fazer “um trabalho profundo” com um impacto abrangente, você tem de controlar o seu tempo para fazer cada dia uma obra-prima.

Meu “dia da obra-prima” é composto por seis categorias: comer, mover, dormir, trabalhar profundamente, servir e desenvolver pessoal. Cada categoria tem uma ação que eu posso realizar nesse dia, seja 30 minutos de exercício (mover) ou fazer uma chamada de inspiração 5am ​​Club (serviço). Para alcançar seu potencial, exerça controle sobre sua vida. – Sharran Srivatsaa , investidor-anjo e presidente da corretora (região ocidental) em Douglas Elliman; cresceu Teles Properties 10X em cinco anos

Steve Griggs
Crédito da imagem: os oráculos

6. Faça o que você ama e o dinheiro seguirá.

Durante anos, eu acreditei: “Faça o que você ama e o dinheiro vai seguir”. Eu perderia dinheiro em projetos e me dizia: “Não se preocupe, o dinheiro vai seguir”. Eu tive que desaprender esta lição do jeito difícil .

Em qualquer empreendimento, certifique-se de entender as finanças. Não se sinta culpado por fazer lucro. O lucro é a linha de vida de qualquer negócio. Em vez de apenas “fazer o que você ama”, eu digo, “seja justo, honesto e obtenha lucro”.

Outro conselho que eu ouvi dizer é “ficar sob o radar”. Não tenho certeza de como eu consegui isso embutido na minha cabeça; não faz sentido. Se as pessoas não o conhecem, elas não comprarão de você. – Steve Griggs , fundador e CEO da Steve Griggs Design ; O premier designer de paisagens da NYC transformou os quintais e os jardins do telhado em fugas privadas

Jared Goetz
Crédito da imagem: os oráculos

7. Sempre triturar.

Muitos empresários glorificam “o grind”. Não me interpretem mal: sou um grande proponente de trabalhar duro e fazer as coisas, mas acho que é tão importante, se não mais, ter equilíbrio.

Muitas vezes, os empresários ficam tão apanhados na moagem que não conseguem ver que o que eles estão trabalhando não os impulsiona. Trabalho inteligente. Concentre-se no seu bem-estar. Reserve tempo pessoal. Reflita. Estas práticas terão efeitos maciços e positivos sobre o seu sucesso. – Jared Goetz , empresário em série e especialista em comércio eletrônico; co-fundador de quatro empresas multimilionárias em cinco anos

John Hanna
Crédito da imagem: os oráculos

8. As decisões empresariais devem basear-se na lógica, e não nas emoções.

O conselho de fazer decisões comerciais lógicas soa racional, mas é falho. A neurociência provou que é impossível tomar decisões sem emoção. Todos entrámos em um campo de negócios armado com fatos, números e pesquisas independentes, pensando que nossa proposta é à prova de balas, apenas para receber um “No.” definitivo.

Isso porque a semente da motivação está no coração. Se você aplicar apenas lógica a negócios, você estará condenado a falhar porque a tomada de decisões é principalmente emocional. A paixão, a resistência e o zelo são impulsionados pelas emoções. Lógica, sabedoria e razão são ferramentas que a mente alavanca para que as decisões baseadas em emoções sejam bem-sucedidas. – John Hanna , autor de ” Way of the Wealthy ” e CEO doFairchild Group

Nafisé Nina Hodjat
Crédito da imagem: os oráculos

9. Seja um buldogue.

O pior conselho que recebi como advogado é: “Seja um buldogue”. Todos querem um advogado feroz e implacável. No entanto, um advogado de defesa criminal implacável e feroz sem uma estratégia holística só será efetivo em uma pequena porcentagem de casos.

Bruce Lee disse uma vez: “Seja como a água”. Resolvi muitos casos em favor dos meus clientes, adaptando a estratégia do caso e sendo aberto a abordagens não convencionais. Se sua única estratégia é ser bulldog no negócio, você vai sentir falta oportunidades para crescer e servir seus clientes de forma eficaz. -Nafisé Nina Hodjat, fundadora e advogada da Firma SLS

Shaun Rawls
Crédito da imagem: os oráculos

10. Fale até que você faça isso.

“Fake to till you make it” é uma estratégia de negócios em papel para novatos e um jogo de tolos para profissionais reais. Você nunca vai enganar aqueles que você quer conquistar, e você pode apenas prejudicar sua reputação em ascensão no processo.

Quanto ao “fazer”, o conhecimento é poder. Quanto mais você sabe, mais você cresce. Saiba tudo o que puder dos melhores líderes em sua indústria. Entrevistá-los; leve-os para o almoço; estudá-los. O melhor atalho para o sucesso é aprender com os melhores. Combine este conhecimento com autenticidade, e você terá uma proposição de valor única que o serve ao longo de sua carreira. – Shaun Rawls , empresário permanente, fundador e CEO da Rawls Consulting

Joe Kakaty
Crédito da imagem: os oráculos

11. Faça isso, como sempre, foi feito.

Os “especialistas” adoram pregar sobre como algo sempre foi feito. Seus métodos experimentados pelo tempo invariavelmente trabalhavam em “insert-mega-company-company-name-here”, e é por isso que ele vai funcionar para você. Mas apenas porque uma estratégia funcionou para uma grande marca corporativa não significa que ela funcionará em uma cultura inicial ou pode ser copiada para obter os mesmos resultados.

Se você está em uma indústria em rápida mudança como o negócio de mídia, sugiro recrutar uma mistura de especialistas experientes, bem como tipos de produtos em bruto, quebram o molde, que gostam de inovar. Quando resolver problemas, não fique preso em como algo já foi feito antes. Descubra o que funciona melhor para você. – Joe Kakaty , co-fundador e presidente da Poker Central

Siga The Oracles no Facebook .

 


6 CEOs de equívocos comuns sobre o desenvolvimento da Web

Lembre-se do seu último projeto de desenvolvimento web ? Você passou pelo orçamento, ultrapassou os prazos e ficou frustrado com quase todos os envolvidos em algum momento.

As más notícias? Foi difícil.

A notícia realmente ruim? Provavelmente foi culpa da sua equipe.

A maioria dos CEOs tem sérios equívocos sobre desenvolvimento web. Este é um problema porque as empresas são mais confiantes do que nunca em sua presença online.

CEOs em empresas de todos os tamanhos lutam com isso. Aqui estão seis mitos que a maioria dos CEOs luta com:

1. O desenvolvimento do site é fácil.

Os clientes geralmente solicitam um site “simples” de 20 páginas com uma configuração de log-in, pagamento on-line, um blog e outros widgets.

Sites como Facebook e Craigslist podem parecer simples, mas o trabalho de desenvolvimento necessário é demorado e complicado. O estranho é que quanto mais simples o design, muitas vezes o mais caro é o site. Alguns pedidos que parecem pequenos podem envolver um trabalho de desenvolvimento complicado e exigem dias de programação.

2. Todos devem estar envolvidos.

Ao invés de empacotar toda a equipe em uma sala de conferências para mostrar idéias envolvem apenas as pessoas que estarão fazendo o trabalho.

Compile sua estratégia de conteúdo, ativos de marca, objetivos de negócios e fluxos de usuários. Não gaste tempo medindo planejamento técnico profundo, arquitetura de banco de dados, layouts, projetos ou widgets.

3. Os sites são uma mercadoria.

Com o advento de modelos,  sites como 99designs e desenvolvimento offshore, muitos empresários mantem a percepção errônea de que o design web é uma mercadoria barata.

Aproveitar os modelos já criados pode funcionar para algumas empresas, mas para aqueles que são sérios sobre sua marca e presença on-line, tais alternativas não serão suficientes a longo prazo.

Considere seu site um investimento e consiga recursos apropriados para isso. Encontre uma equipe de designers que entenda seu negócio, faça as perguntas corretas e tenha clientes felizes. Uma boa equipe irá ajudá-lo a gerenciar seus objetivos junto com seu orçamento e encontrar soluções ótimas. Pode parecer caro, mas o retorno sobre o investimento valerá a pena.

4. Uma vez que um site é construído, está feito.

O desenvolvimento da Web não é uma atividade única. Uma vez que seu site é lançado, ele precisará ser mantido. Muitas empresas do midmarket têm equipes 24 horas atualizadas monitorando seus sites para garantir que permaneçam sem falhas.

Mesmo que o seu site não lide com um alto volume de tráfego, você ainda precisa de alguém atento à funcionalidade. Você também precisará atualizações de segurança e conteúdo fresco para fins de SEO .

5. Qualquer pessoa pode criar uma excelente experiência de usuário.

Você não pode construir o site você mesmo. Concentre-se em liderar seu negócio e melhorar seus produtos. Seu estagiário, primo ou cara de TI também não podem construir isso. Muito mais do que um conhecimento básico do design web, especialmente ao construir sistemas de pagamento e garantir a integração com os sistemas internos da empresa.

Existem ferramentas gratuitas de criação de sites que podem ser ótimas para inicialização iniciada ou executar um site de pequenas empresas. Mas eles não são robustos o suficiente para as necessidades dos negócios mais estabelecidos.

Para o seu site, você pode precisar de uma equipe para projetar principalmente a partir do zero, o que requer um conjunto de habilidades específicas. Deixe a empresa de design web contratada fazer o que faz melhor, mas certifique-se de que seus funcionários estão fazendo as perguntas certas sobre o público-alvo antes de começar.

6. É seu site, então você determina o design.

É natural querer micromanager o site da sua empresa. Infelizmente, a menos que você seja um web designer, este não é o trabalho para você. Você precisa confiar no seu web designer se desejar que os visitantes do site se tornem clientes pagantes.

Os designers da Web entenderão sua visão, mas você precisa deixá-los projetar. Eles conhecem a estrutura e o que ajuda os visitantes a se converterem em clientes.


5 IDEIAS DE NEGÓCIOS DIGITAIS PARA VOCÊ COMEÇAR DO ZERO

Quem não sonha em ter seu próprio negócio e faturar muito dinheiro sem sair de casa? E o melhor de tudo, sem ter que investir muito dinheiro. Muitos brasileiros sonham em deixar de ser assalariado, e os negócios digitais são uma ótima alternativa para tornar esse sonho, realidade.

Pois saiba que a internet oferece várias opções, basta você escolher o negócio que melhor se encaixa no seu perfil. Justamente por isso o meu objetivo no post de hoje é lhe apresentar algumas ideias de negócios online para te ajudar nessa escolha.

VEJA AGORA 5 IDEIAS DE NEGÓCIOS DIGITAIS PARA VOCÊ COMEÇAR DO ZERO

1 # Criação de Blogs

Atualmente esse é um dos negócios digitais mais rentáveis da internet. Você já deve ter visto vários blogueiros de sucesso que ganham muito dinheiro nesse meio. Quantas vezes você já se perguntou como eles conseguem faturar com uma página na internet?

Na verdade, o lucro está nos anúncios exibidos na página. Quando o usuário clica, o webmaster já está ganhando.

Além disso, hoje muitos blogueiros faturam alto promovendo produtos de outras empresas, marcas e até mesmo pessoas comuns, tudo isso através do Programa de Afiliados, conforme veremos mais a diante.

Mas o primeiro passo é buscar um nicho de mercado que seja rentável e que ao mesmo tempo lhe traga satisfação pessoal. Isso porque a motivação é muito importante para conseguir dar sequência as estratégias de marketing digital necessárias para gerar tráfego no blog e ter sucesso no mercado dos negócios online.

Quando falamos em marketing digital, é importante salientar que se trata de um processo que requer planejamento e tempo.

É fundamental que o nicho de sua escolha seja um tema que você tenha certo domínio ou interesse, para que assim essa experiência não seja monótona e cansativa, isso garante maior facilidade para tratar dos assuntos referentes ao blog.

Além disso, é preciso estudar muito o mercado e o público com quem você vai trabalhar no blog. Alguns empreendimentos digitais de sucesso tratam de temas referentes a dieta, fitness, culinária, beleza, negócios, etc.

2 # Criação de Vídeos para a internet

O primeiro passo para montar um bom vídeo é planejar e definir um assunto interessante e pesquisar seus detalhes. O conteúdo precisa ser original e relevante para atrair a atenção do público.

Organize a estrutura do vídeo como se fosse um roteiro de filme, com começo, meio e fim. O ideal é colocar tudo no papel para as ideias ficarem mais claras.

A criação de vídeos para a internet é um dos negócios digitais mais rentáveis atualmente, isso porque os internautas acessam diariamente milhões de vídeos no Youtube. Inclusive esse canal é o mais famoso para expor gravações.

Uma boa dica é ver outros vídeos que tratem do assunto que você deseja abordar.

Observe quais são os mais visualizados e se inspire. Pode ser vídeos engraçados, tutoriais, cursos, etc. Quanto mais criatividade e habilidade você tiver na criação de vídeos, melhor será o desempenho da sua publicação.

Realizar vídeos com imagens e áudio também é uma boa opção para prender a atenção dos visitantes.

Outra tendência em negócios pela internet é desenvolver vídeos institucionais animados para exibir produtos, uma teoria ou um conceito com criatividade e relevância. Para isso basta ter familiaridade com programas de animação para criar bons vídeos de divulgação.

 

3 # Comércio eletrônico

Mais uma ideia de negócios digitais é abrir uma loja virtual para vender algum produto pela internet.

Atualmente existem também Franquias Virtuais que permitem que você tenha o seu próprio negócio com um baixo investimento, como esta que eu fui franqueado e super recomendo Clicando Aqui.

Mas, caso você não pretenda correr o risco de investir em um empreendimento de alto nível, você pode abrir uma loja virtual de forma gratuita.

Primeiro, selecione os produtos que pretende comercializar e desenvolva um catálogo online. Organize as fotos e a descrição dos produtos para tornar a página mais completa e atraente aos usuários.

É essencial oferecer bastante dados sobre o produto e as maneiras de entrega. Seja específico ao determinar o conteúdo da loja para ganhar espaço nesse mercado de comércio eletrônico.

Assim como outros negócios online, trata-se de um mercado competitivo que exige estratégias bem definidas para o empreendedor conseguir alcançar seus objetivos em venda.

Lembre-se de estabelecer um planejamento para conseguir atingir suas metas. Acesse o site da LCF Host para saber mais sobre loja virtuais e Blogs desenvolvimento seguro e profissional clique aqui


Veja como funciona o aplicativo WhatsApp Business

Novo app pode ajudar empreendedores a gerenciar melhor a comunicação com clientes

São Paulo – O WhatsApp criou um aplicativo voltado exclusivamente para pequenas e médias empresas. Chamado WhatsApp Business, ele tem recursos extras para ajudar a vida dos empreendedores que atendem seus clientes pelo smartphone.

O app é como se fosse o resultado de um cruzamento do WhatsApp com o Slack, um mensageiro com recursos inteligentes. A interface amigável do WhatsApp é mais sóbria na sua versão para empresas, mas tudo segue simples como no aplicativo para consumidores finais. Testamos o novo aplicativo, confira o principais recursos dessa nova ferramenta de comunicação.

Mensagens rápidas

O recurso criado ao beber da fonte do Slack e outros apps (como o Telegram) é a automatização de mensagens. Você pode configurar atalhos, como “/obrigado” para criar textos de agradecimento que valorizem a sua companhia e reflitam seus valores, por exemplo.

Além das mensagens personalizáveis, também há mensagens para o período em que você estiver ausente e de apresentação.

Perfil

O perfil da sua empresa no WhatsApp Business é algo que você precisa preencher cuidadosamente. Ele é o cartão de visitas para diversos consumidores em potencial que chegarem a você por esse canal mobile de comunicação. É possível adicionar informações cruciais, como endereço, site oficial, segmento de atuação, e-mail e horário de trabalho.

Métricas

Um recurso interessante para viciados em métricas é o menu de estatísticas, encontrado na seção de configurações da sua empresa. Ele é bem básico, mas pode ser uma maneira de mensurar o uso da sua conta corporativa. Dá para ver dados sobre as mensagens enviadas, entregues, lidas e recebidas.

Etiquetas

Para facilitar a identificação de mensagens, tarefa cada vez mais difícil com o passar do tempo, o WhatsApp Business tem uma função de etiquetas. A ideia é usar marcadores como “pago”, “novo cliente”, “pagamento pendente”, etc. É possível também adicionar novas etiquetas. Para isso, basta abrir uma conversa, tocar no ícone do menu, no canto superior direito da interface e escolher a opção referente a adicionar novas etiquetas.


O que realmente impulsiona o crescimento das vendas e a repetição de negócios?
Dica: não é a capacidade de seus clientes potenciais de comprar, nem o quão grande é o seu produto ou serviço.

As opiniões expressas pelos contribuintes do Empreendedor são suas …
Alguma vez você já analisou o que realmente impulsiona as vendas no seu negócio? A maioria das pessoas atribui sua resposta ao marketing ou a novas ligações. Esses podem ser drivers, mas não o principal driver para pequenas empresas.

O que faz com que uma pessoa compre com você por anos, fazendo o possível para chegar até você, enquanto o cara do outro lado da rua não põe os pés na sua porta? Normalmente, quando faço essa pergunta, recebo comentários sobre o quão ótimo é o produto e o serviço. Quando pergunto por que o cara do outro lado da rua não vai usar você, eu costumo obter alguma explicação sobre falta de necessidade ou capacidade de compra.

Essas respostas podem ser verdadeiras, mas isso não faz nenhuma correção.

Passei os últimos sete anos estudando essas questões e procurando a verdade e a resposta correta. Surpreendentemente, a resposta certa é muito mais fácil de entender do que eu pensava que seria. Em vez de ter que se tornar um especialista no assunto, eu vou salvar você anos e dizer o que encontrei.

A verdade e a resposta correta.

Se você deseja impulsionar o crescimento das vendas e repetir os negócios, ele se resume a entender e implementar uma estratégia: o conteúdo cria relacionamentos, relacionamentos criam confiança e a confiança é igual a vendas. Pense nessa declaração por um minuto. É verdade na sua vida pessoal e comercial agora.

O conteúdo cria relacionamentos.

Desde o início do homem, como construímos relacionamentos? Criamos conteúdo. Se eu me encontrasse solteira amanhã e em uma data, eu trabalharia para construir um relacionamento com a pessoa com quem eu estava namorando falando com eles – ou seja, criando conteúdo.

Nas vendas de B2B por muitos anos, as pessoas criaram conteúdo tendo todo o conhecimento e revelando perspectivas de vendas sobre os grandes recursos e benefícios de máquinas novas e surpreendentes. Hoje, criamos conteúdo para nossos sites e e-books, bem como para downloads ou vídeos para publicar no YouTube.

Por que fazemos tudo isso? Simplificando, o conteúdo cria relacionamentos. E se o seu cliente procura comprar algo de valor significativo de você, primeiro você precisará de um relacionamento para fazer isso acontecer. Uma vez que temos um relacionamento, o que acontece?

Os relacionamentos criam confiança.

A maioria das pessoas não confia plenamente em alguém que acabou de conhecer, independentemente de ser um relacionamento comercial ou pessoal. A natureza humana é dar um pouco de confiança e ver se alguém vale a pena confiar mais. Em outras palavras, faça com que ganhem. É por isso que entregar, no mínimo, o que você disse que seria tão de vital importância.

Este é o lugar onde um bom serviço ao cliente, a pessoa que atende o telefone ou fica na recepção, pode fazer ou quebrar um novo relacionamento. À medida que a relação continua, mais e mais confiança é dada; e se a experiência permanecer positiva, a quantidade de confiança que você obtém cresce ainda mais. À medida que a confiança em você cresce, então o que acontece?

A confiança equivale às vendas.

Quanto mais uma pessoa confia em você, mais eles vão comprar de você.

Um pouco de boas notícias com toda a concorrência que está aparecendo é que é super fácil se destacar, porque existem muitas empresas mal administradas e pessoas não confiáveis ​​do mundo. Tudo o que você precisa fazer é fazer o que você diz que vai fazer quando diz que vai fazer isso. Além disso, trate as pessoas do jeito que você gostaria de ser tratado. Uma vez que tão poucos vão fazer isso, não é tão difícil se destacar do pacote.

Uma vez que uma pessoa tem um relacionamento com alguém, e eles sempre conseguem o que esperam, a mudança de pessoa ou empresa não é fácil ou mesmo desejável. Porque você deu um bom conteúdo, você criou um relacionamento. Através desse relacionamento você trabalhou duro e desenvolveu a confiança e agora, a confiança que você ganhou ganha dinheiro, ano após ano. Quando você tem 500; 1.000; 2.000; ou 5.000 desses relacionamentos confiantes, eles se tornam ativos de seu negócio incrível.

Se você me leu antes, você pode ter me ouvido dizer que você deve usar uma newsletter para construir uma cerca em torno de seus clientes. Eles ficarão mais tempo e gastarão mais. Bem, é disso que estou falando. Se eu tivesse sido mais sofisticado na minha compreensão de como tudo isso funciona há sete anos, eu teria mudado a palavra “boletins informativos” para “conteúdo”.

Eu digo às pessoas o tempo todo que um boletim informativo não é uma ferramenta mágica. Se alguém está lhe vendendo uma ferramenta de solução mágica, tudo-seu-problema, você deve correr muito longe e muito rápido. Um boletim informativo é simplesmente um veículo para distribuir conteúdo que cria relacionamentos. Ele nutre essas relações ao longo do tempo. Você deve respeitar o relacionamento e ganhar confiança ao entregar seus produtos ou serviços. Se você não, não pode, ou não vai fazer isso, você pode entregar todo o conteúdo e enviar todos os boletins, e simplesmente não importará um pouco.

Como implementar isso em sua empresa.

O desafio com qualquer idéia é a implementação. Com a maioria das idéias nos negócios, normalmente você tem quatro opções, e esta não é diferente.

Você pode fazer o seguinte:

  • Fazer nada. Isso é o que a maioria das pessoas faz, o que é uma boa notícia para você, porque também é o que a maioria dos seus concorrentes estão fazendo. Isso torna muito fácil se destacar.
  • Faça Você Mesmo. O conteúdo tem que ser criado, e talvez você seja a melhor pessoa para fazer isso agora em sua empresa.
  • Contrate um funcionário para fazer isso por você. Claro, você pode contratar e treinar uma pessoa de criação de conteúdo e terceirizar edição, design gráfico, etc.
  • Encontre uma empresa para ajudá-lo a implementar essa estratégia.

Independentemente da sua decisão, se você quiser crescer verdadeiramente, ou se você quiser vencer o competidor pela rua, ou se quiser aumentar o valor da sua empresa, ele começa com esta estratégia: o conteúdo cria relacionamentos, relacionamentos criam confiança, e a confiança é igual a vendas

Isso deixa você com uma coisa ao terminar este artigo: olhe para as quatro opções e faça uma escolha.


3 dicas para como ter sucesso quando sua primeira idéia não é tão grande

Sua primeira idéia pode não ser sua melhor idéia

As opiniões expressas pelos contribuintes empresariais são próprias.
Depois de anos no setor financeiro, Ryan Harwood sabia que queria mudar sua vida e entrar no trabalho com um sorriso no rosto mais uma vez. Ele também sabia que queria possuir seu próprio negócio. Mas houve um grande problema. Ele não sabia de que indústria ele era apaixonado ou que tipo de empresa criava.

Aqui estão os passos surpreendentes que Harwood levou para lançar o PureWow , o site de conteúdo de estilo de vida das mulheres uber-successful Gary Vanyerchuk recentemente adquirido .

1. Esqueça sua primeira idéia brilhante.

Depois de entrevistar vários amigos sobre suas indústrias para tentar encontrar seu próprio nicho, Harwood percebeu que seus interesses e habilidades sempre o levaram de volta ao mundo da tecnologia e da mídia. Ao combinar esses dois interesses, ele criou a idéia de fundar um site de estilo de vida.

Originalmente interessado em começar um site de conteúdo para homens, a pesquisa de mercado preliminar da mídia de Harwood rapidamente o fez mudar de idéia. As mulheres tiveram uma taxa de consumo de conteúdo voraz em linha em relação aos homens, compartilharam conteúdo com amigos com mais freqüência e a receita de anúncios para mídia focada nas mulheres era substancialmente maior. Armado com esses dados, Harwood lançou a idéia de um site para homens pela porta, e PureWow nasceu.

2. Concentre-se em suas habilidades.

Com a idéia de um site de conteúdo de estilo de vida feminino no local, Harwood precisava criar a voz de sua empresa. Ele sabia que ele nunca seria capaz de criar conteúdos autênticos e envolventes para a platéia superior, público feminino da PureWow, então ele olhou para as pessoas que podiam. Ele imediatamente ficou ocupado – 15 dias em – e contratou duas editoras femininas para criar a voz e supervisionar a estratégia de conteúdo da PureWow. Enquanto isso, ele passou seu tempo focado no que ele era bom, o lado comercial de iniciar uma empresa de mídia.

“Eu sabia que nunca mais seria o cara do conteúdo”, disse Harwood. “Eu sabia disso imediatamente. Não me intrometo no conteúdo porque não sei nada sobre a arte do conteúdo. Em vez disso, gasto muito mais do meu tempo em vendas, marketing, produtos, tecnologia, finanças do negócio, tudo isso. E é realmente importante para mim que você esteja se divertindo “.

3. Seja seu próprio tipo de líder.

Desde o início, Harwood sabia que ele era apaixonado por criar uma cultura onde as pessoas estavam felizes em entrar na PureWow. Para cultivar esta atmosfera positiva no local de trabalho, ele teve que formar seu próprio estilo de liderança.

 Pegue as melhores partes de vários líderes que você admira e respeite e faça a sua própria”, disse Harwood. “Seja muito bom para todos os que se aproximam. Fique com um dia útil dia após dia, não importa o que aconteça. E divirta-se. Eu venho trabalhar com um sorriso no meu rosto, e eu sei que gostar de seu trabalho é uma raridade “.

Veja os destaques da palestra da Harwood no 2017 Propelify Innovation Festival .

Quer mais dicas da Harwood para lançar uma empresa de mídia online bem sucedida? Inscreva-se para obter uma adesão de Propelify Insider gratuita e receba acesso à nossa biblioteca de conteúdo incrível e conversações de inovadores, modificadores de mudanças e gênios empresariais na Propelify.com. Diga-nos qual a ponta que ressoou mais ao nos soltar no @LetsPropel .


O Facebook Live é o teste de anúncios: o que você precisa saber

Os anúncios em vídeo são uma proposta lucrativa para muitas plataformas e o Facebook Live não é exceção. Antes deste ponto, os vídeos do Facebook Live foram visivelmente sem esse estilo particular de receita. Recentemente, no entanto, o Facebook Live começou a testar anúncios em seus vídeos ao vivo.

Esta é uma decisão que tem o potencial de moldar a forma como muitos comerciantes optam por usar os vídeos do Facebook Live no futuro – sem mencionar como eles usam anúncios de vídeo.

Como funcionará o Facebook Live Video Ads?

Uma vez que ainda está em teste e desenvolvimento, não está claro como os anúncios de vídeo do Facebook Live serão, em última análise, funcionando. Mas aqui estão as opções mais faladas atualmente na mesa:

  • O Facebook Live pode ter um breve período de “interrupção comercial” de aproximadamente 15 segundos a uma hora predeterminada pelo programa, quando todos os espectadores assistem a um comercial rápido ao mesmo tempo.
  • Os anúncios devem aparecer aproximadamente cinco minutos ou mais no vídeo , o que significa que eles não interromperão transmissões ao vivo mais curtas ou interferirão com a experiência do usuário.
  • Esses anúncios de vídeo de meio-rolo são uma opção mais provável do que os anúncios inseridos no início dos vídeos porque o CEO do Facebook, Mark Zuckerburg, acredita que os anúncios no início de um vídeo interrompem a experiência do visualizador.
  • Os criadores de conteúdo podem ter a opção de instituir sua própria ruptura comercial , dando a esses criadores a capacidade de acessar um pequeno fluxo de receita durante seus vídeos. Neste momento, um seleto grupo de testadores beta está usando esta opção para inserir essas quebras comerciais em seus vídeos.
  • Os anúncios que visam os espectadores podem aparecer no fluxo de notícias em tempo real durante a experiência do vídeo , permitindo que os usuários reajam a novos produtos ou informações do produto conforme o vêem no vídeo.
  • As marcas podem optar por não ter anúncios exibidos como parte de transmissões ao vivo , optando por se concentrar em locais mais tradicionais para seus anúncios. Algumas marcas apreciam essa opção, já que eles sentem que têm pouco controle sobre onde sua propaganda pode aparecer durante uma transmissão ao vivo.
  • Os editores manterão o controle sobre quais tipos de anúncios aparecerão durante suas transmissões e terão a opção de desativar propagandas para transmissões específicas – se, por exemplo, estiverem discutindo um assunto sensível que não deve ser interrompido por um anúncio.

“#FacebookLIVE está testando #ads, que tem o potencial de moldar a forma como os profissionais de marketing usam vídeos do FB Live”


A ascensão do Facebook ao vivo

O Facebook, no último mês, está trabalhando para melhorar o recurso do Facebook Live, a fim de torná-lo mais acessível a uma variedade de clientes. Ao longo de novembro, o Facebook vem criando anúncios que, com sorte, trarão mais pessoas para experimentar o recurso de vídeo do Facebook Live, incentivando-os a se tornar criativos com ele. Muitos usuários atuais do Facebook são intimidados pelo formato de vídeo ao vivo ou não tem certeza de como funciona. Como o Facebook lança mais informações sobre o recurso, no entanto, o objetivo é mostrar aos usuários como abraçar a diversão e a espontaneidade oferecidas por esta plataforma.

Com a opção de anúncio do Facebook Live  ainda no teste beta, não é um recurso que está atualmente disponível para usuários tradicionais do Facebook. No entanto, é um recurso que espera aumentar significativamente o valor do Facebook Live para anunciantes.

O Facebook Live é uma plataforma relativamente nova, mas é esperado que continue crescendo ao longo dos próximos anos. Agora, o Facebook não determinou se este estilo de anúncio é ou não um que eles vão perseguir a longo prazo, mas definitivamente é uma mudança que vale a pena observar para pessoas de ambos os lados da equação. Se você está olhando para adicionar uma pequena receita para suas opções de vídeo ao vivo ou você é um anunciante interessado em adicionar seus anúncios a vídeos ao vivo, esta é uma mudança de marketing que você não vai querer perder.


Página 1 de 212